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1 Clamo a Deus, elevo-lhe a minha voz;
3 Pensava em Deus e gemia;
7 Será que o Senhor nos rejeitará para sempre
10 Então disse para mim mesmo:
13 Ó Deus, os teus caminhos são santos;
16 Quando as águas do mar Vermelho te viram,
20 Foi assim que guiaste o teu povo, como um rebanho,
Há dias muitos escuros na nossa caminhada e o melhor é não fingir que são apenas um sonho. A vida expõe-nos a pesadelos. Daí que seja recomendável, a bem da nossa sanidade mental, emocional e espiritual, desabafar com Deus.
Quando estivermos angustiados, procuremo-Lo pela noite dentro. E mesmo que a insónia não passe e sintamos que a alma permanece desconsolada, perseveremos em elevar (sim, no seu duplo sentido!) a voz a Deus. Não vem nenhum mal ao mundo por gritarmos pelo Seu socorro.
Aliás, é por muitas vezes não o fazermos que isto cá por baixo, assim como dentro de nós, está como está. Suspiremos por Ele. Se desanimados e incapazes de Lhe dizer o que quer que seja, rebobinemos os “dias passados.
Lembremo-nos dos tempos antigos.” Com isto nada de anestesiar o vazio ou sublimar o presente.
Coloquemos-Lhe a quente as perguntas que nos assaltam: “Irá o Senhor rejeitar-nos para sempre? Não voltará mais a ser-nos favorável? Terá Ele deixado de nos amar? Teá anulado a Sua promessa para sempre? Ter-se-á Deus esquecido da Sua compaixão? Estará tão irado que se esgotou a Sua bondade?”
Abramos o jogo por completo se em nós paira a dúvida de que a Sua conduta se alterou para connosco. Se melindrados, toca a dizer-Lho. Ele aguenta e nós aprofundamos o pensamento. Vêm à tona as memórias dos Seus feitos e das Suas maravilhas.
Contamos as bênçãos e volta o desejo de as cantar. Percebemos a Sua grandeza e a nossa pequenez, o Seu poder e a nossa fragilidade.
Finalmente, acabamos por interiorizar que somos simples ovelhas e Ele nos nos tem guiado discretamente: “Abriste o Teu caminho através do mar; caminhaste por entre águas caudalosas, mas ninguém, encontrou as Tuas pegadas.
Guiaste o Teu povo como um Pastor!”
– Jónatas Figue
By Meeting Point1 Clamo a Deus, elevo-lhe a minha voz;
3 Pensava em Deus e gemia;
7 Será que o Senhor nos rejeitará para sempre
10 Então disse para mim mesmo:
13 Ó Deus, os teus caminhos são santos;
16 Quando as águas do mar Vermelho te viram,
20 Foi assim que guiaste o teu povo, como um rebanho,
Há dias muitos escuros na nossa caminhada e o melhor é não fingir que são apenas um sonho. A vida expõe-nos a pesadelos. Daí que seja recomendável, a bem da nossa sanidade mental, emocional e espiritual, desabafar com Deus.
Quando estivermos angustiados, procuremo-Lo pela noite dentro. E mesmo que a insónia não passe e sintamos que a alma permanece desconsolada, perseveremos em elevar (sim, no seu duplo sentido!) a voz a Deus. Não vem nenhum mal ao mundo por gritarmos pelo Seu socorro.
Aliás, é por muitas vezes não o fazermos que isto cá por baixo, assim como dentro de nós, está como está. Suspiremos por Ele. Se desanimados e incapazes de Lhe dizer o que quer que seja, rebobinemos os “dias passados.
Lembremo-nos dos tempos antigos.” Com isto nada de anestesiar o vazio ou sublimar o presente.
Coloquemos-Lhe a quente as perguntas que nos assaltam: “Irá o Senhor rejeitar-nos para sempre? Não voltará mais a ser-nos favorável? Terá Ele deixado de nos amar? Teá anulado a Sua promessa para sempre? Ter-se-á Deus esquecido da Sua compaixão? Estará tão irado que se esgotou a Sua bondade?”
Abramos o jogo por completo se em nós paira a dúvida de que a Sua conduta se alterou para connosco. Se melindrados, toca a dizer-Lho. Ele aguenta e nós aprofundamos o pensamento. Vêm à tona as memórias dos Seus feitos e das Suas maravilhas.
Contamos as bênçãos e volta o desejo de as cantar. Percebemos a Sua grandeza e a nossa pequenez, o Seu poder e a nossa fragilidade.
Finalmente, acabamos por interiorizar que somos simples ovelhas e Ele nos nos tem guiado discretamente: “Abriste o Teu caminho através do mar; caminhaste por entre águas caudalosas, mas ninguém, encontrou as Tuas pegadas.
Guiaste o Teu povo como um Pastor!”
– Jónatas Figue

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