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1 Deus, tu rejeitaste-nos e dispersaste-nos;
5 Salva-nos, para que o povo que amas seja livre!
9 Quem me conduzirá à cidade fortificada?
A sensação de desamparo invade-nos muitas vezes. E nem Deus, na nossa óptica, fica livre de recriminação. Barafustamos com Ele porque na leitura limitada que fazemos de situações críticas acabamos por tirar conclusões precipitadas.
Achamos que os abalos sentidos e as rachas na nossa terra são da Sua lavra. Associamos o descalabro presente a uma reprimenda severa da Sua parte. Confundimos permissão com indiferença, quando na verdade as fissuras que dão lugar ao buraco que nos parece engolir são uma incrível oportunidade para nos reaproximarmos Dele.
O mundo que construímos ao nosso jeito e está prestes a desmoronar-se é o ínico de um capítulo de mão dada com Deus para que algo novo seja reerguido em nós. As paredes mais importantes a reconstruir são as do nosso coração e a partir daí tudo o mais se levanta. As duras provas a que somos expostos e que nos fazem cambalear servem para que enrijeçamos a fé Nele.
Há que pedir que nos oriente a cada passinho, sobretudo quando estamos debaixo de uma saraivada de apupos, impropérios ou chumbo pesado. Roguemos em alta voz: “Liberta aqueles que amas! Responde e salva-nos com o Teu poder!”
Até porque é bom lembrar que tudo Lhe está sujeito. Deus coloca qualquer um no seu lugar, isto é, sob Sob alçada. Não há quem Lhe leve a melhor. Ele repõe fronteiras éticas e valores morais. Não há outro que nos possa guiar e valer.
Sim, “com a ajuda de Deus alcançaremos a vitória”; pois Ele Se encarregará de nos desbravar o caminho.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Deus, tu rejeitaste-nos e dispersaste-nos;
5 Salva-nos, para que o povo que amas seja livre!
9 Quem me conduzirá à cidade fortificada?
A sensação de desamparo invade-nos muitas vezes. E nem Deus, na nossa óptica, fica livre de recriminação. Barafustamos com Ele porque na leitura limitada que fazemos de situações críticas acabamos por tirar conclusões precipitadas.
Achamos que os abalos sentidos e as rachas na nossa terra são da Sua lavra. Associamos o descalabro presente a uma reprimenda severa da Sua parte. Confundimos permissão com indiferença, quando na verdade as fissuras que dão lugar ao buraco que nos parece engolir são uma incrível oportunidade para nos reaproximarmos Dele.
O mundo que construímos ao nosso jeito e está prestes a desmoronar-se é o ínico de um capítulo de mão dada com Deus para que algo novo seja reerguido em nós. As paredes mais importantes a reconstruir são as do nosso coração e a partir daí tudo o mais se levanta. As duras provas a que somos expostos e que nos fazem cambalear servem para que enrijeçamos a fé Nele.
Há que pedir que nos oriente a cada passinho, sobretudo quando estamos debaixo de uma saraivada de apupos, impropérios ou chumbo pesado. Roguemos em alta voz: “Liberta aqueles que amas! Responde e salva-nos com o Teu poder!”
Até porque é bom lembrar que tudo Lhe está sujeito. Deus coloca qualquer um no seu lugar, isto é, sob Sob alçada. Não há quem Lhe leve a melhor. Ele repõe fronteiras éticas e valores morais. Não há outro que nos possa guiar e valer.
Sim, “com a ajuda de Deus alcançaremos a vitória”; pois Ele Se encarregará de nos desbravar o caminho.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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