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1 Meu filho, atende à minha sabedoria
7 Escuta-me, pois, ó meu filho,
15 Podes beber e matar a sede
20 Por que te deixas atrair pela mulher leviana
Jamais nos acanhemos de chamar a atenção aos mais novos para os perigos decorrentes da cedência aos encantos astutos de uma mulher leviana ou de um homem namoradeiro.
Não abdiquemos de os alertar, sem com isto cair no erro de os martirizar com mil e uma histórias macabras. Por outro lado, não descuremos a informação básica para que possam reflectir na forma como devem agir perante as investidas maliciosas a que são sujeitos regularmente.
Os lábios, os olhares, as curvas, os bíceps surgem-lhes a toda a hora, nos lugares mais inusitados. Basta um qualquer ecrã para que sejam expostos, tal como nós, ao poder sedutor da imagem. Seja no plano virtual ou nas interacções sociais tenha-se cuidado com as abordagens meladas e escorregadias. Aquilo que parece ser doce e suave acaba por ter um sabor acre e provocar dores lancinantes nas profundezas da alma.
Os cortes são deveras profundos na auto-estima de alguém que se deixa enredar pelo canto da sereia. Os contornos estonteantes que porventura possa ter um(a) manequim, não passa disso mesmo: Plástico. Seguir uma boneca ou um janota, além de ser pura perda de tempo, é um passeio de alto risco.
O que inicialmente parece ser uma viagem até aos píncaros, rapidamente se transforma num périplo aterrador repleto de íngremes ravinas. O melhor mesmo é guardar uma distância prudente das manhas e dos circuitos de gente que engoda para o mal.
Estimulemos as gerações de mais tenra idade a não entregar o ouro ao bandido ou à donzela fingida. Guardemos nós mesmos o coração, começando pelas persianas do corpo. Vigiando o nosso próprio olhar, evitamos males maiores.
Para que não se dê o caso de depois ficarmos
By Meeting Point1 Meu filho, atende à minha sabedoria
7 Escuta-me, pois, ó meu filho,
15 Podes beber e matar a sede
20 Por que te deixas atrair pela mulher leviana
Jamais nos acanhemos de chamar a atenção aos mais novos para os perigos decorrentes da cedência aos encantos astutos de uma mulher leviana ou de um homem namoradeiro.
Não abdiquemos de os alertar, sem com isto cair no erro de os martirizar com mil e uma histórias macabras. Por outro lado, não descuremos a informação básica para que possam reflectir na forma como devem agir perante as investidas maliciosas a que são sujeitos regularmente.
Os lábios, os olhares, as curvas, os bíceps surgem-lhes a toda a hora, nos lugares mais inusitados. Basta um qualquer ecrã para que sejam expostos, tal como nós, ao poder sedutor da imagem. Seja no plano virtual ou nas interacções sociais tenha-se cuidado com as abordagens meladas e escorregadias. Aquilo que parece ser doce e suave acaba por ter um sabor acre e provocar dores lancinantes nas profundezas da alma.
Os cortes são deveras profundos na auto-estima de alguém que se deixa enredar pelo canto da sereia. Os contornos estonteantes que porventura possa ter um(a) manequim, não passa disso mesmo: Plástico. Seguir uma boneca ou um janota, além de ser pura perda de tempo, é um passeio de alto risco.
O que inicialmente parece ser uma viagem até aos píncaros, rapidamente se transforma num périplo aterrador repleto de íngremes ravinas. O melhor mesmo é guardar uma distância prudente das manhas e dos circuitos de gente que engoda para o mal.
Estimulemos as gerações de mais tenra idade a não entregar o ouro ao bandido ou à donzela fingida. Guardemos nós mesmos o coração, começando pelas persianas do corpo. Vigiando o nosso próprio olhar, evitamos males maiores.
Para que não se dê o caso de depois ficarmos

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