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1 Ouve-me, ó Deus, nesta minha oração;
2 Guarda a minha vida
5 Combinam bem os seus planos de maldade;
7 Mas Deus mesmo disparará sobre eles
10 Os que seguem a justiça do Senhor
Não há razão para pôr paninhos quentes naquilo que conversamos com Deus. O melhor mesmo é abrir o jogo todo sem rodeios. Quando estamos à rasquinha é para Lhe dizer logo. Só nos faz mal fingir que não estão a fazer mossa os complôs de que somos alvo.
Admitamos de uma vez por todas que precisamos para ontem da Sua protecção. É que sem a Sua cobertura fica difícil, para não dizer impossível, escapar ileso do fogo cruzado a que estamos sujeitos. Há por aí muito “boa” gente que gosta de disparar enxovalho a torto e a direito. Livre-nos Deus dessa maltinha.
Desempoeire-nos Ele quando fizerem de nós tapete. Contemos-Lhe como estamos fartos de servir de saco de pancada. Mostremos-Lhe as feridas provocadas pelas “palavras venenosas” com que nos picam. Manifestemos a nossa estupefacção por tanta maldade e impunidade.
Não engulamos o que urge ser desabafado. Expressemos incómodo ao mais leve cheiro a conspiração. Trate, pois, cada um de conferir a motivação com que abre a boca e sela alianças, já que “o coração humano é muito fundo.”
Quando não é por terceiros, somos fintados pelo nosso ego, razão pela qual há que insistir nos exercícios introspectivos para que Deus opere as refregas que entender na nossa alma. Deus não dorme, pelo que a cama que estejamos a fazer a outros será aquela em que nos deitaremos.
A despeito das adversidades, contentemo-nos sempre em fazer o bem: “O justo encontra no Senhor a sua alegria!”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Ouve-me, ó Deus, nesta minha oração;
2 Guarda a minha vida
5 Combinam bem os seus planos de maldade;
7 Mas Deus mesmo disparará sobre eles
10 Os que seguem a justiça do Senhor
Não há razão para pôr paninhos quentes naquilo que conversamos com Deus. O melhor mesmo é abrir o jogo todo sem rodeios. Quando estamos à rasquinha é para Lhe dizer logo. Só nos faz mal fingir que não estão a fazer mossa os complôs de que somos alvo.
Admitamos de uma vez por todas que precisamos para ontem da Sua protecção. É que sem a Sua cobertura fica difícil, para não dizer impossível, escapar ileso do fogo cruzado a que estamos sujeitos. Há por aí muito “boa” gente que gosta de disparar enxovalho a torto e a direito. Livre-nos Deus dessa maltinha.
Desempoeire-nos Ele quando fizerem de nós tapete. Contemos-Lhe como estamos fartos de servir de saco de pancada. Mostremos-Lhe as feridas provocadas pelas “palavras venenosas” com que nos picam. Manifestemos a nossa estupefacção por tanta maldade e impunidade.
Não engulamos o que urge ser desabafado. Expressemos incómodo ao mais leve cheiro a conspiração. Trate, pois, cada um de conferir a motivação com que abre a boca e sela alianças, já que “o coração humano é muito fundo.”
Quando não é por terceiros, somos fintados pelo nosso ego, razão pela qual há que insistir nos exercícios introspectivos para que Deus opere as refregas que entender na nossa alma. Deus não dorme, pelo que a cama que estejamos a fazer a outros será aquela em que nos deitaremos.
A despeito das adversidades, contentemo-nos sempre em fazer o bem: “O justo encontra no Senhor a sua alegria!”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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