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1 Ó Deus, porque é que nos rejeitaste?
4 Aí mesmo, nos lugares santos,
9 Tudo o que nos marcava como teu povo desapareceu;
12 Todavia, Deus é o meu Rei, desde os tempos antigos,
13 Com o teu poder abriste o mar
18 Assim, Senhor, vê como o inimigo te insultou;
A pessoa com fé interroga-se, ao invés de fingir que compreende tudo. Faz perguntas a Deus. Expõe-Lhe dúvidas. Escancara perplexidades. Revela o que lhe vai dentro da alma.
Pensa em voz alta e deita cá para fora os dilemas que a assaltam. Não se conforma com o estado calamitoso que a circunda. Cutuca Deus sobre a Sua perspectiva da realidade presente. Tenta perceber onde é que Ele se encontra face a si e aos demais companheiros de peregrinação.
Atreve-se a avivar-Lhe a memória, mesmo que no íntimo saiba que Deus não precisa disso… No fundo, essa provocação, não passa de uma tentativa desesperada para O desafiar a agir.
Parte-se do princípio errado que Ele está parado, quando optou só por estar calado. É que é mesmo duro lidar com o Seu impenetrável silêncio em determinados momentos da História. Apetece convidá-Lo à força para vir visitar os danos que foram provocados pela maldade humana.
A questão é que Ele foi o primeiro a chegar cá e nós ainda não demos conta. Deus chora o nosso estado bem antes de nós mesmos o fazermos. Lá por finalmente nos apercebermos do desconchavo religioso vigente, não significa que Deus esteja de braços cruzados.
Nós é que andámos nu
By Meeting Point1 Ó Deus, porque é que nos rejeitaste?
4 Aí mesmo, nos lugares santos,
9 Tudo o que nos marcava como teu povo desapareceu;
12 Todavia, Deus é o meu Rei, desde os tempos antigos,
13 Com o teu poder abriste o mar
18 Assim, Senhor, vê como o inimigo te insultou;
A pessoa com fé interroga-se, ao invés de fingir que compreende tudo. Faz perguntas a Deus. Expõe-Lhe dúvidas. Escancara perplexidades. Revela o que lhe vai dentro da alma.
Pensa em voz alta e deita cá para fora os dilemas que a assaltam. Não se conforma com o estado calamitoso que a circunda. Cutuca Deus sobre a Sua perspectiva da realidade presente. Tenta perceber onde é que Ele se encontra face a si e aos demais companheiros de peregrinação.
Atreve-se a avivar-Lhe a memória, mesmo que no íntimo saiba que Deus não precisa disso… No fundo, essa provocação, não passa de uma tentativa desesperada para O desafiar a agir.
Parte-se do princípio errado que Ele está parado, quando optou só por estar calado. É que é mesmo duro lidar com o Seu impenetrável silêncio em determinados momentos da História. Apetece convidá-Lo à força para vir visitar os danos que foram provocados pela maldade humana.
A questão é que Ele foi o primeiro a chegar cá e nós ainda não demos conta. Deus chora o nosso estado bem antes de nós mesmos o fazermos. Lá por finalmente nos apercebermos do desconchavo religioso vigente, não significa que Deus esteja de braços cruzados.
Nós é que andámos nu

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