
Sign up to save your podcasts
Or


49 Lembra-te das promessas que me fizeste
Deus não é dado a esquecimentos. Nós é que comemos muito queijo e depois lançamos o ónus para cima Dele. Montes de vezes Lhe viramos as costas e depois não admira que Lhe peçamos com a voz embargada e o coração nas mãos que Se lembre de nós.
E não se trata de ter muita lata, é mesmo a nossa incoerência a vir à tona. O que for assumido sem floreados não é mau de todo, pois é meio caminho andado para combatermos a nossa volatilidade. Daí que nos faça extremamente bem quando Deus nos aviva a memória sobre quem somos e o quanto precisamos Dele.
O que seria de nós sem a esperança que Nele encontramos? “Até na angústia somos confortados, porque a Sua promessa nos dá vida.” Sim, a constância do Seu amor catapulta-nos para diante, mesmo debaixo do chuveirinho de críticas e ofensas gratuitas a que possamos estar expostos.
Deus é o nosso amplo guarda chuva onde encontramos consolação. Que confortada fica a nossa alma quando nos deixamos agasalhar pela Sua palavra! Guardemos pedacinhos ao dia para recordar o que disse “noutro tempo”, de molde a podermos encarar com ânimo redobrado as contrariedades presentes.
Não nos afastemos, portanto, da Sua lei, ainda que vejamos muita malta a rejeitar essa abençoada tutoria. Mais do que nos indignarmos, comova-se-nos o coração e optemos por viver os dias, “nesta terra onde somos peregrinos”, a cantar que Deus nos enche as medidas.
E quando o dia for como uma noite comprida, pensemos Nele e nas Suas sábias orientações.
Até porque de forma resumida a nossa missão passa por “obedecer às Suas amorosas instruções.”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point49 Lembra-te das promessas que me fizeste
Deus não é dado a esquecimentos. Nós é que comemos muito queijo e depois lançamos o ónus para cima Dele. Montes de vezes Lhe viramos as costas e depois não admira que Lhe peçamos com a voz embargada e o coração nas mãos que Se lembre de nós.
E não se trata de ter muita lata, é mesmo a nossa incoerência a vir à tona. O que for assumido sem floreados não é mau de todo, pois é meio caminho andado para combatermos a nossa volatilidade. Daí que nos faça extremamente bem quando Deus nos aviva a memória sobre quem somos e o quanto precisamos Dele.
O que seria de nós sem a esperança que Nele encontramos? “Até na angústia somos confortados, porque a Sua promessa nos dá vida.” Sim, a constância do Seu amor catapulta-nos para diante, mesmo debaixo do chuveirinho de críticas e ofensas gratuitas a que possamos estar expostos.
Deus é o nosso amplo guarda chuva onde encontramos consolação. Que confortada fica a nossa alma quando nos deixamos agasalhar pela Sua palavra! Guardemos pedacinhos ao dia para recordar o que disse “noutro tempo”, de molde a podermos encarar com ânimo redobrado as contrariedades presentes.
Não nos afastemos, portanto, da Sua lei, ainda que vejamos muita malta a rejeitar essa abençoada tutoria. Mais do que nos indignarmos, comova-se-nos o coração e optemos por viver os dias, “nesta terra onde somos peregrinos”, a cantar que Deus nos enche as medidas.
E quando o dia for como uma noite comprida, pensemos Nele e nas Suas sábias orientações.
Até porque de forma resumida a nossa missão passa por “obedecer às Suas amorosas instruções.”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

88 Listeners

27 Listeners