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1 Diz o louco para consigo mesmo: “Deus não existe!”
2 Deus olha desde os céus para a humanidade,
4 Serão assim tão ignorantes, esses malfeitores,
5 Ali um terror dominou as suas vidas,
6 Que bom seria se já tivesse vindo de Sião
Todos os dias nos deparamos com pessoas que afirmam peremptoriamente: “Não há Deus!” Aliás, se formos francos, ainda que não o verbalizemos, nós juntamo-nos com os nossos actos despidos de amor a essa onda de insensatez. No fundo, acabamos por dizê-lo através das “coisas horríveis que fazemos.”
É cá dentro que mora a incredulidade e a perversão, pois “não há ninguém que faça o bem!” Custa admiti-lo, mas por mais que “Deus olhe lá do céu para a Humanidade, para ver se encontra alguém que O procure”, não é bem sucedido. E não se trata de ter averiguado mal, simplesmente todos nós optámos por “seguir maus caminhos.”
Realmente, “não há quem faça o bem, nem um sequer!” Daí a nossa extrema necessidade que Ele nos estenda a mão e nos salve de nós mesmos. É Nele que se encontra a nossa esperança. Sim, deixando-nos conduzir por Ele sairemos das prisões em que nos enfiámos e vislumbraremos um futuro risonho.
A despeito do cepticismo, pessimismo e malvadez que possam continuar a vigorar à nossa volta, recordemos o que Deus nos reserva: A sua companhia e protecção de topo.
Não temamos que malfeitores nos pisem quando temos Alguém que nos blinda a alma. Deus é, além da nossa alta segurança, a nossa verdadeira felicidade.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Diz o louco para consigo mesmo: “Deus não existe!”
2 Deus olha desde os céus para a humanidade,
4 Serão assim tão ignorantes, esses malfeitores,
5 Ali um terror dominou as suas vidas,
6 Que bom seria se já tivesse vindo de Sião
Todos os dias nos deparamos com pessoas que afirmam peremptoriamente: “Não há Deus!” Aliás, se formos francos, ainda que não o verbalizemos, nós juntamo-nos com os nossos actos despidos de amor a essa onda de insensatez. No fundo, acabamos por dizê-lo através das “coisas horríveis que fazemos.”
É cá dentro que mora a incredulidade e a perversão, pois “não há ninguém que faça o bem!” Custa admiti-lo, mas por mais que “Deus olhe lá do céu para a Humanidade, para ver se encontra alguém que O procure”, não é bem sucedido. E não se trata de ter averiguado mal, simplesmente todos nós optámos por “seguir maus caminhos.”
Realmente, “não há quem faça o bem, nem um sequer!” Daí a nossa extrema necessidade que Ele nos estenda a mão e nos salve de nós mesmos. É Nele que se encontra a nossa esperança. Sim, deixando-nos conduzir por Ele sairemos das prisões em que nos enfiámos e vislumbraremos um futuro risonho.
A despeito do cepticismo, pessimismo e malvadez que possam continuar a vigorar à nossa volta, recordemos o que Deus nos reserva: A sua companhia e protecção de topo.
Não temamos que malfeitores nos pisem quando temos Alguém que nos blinda a alma. Deus é, além da nossa alta segurança, a nossa verdadeira felicidade.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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