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1 Ó Deus, temos ouvido dos gloriosos milagres
4 Tu és o meu Rei e o meu Deus;
9 Apesar disso, parece-nos que,
13 Fazes com que sejamos a vergonha dos nossos vizinhos;
17 Tudo isto nos acontece,
20 Se nos tivéssemos esquecido do nosso Deus,
23 Desperta, não durmas, Senhor! Acorda!
25 Temos a alma abatida até ao pó da terra
Quando as coisas estão a dar para o torto é de capital importância continuar a conversar com Deus. Insistamos em dialogar com Ele ainda que não entendamos patavina do que nos esteja a acontecer.
Comecemos por recordar o modo incrível como a Sua ajuda foi determinante no passado. Mais do que admirarmos os feitos dos nossos antepassados e o seu heróico arrojo, realcemos que somos os primeiros a reconhecer que todas as suas vitórias contaram com o Seu generoso dedinho: “Foi pelo Teu grande poder e pela Tua presença, porque Tu lhes tinhas amor.”
Mais, reiteremos o Seu domínio sobre a nossa vida, recordando que nós próprios temos sido agraciados com a Sua cobertura. Manifestemos-Lhe a nossa permanente gratidão por nos ter trazido até este ponto, admitindo que tal se deve não à nossa destreza, mas exclusivamente à Sua bondade. E assim como Lhe dizemos abertamente, sem bajulações, como nos comove o Seu favor, assumamos igualmente o quanto nos intriga a Sua misteriosa ausência em certas horas de extremo aperto.
Não escondamos que nos parece estarmos a caminhar sozinhos e que inclusive nos dá
By Meeting Point1 Ó Deus, temos ouvido dos gloriosos milagres
4 Tu és o meu Rei e o meu Deus;
9 Apesar disso, parece-nos que,
13 Fazes com que sejamos a vergonha dos nossos vizinhos;
17 Tudo isto nos acontece,
20 Se nos tivéssemos esquecido do nosso Deus,
23 Desperta, não durmas, Senhor! Acorda!
25 Temos a alma abatida até ao pó da terra
Quando as coisas estão a dar para o torto é de capital importância continuar a conversar com Deus. Insistamos em dialogar com Ele ainda que não entendamos patavina do que nos esteja a acontecer.
Comecemos por recordar o modo incrível como a Sua ajuda foi determinante no passado. Mais do que admirarmos os feitos dos nossos antepassados e o seu heróico arrojo, realcemos que somos os primeiros a reconhecer que todas as suas vitórias contaram com o Seu generoso dedinho: “Foi pelo Teu grande poder e pela Tua presença, porque Tu lhes tinhas amor.”
Mais, reiteremos o Seu domínio sobre a nossa vida, recordando que nós próprios temos sido agraciados com a Sua cobertura. Manifestemos-Lhe a nossa permanente gratidão por nos ter trazido até este ponto, admitindo que tal se deve não à nossa destreza, mas exclusivamente à Sua bondade. E assim como Lhe dizemos abertamente, sem bajulações, como nos comove o Seu favor, assumamos igualmente o quanto nos intriga a Sua misteriosa ausência em certas horas de extremo aperto.
Não escondamos que nos parece estarmos a caminhar sozinhos e que inclusive nos dá

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