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1 Ouve, ó Deus, o meu clamor!
2 Ainda que esteja no fim do mundo clamarei por ti,
4 Morarei no teu tabernáculo para sempre;
6 Prolongarás a minha vida de rei;
8 Então cantarei salmos ao teu nome continuamente,
Rogar a Deus que ouça a nossa queixa é muito diferente de Lhe fazer queixinhas. Uma coisa é clamar pelo Seu auxílio, outra bem distinta e, aliás, completamente dispensável, é viver num crónico choradinho a pedinchar a Sua intervenção por niquices.
Falemos-Lhe mas é abertamente do que faz desfalecer o nosso coração. Gritemos, se preciso for, quando nos sentirmos isolados. Abramos as goelas sempre que o chão nos fugir dos pés e tivermos a nítida sensação que vamos cair num poço sem fundo. Assumamos que precisamos que Ele faça de rede de protecção e ampare a nossa queda.
Toca a dizer-Lhe com todas as letras que Ele é o nosso chão, a nossa “rocha segura.” Admitamos sem rodeios que sem a Sua preciosa mão não conseguiremos sair do buraco em que estamos enfiados. Tão bom ser por Ele resgatado de lugares sombrios e contar com o Seu colo como refúgio. É lá que nos aninhamos e nos sentimos seguros, “protegidos debaixo das Suas asas.”
Tenhamos por alvo “viver na Sua casa para sempre”, isto é, sem filtros em cada recanto do dia-a-dia. Busquemos a intimidade com Ele passo a passo e veremos como a vida se torna longa e sumarenta, por mais curta que possa vir a ser deste lado da eternidade.
Sim, Deus cuida de nós amorosa e fielmente. Não O deixemos sem resposta; jamais paremos de Lhe agradecer e de tentar agradar-Lhe.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Ouve, ó Deus, o meu clamor!
2 Ainda que esteja no fim do mundo clamarei por ti,
4 Morarei no teu tabernáculo para sempre;
6 Prolongarás a minha vida de rei;
8 Então cantarei salmos ao teu nome continuamente,
Rogar a Deus que ouça a nossa queixa é muito diferente de Lhe fazer queixinhas. Uma coisa é clamar pelo Seu auxílio, outra bem distinta e, aliás, completamente dispensável, é viver num crónico choradinho a pedinchar a Sua intervenção por niquices.
Falemos-Lhe mas é abertamente do que faz desfalecer o nosso coração. Gritemos, se preciso for, quando nos sentirmos isolados. Abramos as goelas sempre que o chão nos fugir dos pés e tivermos a nítida sensação que vamos cair num poço sem fundo. Assumamos que precisamos que Ele faça de rede de protecção e ampare a nossa queda.
Toca a dizer-Lhe com todas as letras que Ele é o nosso chão, a nossa “rocha segura.” Admitamos sem rodeios que sem a Sua preciosa mão não conseguiremos sair do buraco em que estamos enfiados. Tão bom ser por Ele resgatado de lugares sombrios e contar com o Seu colo como refúgio. É lá que nos aninhamos e nos sentimos seguros, “protegidos debaixo das Suas asas.”
Tenhamos por alvo “viver na Sua casa para sempre”, isto é, sem filtros em cada recanto do dia-a-dia. Busquemos a intimidade com Ele passo a passo e veremos como a vida se torna longa e sumarenta, por mais curta que possa vir a ser deste lado da eternidade.
Sim, Deus cuida de nós amorosa e fielmente. Não O deixemos sem resposta; jamais paremos de Lhe agradecer e de tentar agradar-Lhe.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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