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1 Senhor, a ti clamo,
3 Se considerares os nossos pecados, Senhor,
5 Confio em ti, esperando a tua resposta,
7 Espera no Senhor, ó povo de Israel,
Quando me sinto desesperado é para Deus que me viro. E não sou de salamaleques, pois abro de imediato as goelas e o coração. Perante Ele não faço cerimónias e vou logo directo ao assunto.
Contrariamente à minha tendência de querer dar a entender a terceiros que está tudo bem, com Deus derramo-me de uma assentada.
E não me refiro a pedidos de ajuda de última hora, a enrascanços financeiros, a doenças súbitas, às saudades de casa, a injúrias sofridas; mas, sim, ao peso na consciência de O ter magoado directamente ou por via de ter defraudado alguém.
Nessas ocasiões sinto uma necessidade indómita de correr para Ele. Mesmo envergonhado só me apetece estar à Sua beira. Fico quase sempre dividido entre permanecer caladinho ou escalpelizar o sucedido e repetir-Lhe até à exaustão o meu arrependimento. No fundo, sei que me acolhe de qualquer jeito.
Dependo da Sua graça, caso contrário seria impossível escapar à condenação. Sim, “em Deus encontro perdão”, de modo que a minha admiração e respeito por Ele é indiscritível. Aliás, esta deveria ser a expectativa e a postura de qualquer mortal: “Com toda a minha alma espero o Senhor e confio na Sua palavra.”
Deus é o meu Amigo chegado, com Quem partilho até as dores interiores. Na minha sofreguidão, disciplino-me a esperar sempre no Senhor, “porque Ele me tem amor e me livra de muitos perigos.”
Sim, junto de Deus acabo por acalmar, pois Ele livrou-me de todos os meus pecados.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Senhor, a ti clamo,
3 Se considerares os nossos pecados, Senhor,
5 Confio em ti, esperando a tua resposta,
7 Espera no Senhor, ó povo de Israel,
Quando me sinto desesperado é para Deus que me viro. E não sou de salamaleques, pois abro de imediato as goelas e o coração. Perante Ele não faço cerimónias e vou logo directo ao assunto.
Contrariamente à minha tendência de querer dar a entender a terceiros que está tudo bem, com Deus derramo-me de uma assentada.
E não me refiro a pedidos de ajuda de última hora, a enrascanços financeiros, a doenças súbitas, às saudades de casa, a injúrias sofridas; mas, sim, ao peso na consciência de O ter magoado directamente ou por via de ter defraudado alguém.
Nessas ocasiões sinto uma necessidade indómita de correr para Ele. Mesmo envergonhado só me apetece estar à Sua beira. Fico quase sempre dividido entre permanecer caladinho ou escalpelizar o sucedido e repetir-Lhe até à exaustão o meu arrependimento. No fundo, sei que me acolhe de qualquer jeito.
Dependo da Sua graça, caso contrário seria impossível escapar à condenação. Sim, “em Deus encontro perdão”, de modo que a minha admiração e respeito por Ele é indiscritível. Aliás, esta deveria ser a expectativa e a postura de qualquer mortal: “Com toda a minha alma espero o Senhor e confio na Sua palavra.”
Deus é o meu Amigo chegado, com Quem partilho até as dores interiores. Na minha sofreguidão, disciplino-me a esperar sempre no Senhor, “porque Ele me tem amor e me livra de muitos perigos.”
Sim, junto de Deus acabo por acalmar, pois Ele livrou-me de todos os meus pecados.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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