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1 Livra-me, ó Deus, dos meus inimigos;
3 Armam ciladas contra a minha vida;
6 Ao anoitecer vêm espiar-me,
9 Ó Deus, tu és a minha força!
14 Ao anoitecer vêm espiar-me,
17 A ti, pois, minha força, cantarei louvores;
Há ciclos na nossa vida em que as coisas parecem ir de mal a pior. Pomos a cabeça fora da toca e só vemos lobos a cirandar de um lado para o outro, avançando determinados para nos abocanhar a alma. Há gente com sede de fazer sangue e logo à nossa custa.
É exactamente nesses momentos que importa pedir a Deus que repare na nossa aflição. Não que Ele Se distraia por um instante que seja, acontece que nós é que precisamos de nos relembrar que temos a Sua ajuda à mão de semear. É que enquanto Lhe apresentamos os detalhes, que aliás são sempre do Seu inteiro conhecimento, vamos desabafando e sossegando. Sobretudo quando Lhe confidenciamos entre dentes: “Desperta e vem em meu auxílio!”
Sim, “é Ele o nosso protector” diante de rosnadelas e flechadas. Até podemos ser alvo de chacota, mas no meio de tanta ameaça e zombaria é Deus Quem se ri por último. E nós com Ele, pois debaixo de fogo, podemos dar-nos por seguros: “Deus que nos ama, virá ao nosso encontro” e nos dará a vitória. Atenção, porém, que o triunfo será à Sua maneira e não à nossa.
Incorremos no erro de reivindicar juízo implacável para terceiros, ansiando pelo exercício da Sua compaixão quando somos nós a estar na berlinda. Não esqueçamos que a justiça que requeremos para os outros é igual para nós. Desabafemos com Ele, mas deixemos também nas Suas mãos a resolução da injustiça alheia.
Quanto à que nos assiste, cantemos o Seu poder, o Seu amor e a Sua graça a cada manhã, pois é Ele mesmo, continuamente, a nossa escapatória.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Livra-me, ó Deus, dos meus inimigos;
3 Armam ciladas contra a minha vida;
6 Ao anoitecer vêm espiar-me,
9 Ó Deus, tu és a minha força!
14 Ao anoitecer vêm espiar-me,
17 A ti, pois, minha força, cantarei louvores;
Há ciclos na nossa vida em que as coisas parecem ir de mal a pior. Pomos a cabeça fora da toca e só vemos lobos a cirandar de um lado para o outro, avançando determinados para nos abocanhar a alma. Há gente com sede de fazer sangue e logo à nossa custa.
É exactamente nesses momentos que importa pedir a Deus que repare na nossa aflição. Não que Ele Se distraia por um instante que seja, acontece que nós é que precisamos de nos relembrar que temos a Sua ajuda à mão de semear. É que enquanto Lhe apresentamos os detalhes, que aliás são sempre do Seu inteiro conhecimento, vamos desabafando e sossegando. Sobretudo quando Lhe confidenciamos entre dentes: “Desperta e vem em meu auxílio!”
Sim, “é Ele o nosso protector” diante de rosnadelas e flechadas. Até podemos ser alvo de chacota, mas no meio de tanta ameaça e zombaria é Deus Quem se ri por último. E nós com Ele, pois debaixo de fogo, podemos dar-nos por seguros: “Deus que nos ama, virá ao nosso encontro” e nos dará a vitória. Atenção, porém, que o triunfo será à Sua maneira e não à nossa.
Incorremos no erro de reivindicar juízo implacável para terceiros, ansiando pelo exercício da Sua compaixão quando somos nós a estar na berlinda. Não esqueçamos que a justiça que requeremos para os outros é igual para nós. Desabafemos com Ele, mas deixemos também nas Suas mãos a resolução da injustiça alheia.
Quanto à que nos assiste, cantemos o Seu poder, o Seu amor e a Sua graça a cada manhã, pois é Ele mesmo, continuamente, a nossa escapatória.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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