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1 Os grandes da sociedade sabem o que é a justiça?
3 Essa gente já nasceu pecadora;
6 Quebra-lhes os dentes, ó Deus,
9 Deus aniquilará, tanto os velhos como os novos;
Ai de nós se perdemos o senso de justiça. Não se confunda isso com o andar por aí pelos cantos a lastimar a nossa triste sorte ou a embirrar com meio mundo.
Erga-se, sim, a voz para expressar o vivo desejo que aqueles que detêm o poder governativo optem por o exercer com equidade. É por demais evidente que não tem sido esse o caso. Pululam aos magotes os episódios que envolvem mentiras forjadas.
A violência, dos mais variados tipos, é o lamentável prato do dia. Note-se, no entanto, que no íntimo todos resvalamos para práticas tortuosas. Reconheçamos, pois, diante de Deus que erramos desde que nos conhecemos. Somos dados ao disparate, mas já não nos conformamos com a mediocridade.
Há que combater o nosso ego, assim como o jeito venenoso de ser daqueles que, tendo responsabilidades acrescidas, se fazem desentendidos para picar os mais frágeis. Por muito indignados que estejamos, evitemos cometer o erro crasso de fazer justiça pelas nossas próprias mãos.
Recorramos a todos os meios legais ao nosso alcance e, sobretudo, não descuremos a potente direita de Deus. Ele tem um gancho letal que deixa sem fala os arrogantes. Deus é perito em tirar o tapete a gente de peito feito e a desarmar malta de língua engatilhada.
Retarda-lhes o passo e desfaz-lhes os planos. Inclusive quando pensam que o cozinhado lhes está a sair um pitéu, Ele esturra-lhes o banquete.
Não percamos a esperança, pois, demore muito ou pouco, uma coisa é certa: “Deus faz justiça sobre a terra!”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Os grandes da sociedade sabem o que é a justiça?
3 Essa gente já nasceu pecadora;
6 Quebra-lhes os dentes, ó Deus,
9 Deus aniquilará, tanto os velhos como os novos;
Ai de nós se perdemos o senso de justiça. Não se confunda isso com o andar por aí pelos cantos a lastimar a nossa triste sorte ou a embirrar com meio mundo.
Erga-se, sim, a voz para expressar o vivo desejo que aqueles que detêm o poder governativo optem por o exercer com equidade. É por demais evidente que não tem sido esse o caso. Pululam aos magotes os episódios que envolvem mentiras forjadas.
A violência, dos mais variados tipos, é o lamentável prato do dia. Note-se, no entanto, que no íntimo todos resvalamos para práticas tortuosas. Reconheçamos, pois, diante de Deus que erramos desde que nos conhecemos. Somos dados ao disparate, mas já não nos conformamos com a mediocridade.
Há que combater o nosso ego, assim como o jeito venenoso de ser daqueles que, tendo responsabilidades acrescidas, se fazem desentendidos para picar os mais frágeis. Por muito indignados que estejamos, evitemos cometer o erro crasso de fazer justiça pelas nossas próprias mãos.
Recorramos a todos os meios legais ao nosso alcance e, sobretudo, não descuremos a potente direita de Deus. Ele tem um gancho letal que deixa sem fala os arrogantes. Deus é perito em tirar o tapete a gente de peito feito e a desarmar malta de língua engatilhada.
Retarda-lhes o passo e desfaz-lhes os planos. Inclusive quando pensam que o cozinhado lhes está a sair um pitéu, Ele esturra-lhes o banquete.
Não percamos a esperança, pois, demore muito ou pouco, uma coisa é certa: “Deus faz justiça sobre a terra!”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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