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1 O Deus poderoso, o Senhor, convocou toda a humanidade,
7 “Escuta-me, meu povo! Pois sou o teu Deus! Ouve-me!
14 O que eu pretendo de ti é uma verdadeira gratidão
22 Ouçam então, vocês que se esquecem de Deus,
Deus chama-nos regularmente para uma conversa chegada com Ele. Nenhum de nós se livra desse diálogo por muito que o adie. Nem mesmo os que se julgam bastante próximos Dele estão dispensados desses encontros regulares.
Hoje ou lá mais à frente acabaremos por nos sentar diante Dele para escutar o que tem a dizer-nos. O Seu intuito não é chegar-nos a roupa ao pêlo como muitas vezes se ouve por aí. Contudo, sendo Ele justo e amoroso, quer falar-nos ao coração. Apelar à nossa consciência. Provocar-nos à reflexão.
De modo a que nos demos conta que Lhe devemos rigorosamente tudo. Ele bem que insiste em dizer-nos: “Eu Sou Deus, o teu Deus!” A Sua prática não é debitar sentenças, antes promover um relacionamento chegado connosco. Ele está interessado no nosso amor e não nos nossos rituais ou sacrifícios: “A tua melhor oferta a Deus é agradeceres-Lhe e cumprires as promessas que fizeste ao Altíssimo!
Chama por Mim, quando estiveres em aflição; Eu te livrarei e tu Me honrarás.” Aliás o que Lhe podemos nós oferecer se não há nada que não seja Dele? Apresentemos-Lhe, pois, a nossa vontade de bandeja. De nada vale recitar moralismos de cor e salteado se não estivermos dispostos a levá-los a sério. Analisemos de quem somos cúmplices, se Dele ou de gente sem carácter.
Verifiquemos se o que sai da nossa boca é edificante ou destrutivo. Rebobinemos o modo como temos tratado pessoas, começando logo pela família mais próxima. Este exercício introspectivo dir-nos-á muito sobr
By Meeting Point1 O Deus poderoso, o Senhor, convocou toda a humanidade,
7 “Escuta-me, meu povo! Pois sou o teu Deus! Ouve-me!
14 O que eu pretendo de ti é uma verdadeira gratidão
22 Ouçam então, vocês que se esquecem de Deus,
Deus chama-nos regularmente para uma conversa chegada com Ele. Nenhum de nós se livra desse diálogo por muito que o adie. Nem mesmo os que se julgam bastante próximos Dele estão dispensados desses encontros regulares.
Hoje ou lá mais à frente acabaremos por nos sentar diante Dele para escutar o que tem a dizer-nos. O Seu intuito não é chegar-nos a roupa ao pêlo como muitas vezes se ouve por aí. Contudo, sendo Ele justo e amoroso, quer falar-nos ao coração. Apelar à nossa consciência. Provocar-nos à reflexão.
De modo a que nos demos conta que Lhe devemos rigorosamente tudo. Ele bem que insiste em dizer-nos: “Eu Sou Deus, o teu Deus!” A Sua prática não é debitar sentenças, antes promover um relacionamento chegado connosco. Ele está interessado no nosso amor e não nos nossos rituais ou sacrifícios: “A tua melhor oferta a Deus é agradeceres-Lhe e cumprires as promessas que fizeste ao Altíssimo!
Chama por Mim, quando estiveres em aflição; Eu te livrarei e tu Me honrarás.” Aliás o que Lhe podemos nós oferecer se não há nada que não seja Dele? Apresentemos-Lhe, pois, a nossa vontade de bandeja. De nada vale recitar moralismos de cor e salteado se não estivermos dispostos a levá-los a sério. Analisemos de quem somos cúmplices, se Dele ou de gente sem carácter.
Verifiquemos se o que sai da nossa boca é edificante ou destrutivo. Rebobinemos o modo como temos tratado pessoas, começando logo pela família mais próxima. Este exercício introspectivo dir-nos-á muito sobr

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