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1 Esperei com paciência que o Senhor me socorresse;
4 Felizes são aqueles que põem a sua confiança no Senhor,
6 Não quiseste holocaustos nem ofertas,
9 Anunciei a toda a gente as boas notícias de justiça;
11 Não me negues, Senhor, a tua misericórdia!
14 Que aqueles que procuram destruir a minha vida
17 Eu sou pobre e necessitado,
A vida é cheia de altos e baixos. A dificuldade está em perceber neste carrossel a doce companhia de Deus durante toda a viagem. Sobretudo quando surgem os declives mais acentuados parece-nos que a Sua presença se varreu do horizonte.
No entanto, Ele permanece lá à escuta e de braços estendidos. Aguardando que Nele depositemos medos e enjoos. E se nos dermos conta, todas as vezes que gritámos por estarmos literalmente à rasquinha, Ele ofereceu-nos o ombro e, sobretudo, deu-nos chão. Trocou o lodo por uma rocha, “dando firmeza aos nossos passos.”
Até a música mudou, ajudando-nos a substituir uma cultura lamurienta por “um cântico novo.” E esta postura de gratidão a Deus rapidamente se contagia a outros, comovendo-os e gerando um forte desejo de com Ele se relacionarem intimamente. A felicidade está em confiar em Deus e não nos ídolos que este mundo constrói e impinge.
Importem-nos os Seus planos, “maravilhosos e incontáveis”, ao invés dos nossos, umbiguistas e mesquinhos. Ele não espera mais nada de nós a não ser a nossa vontade. Esqueçamos ritos e promessas que Lhe basta a submissão do nosso coração. Rendamo-nos a Ele diariamente e verbalize-lo: “Aqui estou!
Agrada-me muito fazer a Tua vontade, meu Deus.” E quando estivermos meio perdidos orientemo-nos pela Sua lei. A do amor, claro está! Que se deseja entranhada no nosso íntimo e espelhada em actos de generosidade. Sejamos-Lhe leais independentemente das circunstâncias e do circo de feras que montem à nossa volta.
Caso nos sintamos cercados, encurralados e desprotegidos, digamos-Lhe baixinho: “Senhor não me negues
By Meeting Point1 Esperei com paciência que o Senhor me socorresse;
4 Felizes são aqueles que põem a sua confiança no Senhor,
6 Não quiseste holocaustos nem ofertas,
9 Anunciei a toda a gente as boas notícias de justiça;
11 Não me negues, Senhor, a tua misericórdia!
14 Que aqueles que procuram destruir a minha vida
17 Eu sou pobre e necessitado,
A vida é cheia de altos e baixos. A dificuldade está em perceber neste carrossel a doce companhia de Deus durante toda a viagem. Sobretudo quando surgem os declives mais acentuados parece-nos que a Sua presença se varreu do horizonte.
No entanto, Ele permanece lá à escuta e de braços estendidos. Aguardando que Nele depositemos medos e enjoos. E se nos dermos conta, todas as vezes que gritámos por estarmos literalmente à rasquinha, Ele ofereceu-nos o ombro e, sobretudo, deu-nos chão. Trocou o lodo por uma rocha, “dando firmeza aos nossos passos.”
Até a música mudou, ajudando-nos a substituir uma cultura lamurienta por “um cântico novo.” E esta postura de gratidão a Deus rapidamente se contagia a outros, comovendo-os e gerando um forte desejo de com Ele se relacionarem intimamente. A felicidade está em confiar em Deus e não nos ídolos que este mundo constrói e impinge.
Importem-nos os Seus planos, “maravilhosos e incontáveis”, ao invés dos nossos, umbiguistas e mesquinhos. Ele não espera mais nada de nós a não ser a nossa vontade. Esqueçamos ritos e promessas que Lhe basta a submissão do nosso coração. Rendamo-nos a Ele diariamente e verbalize-lo: “Aqui estou!
Agrada-me muito fazer a Tua vontade, meu Deus.” E quando estivermos meio perdidos orientemo-nos pela Sua lei. A do amor, claro está! Que se deseja entranhada no nosso íntimo e espelhada em actos de generosidade. Sejamos-Lhe leais independentemente das circunstâncias e do circo de feras que montem à nossa volta.
Caso nos sintamos cercados, encurralados e desprotegidos, digamos-Lhe baixinho: “Senhor não me negues

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