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1 Apressa-te, ó Deus, em me livrar!
2 Desmascara e envergonha toda essa gente
5 Eu estou aflito e necessitado;
Para sinalizar a nossa aflição a Deus dispensam-se floreados. Não são cá precisos longos discursos, nem grandes justificações para Lhe dizer que sentimos os calos apertados.
Ninguém no seu perfeito juízo usa muito palavreado na hora em que está em risco de se afogar ou de cair num precipício. Como tal, quando o cenário for deveras angustiante, faça-se uso de uma sentença curta: “Vem depressa, ó Deus, para me livrares!”
Escusamos de Lhe explicar as circunstâncias ou mapear o local em que nos encontramos. Deus não nos perde de vista, nós é que deixamos de reparar Nele carradas de vezes. Aproveitemos as crises para inverter esses ciclos de indiferença.
Sirva o ego trilhado para exclamar em alta voz a urgência do Seu socorro. Exprimamos sem perca de tempo a necessidade extrema da nossa alma ser por Ele aliviada.
Ainda que o coração pareça saltar-nos pela boca, o peito arfe que nem uma locomotiva e julguemos que não aguentamos sequer mais um segundo, façamos um esforço extra para Lhe dizer: “Preciso de ajuda, Deus!
Vale-me, mais uma vez! Sem Ti não me safo!” Não cessemos de buscar o auxílio Daquele cujo desejo é ver-nos simplesmente a salvo. Ainda que meio mundo nos finte e rasteire, há que lembrar que Deus está sempre pronto a erguer-nos e a encher-nos de alegria.
Temos múltiplas razões para gritar a plenos pulmões: “Deus é grande!”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Apressa-te, ó Deus, em me livrar!
2 Desmascara e envergonha toda essa gente
5 Eu estou aflito e necessitado;
Para sinalizar a nossa aflição a Deus dispensam-se floreados. Não são cá precisos longos discursos, nem grandes justificações para Lhe dizer que sentimos os calos apertados.
Ninguém no seu perfeito juízo usa muito palavreado na hora em que está em risco de se afogar ou de cair num precipício. Como tal, quando o cenário for deveras angustiante, faça-se uso de uma sentença curta: “Vem depressa, ó Deus, para me livrares!”
Escusamos de Lhe explicar as circunstâncias ou mapear o local em que nos encontramos. Deus não nos perde de vista, nós é que deixamos de reparar Nele carradas de vezes. Aproveitemos as crises para inverter esses ciclos de indiferença.
Sirva o ego trilhado para exclamar em alta voz a urgência do Seu socorro. Exprimamos sem perca de tempo a necessidade extrema da nossa alma ser por Ele aliviada.
Ainda que o coração pareça saltar-nos pela boca, o peito arfe que nem uma locomotiva e julguemos que não aguentamos sequer mais um segundo, façamos um esforço extra para Lhe dizer: “Preciso de ajuda, Deus!
Vale-me, mais uma vez! Sem Ti não me safo!” Não cessemos de buscar o auxílio Daquele cujo desejo é ver-nos simplesmente a salvo. Ainda que meio mundo nos finte e rasteire, há que lembrar que Deus está sempre pronto a erguer-nos e a encher-nos de alegria.
Temos múltiplas razões para gritar a plenos pulmões: “Deus é grande!”
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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