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1-2 Que todos os povos do mundo ouçam isto!
5 Não devo ter medo, quando chegam os dias de aflição,
12 Mas essas pessoas, apesar de toda a sua vaidade,
13 Tal é o destino dos que confiam em si mesmos
20 Porque o ser humano, mesmo com toda a sua prosperidade, é destituído de entendimento;
As pessoas à nossa volta podem não querer ouvir, mas há que ir dizendo por aí, entre “ricos e pobres, poderosos e humildes”, que a glória desta terra nada é. E basta parar um pouco para constatar com facilidade que a vida por estas bandas passa a correr.
Leiamos e raciocinemos sobre o texto de sabedoria que nos foi legado e discorramos em voz alta sobre a finitude da vida. Não fujamos das questões que nos inquietam a alma como o sofrimento e a injustiça. Apelemos à valentia interior para fazer face aos que assentam e medem o sucesso em função do seu poder de compra.
Belisquemo-nos a nós próprios para jamais esquecermos que a gabarolice e a futilidade não passarão desta terra. Sabemos de há muito que “ninguém pode resgatar-se a si próprio nem pagar a Deus o devido preço.” Desse modo, baixemos a crista, já que a morte nivela-nos a todos por igual.
Mas enquanto os que insistem no caminho da arrogância desembocarão na solidão e no esquecimento; os que depositam a sua confiança em Deus têm um vislumbre já aqui da eternidade: “Deus há de resgatar a minha vida, e arrancar-me ao poder da morte.”
Sim, não há nenhuma espécie de luxo que transite connosco quando daqui partirmos. Tudo, rigorosamente tudo, ficará deste lado. Viajemos, pois, à boleia da Sua graça!
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1-2 Que todos os povos do mundo ouçam isto!
5 Não devo ter medo, quando chegam os dias de aflição,
12 Mas essas pessoas, apesar de toda a sua vaidade,
13 Tal é o destino dos que confiam em si mesmos
20 Porque o ser humano, mesmo com toda a sua prosperidade, é destituído de entendimento;
As pessoas à nossa volta podem não querer ouvir, mas há que ir dizendo por aí, entre “ricos e pobres, poderosos e humildes”, que a glória desta terra nada é. E basta parar um pouco para constatar com facilidade que a vida por estas bandas passa a correr.
Leiamos e raciocinemos sobre o texto de sabedoria que nos foi legado e discorramos em voz alta sobre a finitude da vida. Não fujamos das questões que nos inquietam a alma como o sofrimento e a injustiça. Apelemos à valentia interior para fazer face aos que assentam e medem o sucesso em função do seu poder de compra.
Belisquemo-nos a nós próprios para jamais esquecermos que a gabarolice e a futilidade não passarão desta terra. Sabemos de há muito que “ninguém pode resgatar-se a si próprio nem pagar a Deus o devido preço.” Desse modo, baixemos a crista, já que a morte nivela-nos a todos por igual.
Mas enquanto os que insistem no caminho da arrogância desembocarão na solidão e no esquecimento; os que depositam a sua confiança em Deus têm um vislumbre já aqui da eternidade: “Deus há de resgatar a minha vida, e arrancar-me ao poder da morte.”
Sim, não há nenhuma espécie de luxo que transite connosco quando daqui partirmos. Tudo, rigorosamente tudo, ficará deste lado. Viajemos, pois, à boleia da Sua graça!
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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