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1 Salva-me, ó Deus, pelo teu nome;
3 Gente estranha se levantou contra mim,
4 Mas Deus me ajuda;
5 Ele anulará o mal dos que andam à espreita,
6 Com alegria trago-te os meus sacrifícios;
Custa imenso quando nos fazem a vida negra sem razão. Não é que nos vejamos como florzinhas de estufa ou achemos que temos um feitio em forma de pêra doce, mas há alturas em que é incompreensível a perseguição a que somos sujeitos sem lógica ou justificação aparentes.
A pressão é tanta que a tampa parece querer saltar a todo o instante. As implicações sucessivas contra a nossa pessoa, a rudeza no trato, o olhar de esguelha e as indirectas directíssimas, doem horrores. É mesmo duro encaixar quando tais socos são infligidos por estranhos, mas duplica-se a dificuldade se têm proveniência de mãos que reputamos de amigas.
Aí, a única coisa a fazer é pedir que Deus nos valha. Desabafemos com Ele à força toda. Acenemos por socorro até mais não. Sinalizemos a aflição em que estamos, mas não deixemos de declarar que é Nele que confiamos: “Deus é a minha ajuda; o Senhor é quem me conserva a vida.”
Tendo apurada consciência das nossas imperfeições e debilidades, peçamos-Lhe que venha arbitrar a causa em que nos julgamos injustiçados. Sabendo que Deus é inteiramente justo e bom, receberemos de braços abertos e de coração descansado a Sua vontade.
Deus é Quem aplana o nosso caminho e o resto são meras distracções.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Salva-me, ó Deus, pelo teu nome;
3 Gente estranha se levantou contra mim,
4 Mas Deus me ajuda;
5 Ele anulará o mal dos que andam à espreita,
6 Com alegria trago-te os meus sacrifícios;
Custa imenso quando nos fazem a vida negra sem razão. Não é que nos vejamos como florzinhas de estufa ou achemos que temos um feitio em forma de pêra doce, mas há alturas em que é incompreensível a perseguição a que somos sujeitos sem lógica ou justificação aparentes.
A pressão é tanta que a tampa parece querer saltar a todo o instante. As implicações sucessivas contra a nossa pessoa, a rudeza no trato, o olhar de esguelha e as indirectas directíssimas, doem horrores. É mesmo duro encaixar quando tais socos são infligidos por estranhos, mas duplica-se a dificuldade se têm proveniência de mãos que reputamos de amigas.
Aí, a única coisa a fazer é pedir que Deus nos valha. Desabafemos com Ele à força toda. Acenemos por socorro até mais não. Sinalizemos a aflição em que estamos, mas não deixemos de declarar que é Nele que confiamos: “Deus é a minha ajuda; o Senhor é quem me conserva a vida.”
Tendo apurada consciência das nossas imperfeições e debilidades, peçamos-Lhe que venha arbitrar a causa em que nos julgamos injustiçados. Sabendo que Deus é inteiramente justo e bom, receberemos de braços abertos e de coração descansado a Sua vontade.
Deus é Quem aplana o nosso caminho e o resto são meras distracções.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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