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57 Senhor, tu mesmo és tudo quanto eu possuo;
Há privilégios que temos na vida que seria óptimo saber reconhecer. Tudo porque tendemos a confundi-los com obrigações. Um deles é precisamente poder “pôr em prática as ordens” que Deus nos dá.
Devíamos ver cada oportunidade que nos é proporcionada para exercitar o amor como uma benesse e não um fardo. A vida é para ser levada com um sorriso nos lábios e não com um ar carrancudo. Chega de teimar em viver de costas voltadas para Deus e uns para os outros.
Peçamos-Lhe que nos banhe com a Sua compaixão e nos dê as ensaboedelas que bem entender. É que basta pensarmos na nossa conduta diária para percebermos a necessidade urgente que temos das Suas constantes refregas.
A alma enxovalha-se-nos com uma regularidade indesejável, pelo que precisamos que a Sua palavra no-la alise. Coloquemo-nos ao Seu jeito de forma a adoptarmos a obediência como um estilo de vida. Sejamos lestos “a observar os Seus mandamentos.”
E precisamente na hora em que gente (dis)torcida por dentro nos quiser fazer a folha, façamos questão de não só não nos esquecer do Seu ensino como de nos reger por ele. Tenhamos na ponta dos neurónios e da língua o que Dele aprendemos.
Agradeçamos-Lhe, nem que seja acordando a meio da noite, pelo Seus sábios e “justos decretos.”
Mais, juntemo-nos intencionalmente à malta que também procura ajustar-se às Suas instruções.
No fundo, demo-nos conta que “a terra está cheia do Seu amor” e que, quais esponjas, devemos absorvê-lo.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point57 Senhor, tu mesmo és tudo quanto eu possuo;
Há privilégios que temos na vida que seria óptimo saber reconhecer. Tudo porque tendemos a confundi-los com obrigações. Um deles é precisamente poder “pôr em prática as ordens” que Deus nos dá.
Devíamos ver cada oportunidade que nos é proporcionada para exercitar o amor como uma benesse e não um fardo. A vida é para ser levada com um sorriso nos lábios e não com um ar carrancudo. Chega de teimar em viver de costas voltadas para Deus e uns para os outros.
Peçamos-Lhe que nos banhe com a Sua compaixão e nos dê as ensaboedelas que bem entender. É que basta pensarmos na nossa conduta diária para percebermos a necessidade urgente que temos das Suas constantes refregas.
A alma enxovalha-se-nos com uma regularidade indesejável, pelo que precisamos que a Sua palavra no-la alise. Coloquemo-nos ao Seu jeito de forma a adoptarmos a obediência como um estilo de vida. Sejamos lestos “a observar os Seus mandamentos.”
E precisamente na hora em que gente (dis)torcida por dentro nos quiser fazer a folha, façamos questão de não só não nos esquecer do Seu ensino como de nos reger por ele. Tenhamos na ponta dos neurónios e da língua o que Dele aprendemos.
Agradeçamos-Lhe, nem que seja acordando a meio da noite, pelo Seus sábios e “justos decretos.”
Mais, juntemo-nos intencionalmente à malta que também procura ajustar-se às Suas instruções.
No fundo, demo-nos conta que “a terra está cheia do Seu amor” e que, quais esponjas, devemos absorvê-lo.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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