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1 Quem teima em rejeitar as críticas,
12 Ao governante que presta atenção às mentiras,
Insistir no erro é uma palermice pegada, pelo que não dar o braço a torcer é revelador de uma teimosia séria que importa corrigir. Mal de nós se nos tornamos insináveis ao invés de ensináveis. É um curtíssimo passo que nos pode levar a cair ou não num precipício.
Demos graças pelas críticas construtivas; desconfiemos, mas é, de elogios contínuos e da incapacidade de nos confrontarem com os nossos despistes. Mais vale um tabefe na alma do que palmadinhas nas costas. Crescemos sendo corrigidos e amparados por amigos que nos admoestam e não quando damos azo à nossa lamentável insubordinação.
Travões nunca fizeram mal a ninguém. Façamos, pois, uso deles para parar ímpetos caídos. Tolerância zero para com a licenciosidade. Corrijamo-nos mutuamente em amor e com firmeza. Nenhum de nós quando está agarrado a algo podre se liberta disso com uma perna às costas, pelo que é necessário um plano intencional e concertado para a cabal restauração.
Acatemos o auxílio externo quando manifestamente já não damos conta do recado. Abramo-nos a Deus e também aos recursos humanos, técnicos e espirituais, colocados à nossa disposição. Interrompamos a queda nas armadilhas de sempre. Deixemo-nos de guerras com pessoas insensatas, para não se dar o caso de nos tornarmos iguaizinhos. Rechacemos a ira e
By Meeting Point1 Quem teima em rejeitar as críticas,
12 Ao governante que presta atenção às mentiras,
Insistir no erro é uma palermice pegada, pelo que não dar o braço a torcer é revelador de uma teimosia séria que importa corrigir. Mal de nós se nos tornamos insináveis ao invés de ensináveis. É um curtíssimo passo que nos pode levar a cair ou não num precipício.
Demos graças pelas críticas construtivas; desconfiemos, mas é, de elogios contínuos e da incapacidade de nos confrontarem com os nossos despistes. Mais vale um tabefe na alma do que palmadinhas nas costas. Crescemos sendo corrigidos e amparados por amigos que nos admoestam e não quando damos azo à nossa lamentável insubordinação.
Travões nunca fizeram mal a ninguém. Façamos, pois, uso deles para parar ímpetos caídos. Tolerância zero para com a licenciosidade. Corrijamo-nos mutuamente em amor e com firmeza. Nenhum de nós quando está agarrado a algo podre se liberta disso com uma perna às costas, pelo que é necessário um plano intencional e concertado para a cabal restauração.
Acatemos o auxílio externo quando manifestamente já não damos conta do recado. Abramo-nos a Deus e também aos recursos humanos, técnicos e espirituais, colocados à nossa disposição. Interrompamos a queda nas armadilhas de sempre. Deixemo-nos de guerras com pessoas insensatas, para não se dar o caso de nos tornarmos iguaizinhos. Rechacemos a ira e

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