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1 Ó Deus, meu Deus,
2 Eu gostaria de ver, no santuário,
6 De noite, lembro-me de ti;
9 Os que andam atrás de mim, para me destruir,
11 Eu, o rei, me regozijarei em Deus.
A pior situação em que nos vejamos envolvidos pode trazer à tona o melhor de nós. Reagir mal é carnal e usual, mas inverter este ciclo é sobrenatural. Há que fazer das tripas coração para contrariar os maus fígados. Aproveitemos os momentos em que nos sentimos perdidos para retomar o rumo em direcção a Deus.
Os desertos que percorremos têm o condão de aguçar as nossas saudades de Deus. Sendo atingidos por sensações interiores de aridez, exaustão e sede devastadora impõe-se beber directamente da Fonte. O nosso desânimo é uma oportunidade para sussurrar a Deus: “A minha alma está sedenta de Ti!”
Tendo-nos afastado da convivência próxima ou perdendo o fôlego espiritual, voltemos a acertar o passo com Ele. Retomemos o hábito de caminhar todo o dia com Deus, até “porque o Seu amor é mais precioso do que a vida!”
Aproveitemos até as noites de insónia para aprofundar o nosso relacionamento com Ele. Ginastiquemos pela noite dentro a fé e, enquanto a cidade dorme, cantemos baixinho: “Tu és o meu auxílio.
A minha alma está unida a Ti e a Tua mão mantém-me seguro.” Nele a nossa alma fica de barriga cheia “como se tivesse comido uma deliciosa refeição.”
E quando assim é colocamos na borda do prato as espinhas que alguns nos possam querer fazer engolir, pois já escolhemos alegrar-nos em Deus.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Ó Deus, meu Deus,
2 Eu gostaria de ver, no santuário,
6 De noite, lembro-me de ti;
9 Os que andam atrás de mim, para me destruir,
11 Eu, o rei, me regozijarei em Deus.
A pior situação em que nos vejamos envolvidos pode trazer à tona o melhor de nós. Reagir mal é carnal e usual, mas inverter este ciclo é sobrenatural. Há que fazer das tripas coração para contrariar os maus fígados. Aproveitemos os momentos em que nos sentimos perdidos para retomar o rumo em direcção a Deus.
Os desertos que percorremos têm o condão de aguçar as nossas saudades de Deus. Sendo atingidos por sensações interiores de aridez, exaustão e sede devastadora impõe-se beber directamente da Fonte. O nosso desânimo é uma oportunidade para sussurrar a Deus: “A minha alma está sedenta de Ti!”
Tendo-nos afastado da convivência próxima ou perdendo o fôlego espiritual, voltemos a acertar o passo com Ele. Retomemos o hábito de caminhar todo o dia com Deus, até “porque o Seu amor é mais precioso do que a vida!”
Aproveitemos até as noites de insónia para aprofundar o nosso relacionamento com Ele. Ginastiquemos pela noite dentro a fé e, enquanto a cidade dorme, cantemos baixinho: “Tu és o meu auxílio.
A minha alma está unida a Ti e a Tua mão mantém-me seguro.” Nele a nossa alma fica de barriga cheia “como se tivesse comido uma deliciosa refeição.”
E quando assim é colocamos na borda do prato as espinhas que alguns nos possam querer fazer engolir, pois já escolhemos alegrar-nos em Deus.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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