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33 Ensina-me, Senhor, o significado dos teus estatutos
Uma das coisas que nunca deveríamos perder é o espírito de ensinabilidade. Estamos sempre a aprender e é bom que jamais nos esqueçamos disso. Ninguém conhece nada totalmente. Somos limitados e por isso precisamos de alargar os horizontes.
Habituamo-nos com facilidade a ver o mundo a preto e branco e a interpretá-lo da mesma forma, o que em grande parte das ocasiões redunda numa cristalização interior. Haja humildade para pedir a Deus que nos ajude a entender o significado das coisas, a começar pela Sua lei.
Se não houver em nós esta predisposição e nos enchermos de nós mesmos, presumindo que como sabichões religiosos já sabemos tudo e mais alguma coisa, acabaremos por ficar a chapinhar numa espiritualidade superficial.
Não nos contentemos com a memorização de versículos ou com respostas embebidas em chavões, mas ansiemos por obedecer aos mandamentos do amor. Sim, só “neles encontramos felicidade.”
Tenhamos o bem por alvo e pisguemo-nos da cobiça. Desviemos igualmente o nosso olhar do que nos distrai de Deus. E é interessante darmo-nos conta que ao fazê-lo a distância para as pessoas que nos rodeiam diminui. Aproximemo-nos de Deus e da Sua palavra e ficaremos bem mais perto uns dos outros.
Agarremo-nos às Suas promessas e a vida que Dele recebemos ganha pleno sentido. Os nossos temores esfumam-se, pois passamos a descansar Nele em vez de nos desgastarmos com os palpites alheios ou com as nossas pancadas pessoais.
Deixemo-nos abraçar e instruir por Quem sabe e nada melhor do que Aquele que nos criou e é sempre justo!
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point33 Ensina-me, Senhor, o significado dos teus estatutos
Uma das coisas que nunca deveríamos perder é o espírito de ensinabilidade. Estamos sempre a aprender e é bom que jamais nos esqueçamos disso. Ninguém conhece nada totalmente. Somos limitados e por isso precisamos de alargar os horizontes.
Habituamo-nos com facilidade a ver o mundo a preto e branco e a interpretá-lo da mesma forma, o que em grande parte das ocasiões redunda numa cristalização interior. Haja humildade para pedir a Deus que nos ajude a entender o significado das coisas, a começar pela Sua lei.
Se não houver em nós esta predisposição e nos enchermos de nós mesmos, presumindo que como sabichões religiosos já sabemos tudo e mais alguma coisa, acabaremos por ficar a chapinhar numa espiritualidade superficial.
Não nos contentemos com a memorização de versículos ou com respostas embebidas em chavões, mas ansiemos por obedecer aos mandamentos do amor. Sim, só “neles encontramos felicidade.”
Tenhamos o bem por alvo e pisguemo-nos da cobiça. Desviemos igualmente o nosso olhar do que nos distrai de Deus. E é interessante darmo-nos conta que ao fazê-lo a distância para as pessoas que nos rodeiam diminui. Aproximemo-nos de Deus e da Sua palavra e ficaremos bem mais perto uns dos outros.
Agarremo-nos às Suas promessas e a vida que Dele recebemos ganha pleno sentido. Os nossos temores esfumam-se, pois passamos a descansar Nele em vez de nos desgastarmos com os palpites alheios ou com as nossas pancadas pessoais.
Deixemo-nos abraçar e instruir por Quem sabe e nada melhor do que Aquele que nos criou e é sempre justo!
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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