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1 Tem misericórdia de mim, ó Deus,
3 Quando estiver com medo,
5 Todos os dias torcem o que eu digo;
8 Tens visto toda a minha agitação;
10 Louvo as palavras de Deus e as suas promessas.
12 Certamente que farei o que te prometi, ó Deus,
Quando as portas todas se fecham e ainda por cima nos trilhamos em algumas, resta-nos pedir que Deus tenha compaixão de nós.
É francamente angustiante não perspectivar escapatória e constatar a nossa impotência diante de carradas de adversidades. Nesses momentos, em que os problemas surgem por tudo o que é lado, o melhor mesmo é começar por desabafar com Deus.
Assumir que não daremos conta do recado sozinhos e que até nos parece que meio mundo está a lutar contra nós. Metamos na cabeça que na hora em que o pavor nos assaltar, tomámos a prévia decisão de confiar Nele. Iniciemos esse treino mental desde já.
Interiorizemos a máxima: “Confio em Deus e celebro as Suas palavras; confio em Deus e não terei medo.” Chegados a este patamar não há mortal que nos derrote. É certo que pode continuar a haver gente que “mude continuamente o sentido das nossas palavras”, insista em pensar o pior de nós e até deseje fazer-nos a folha na próxima oportunidade, mas agora mora em nós a convicção de que Deus nos acompanha e a Seu tempo nos livrará.
Ele tem anotadas as vezes em que tivemos de fugir e as lágrimas que vertemos, pelo que estamos em boas mãos. Sim, sabemos que temos Deus por nós: Escutando e fortalecendo o nosso íntimo.
Reiteremos, vinte quatro sobre vinte e quatro horas, que é Nele que depositamos a nossa confiança.
Passemos da teoria à prática e cumpramos, agradecidos, o que Lhe votamos, pois devemos-Lhe tudo nesta vida e na que há-de vir. É tão bom viver com Ele na terra dos vivos.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Tem misericórdia de mim, ó Deus,
3 Quando estiver com medo,
5 Todos os dias torcem o que eu digo;
8 Tens visto toda a minha agitação;
10 Louvo as palavras de Deus e as suas promessas.
12 Certamente que farei o que te prometi, ó Deus,
Quando as portas todas se fecham e ainda por cima nos trilhamos em algumas, resta-nos pedir que Deus tenha compaixão de nós.
É francamente angustiante não perspectivar escapatória e constatar a nossa impotência diante de carradas de adversidades. Nesses momentos, em que os problemas surgem por tudo o que é lado, o melhor mesmo é começar por desabafar com Deus.
Assumir que não daremos conta do recado sozinhos e que até nos parece que meio mundo está a lutar contra nós. Metamos na cabeça que na hora em que o pavor nos assaltar, tomámos a prévia decisão de confiar Nele. Iniciemos esse treino mental desde já.
Interiorizemos a máxima: “Confio em Deus e celebro as Suas palavras; confio em Deus e não terei medo.” Chegados a este patamar não há mortal que nos derrote. É certo que pode continuar a haver gente que “mude continuamente o sentido das nossas palavras”, insista em pensar o pior de nós e até deseje fazer-nos a folha na próxima oportunidade, mas agora mora em nós a convicção de que Deus nos acompanha e a Seu tempo nos livrará.
Ele tem anotadas as vezes em que tivemos de fugir e as lágrimas que vertemos, pelo que estamos em boas mãos. Sim, sabemos que temos Deus por nós: Escutando e fortalecendo o nosso íntimo.
Reiteremos, vinte quatro sobre vinte e quatro horas, que é Nele que depositamos a nossa confiança.
Passemos da teoria à prática e cumpramos, agradecidos, o que Lhe votamos, pois devemos-Lhe tudo nesta vida e na que há-de vir. É tão bom viver com Ele na terra dos vivos.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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