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1 Senhor, tu és o meu refúgio;
5 Senhor Deus, só tu és a minha esperança;
9 Agora que estou velho, não me deixes de lado;
14 Mas eu continuarei à espera da tua ajuda
19 A tua justiça, ó Deus, é sublime;
22 E eu te louvarei com música e instrumentos,
Bem podemos tentar encontrar protecção num sem número de recantos, que só Deus nos abriga como deve ser. Andamos para aí que nem uns doidinhos às voltas à procura de segurança e Deus continua simplesmente à espera que reparemos nos Seus braços estendidos.
E mesmo quando finalmente resolvemos assumir que estamos perdidos e confusos, pensamos que estamos a dar-Lhe uma grande novidade e que, porventura, precisamos de chamar a Sua atenção para que nos ouça e valha. Nada mais disparatado.
Não é Ele que tem de Se dignar ouvir-nos, somos nós que precisamos de ganhar vergonha na cara e deixar de ter a lata de apenas O procurar quando estamos aflitinhos. Não é só quando estamos à mercê de gente má que importa buscá-Lo, mas fazê-lo a todo o momento com a simplicidade e a constância dos tempos de meninice.
Louvemo-Lo sempre, pois já em novinhos era Ele a nossa “esperança e confiança”: “Instruíste-me, ó Deus, desde a minha juventude e continuo a anunciar os Teus prodígios.”
Já temos idade suficiente para ter juizinho, pelo que quando nos acham o máximo reconheçamos qual é a razão para tal: Deus em nós! Não paremos de Lhe dar inteiro destaque, nem de Lhe pedir que nos acompanhe até ao fim dos nossos dias.
E mesmo que os anos comecem a pesar ou nos moa a maldade de terceiros, jamais deixemos de “anunciar os Seus actos de justiça, apesar de eles ser
By Meeting Point1 Senhor, tu és o meu refúgio;
5 Senhor Deus, só tu és a minha esperança;
9 Agora que estou velho, não me deixes de lado;
14 Mas eu continuarei à espera da tua ajuda
19 A tua justiça, ó Deus, é sublime;
22 E eu te louvarei com música e instrumentos,
Bem podemos tentar encontrar protecção num sem número de recantos, que só Deus nos abriga como deve ser. Andamos para aí que nem uns doidinhos às voltas à procura de segurança e Deus continua simplesmente à espera que reparemos nos Seus braços estendidos.
E mesmo quando finalmente resolvemos assumir que estamos perdidos e confusos, pensamos que estamos a dar-Lhe uma grande novidade e que, porventura, precisamos de chamar a Sua atenção para que nos ouça e valha. Nada mais disparatado.
Não é Ele que tem de Se dignar ouvir-nos, somos nós que precisamos de ganhar vergonha na cara e deixar de ter a lata de apenas O procurar quando estamos aflitinhos. Não é só quando estamos à mercê de gente má que importa buscá-Lo, mas fazê-lo a todo o momento com a simplicidade e a constância dos tempos de meninice.
Louvemo-Lo sempre, pois já em novinhos era Ele a nossa “esperança e confiança”: “Instruíste-me, ó Deus, desde a minha juventude e continuo a anunciar os Teus prodígios.”
Já temos idade suficiente para ter juizinho, pelo que quando nos acham o máximo reconheçamos qual é a razão para tal: Deus em nós! Não paremos de Lhe dar inteiro destaque, nem de Lhe pedir que nos acompanhe até ao fim dos nossos dias.
E mesmo que os anos comecem a pesar ou nos moa a maldade de terceiros, jamais deixemos de “anunciar os Seus actos de justiça, apesar de eles ser

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