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1 Não te gabes do dia de amanhã,
18 O que cuida da sua figueira comerá do seu fruto;
Futurologia é um disparate pegado ao qual nunca nos devemos agarrar. Nem o dia de hoje está nas nossas mãos quanto mais o amanhã. Gabar que se vai “fazer e acontecer” é próprio dos imaturos. Já quem tem uns dedos de testa age discretamente, não se colocando a si mesmo nos píncaros.
Que sejam os outros a elogiar-nos, caso contrário estaremos tristemente a afagar o ego em público. Haja decoro e capacidade para controlar as emoções. Rédea curtíssima para os acessos de fúria, a ira, a insensatez e o ciúme.
Peçamos ajuda sempre que necessário para amansar a fera que há em nós. Nada de levar a mal “a crítica frontal”, pois é de longe preferível à “amizade fingida.” Não esqueçamos que “é mais leal o amigo que magoa do que o inimigo que nos beija.”
Ai de nós darmos prioridade à imagem física em detrimento dos cuidados da alma. Nunca nos blindemos a conselhos saudáveis. Diante do perigo não nos armemos em valentões, deitando tudo a perder. Não vivamos acimas das nossas posses, mas também não alimentemos o desnorte financeiro de terceiros, mesmo que nos sejam particularmente próximos.
Desfaçamos a intriga pela raíz até quando teima em desabrochar na nossa própria casa. Aperfeiçoemo-nos uns aos outros recorrendo à prática da admoestação
By Meeting Point1 Não te gabes do dia de amanhã,
18 O que cuida da sua figueira comerá do seu fruto;
Futurologia é um disparate pegado ao qual nunca nos devemos agarrar. Nem o dia de hoje está nas nossas mãos quanto mais o amanhã. Gabar que se vai “fazer e acontecer” é próprio dos imaturos. Já quem tem uns dedos de testa age discretamente, não se colocando a si mesmo nos píncaros.
Que sejam os outros a elogiar-nos, caso contrário estaremos tristemente a afagar o ego em público. Haja decoro e capacidade para controlar as emoções. Rédea curtíssima para os acessos de fúria, a ira, a insensatez e o ciúme.
Peçamos ajuda sempre que necessário para amansar a fera que há em nós. Nada de levar a mal “a crítica frontal”, pois é de longe preferível à “amizade fingida.” Não esqueçamos que “é mais leal o amigo que magoa do que o inimigo que nos beija.”
Ai de nós darmos prioridade à imagem física em detrimento dos cuidados da alma. Nunca nos blindemos a conselhos saudáveis. Diante do perigo não nos armemos em valentões, deitando tudo a perder. Não vivamos acimas das nossas posses, mas também não alimentemos o desnorte financeiro de terceiros, mesmo que nos sejam particularmente próximos.
Desfaçamos a intriga pela raíz até quando teima em desabrochar na nossa própria casa. Aperfeiçoemo-nos uns aos outros recorrendo à prática da admoestação

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