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1 Presta atenção à minha oração, Senhor;
5 Tu, Senhor, és bom e pronto a perdoar;
8 Entre os deuses não há nenhum que se assemelhe a ti,
11 Ensina-me, Senhor, o teu caminho e andarei na tua verdade;
14 Ó Deus, gente soberba levantou-se contra mim;
Quem já não teve longas conversas com Deus pela noite dentro? Não que tenha faltado ocasião para dialogar durante o dia; a tristeza da alma é que se prolonga até de madrugada.
E às vezes dura semanas a fio. A sensação de desamparo é de tal forma angustiante que chegamos a rogar a proteção de Deus com base na nossa pretensa e ilusória fidelidade. Partimos do princípio que não merecemos o que de ruim nos esteja a acontecer, já que temos sido super honrados.
Nada mais incoerente, tanto que passado um bocadinho somos capazes de aludir ao Seu perdão, prova manifesta da nossa falibilidade e de que vivemos penduramos na Sua graça. No fundo, o que desejamos mesmo é que nos ouça e console: “Senhor, alegra o meu ânimo, pois a Ti dirijo a minha oração.”
Precisamos da Sua compaixão como de pão para a boca. Falemos-Lhe da fome desesperada por respostas Suas. Já não nos interessam os petiscos e os palpites de outras “divindades”, pois “ninguém pode fazer o que Ele faz.” Digamos à boca cheia: “Só Tu és Deus! És grande e operas maravilhas!”
Lá por não haver alívio da pressão sentida, nem Ele levantar uma pontinha do véu, nada impede que O louvemos continuadamente: “Ensina-me o Teu caminho. Dirige o meu coração, para que honre o Teu Nome.”
Aproveitemos assim para exercitar e tonificar a fé, reconhecendo que a “Sua bondade é grande para connosco.” E dada a nossa fraqueza não nos cansemos de Lhe pedir que nos fortaleça e conforte.
É quanto basta para nos sossegar e ajudar a fazer frente às feras e às insónias.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Presta atenção à minha oração, Senhor;
5 Tu, Senhor, és bom e pronto a perdoar;
8 Entre os deuses não há nenhum que se assemelhe a ti,
11 Ensina-me, Senhor, o teu caminho e andarei na tua verdade;
14 Ó Deus, gente soberba levantou-se contra mim;
Quem já não teve longas conversas com Deus pela noite dentro? Não que tenha faltado ocasião para dialogar durante o dia; a tristeza da alma é que se prolonga até de madrugada.
E às vezes dura semanas a fio. A sensação de desamparo é de tal forma angustiante que chegamos a rogar a proteção de Deus com base na nossa pretensa e ilusória fidelidade. Partimos do princípio que não merecemos o que de ruim nos esteja a acontecer, já que temos sido super honrados.
Nada mais incoerente, tanto que passado um bocadinho somos capazes de aludir ao Seu perdão, prova manifesta da nossa falibilidade e de que vivemos penduramos na Sua graça. No fundo, o que desejamos mesmo é que nos ouça e console: “Senhor, alegra o meu ânimo, pois a Ti dirijo a minha oração.”
Precisamos da Sua compaixão como de pão para a boca. Falemos-Lhe da fome desesperada por respostas Suas. Já não nos interessam os petiscos e os palpites de outras “divindades”, pois “ninguém pode fazer o que Ele faz.” Digamos à boca cheia: “Só Tu és Deus! És grande e operas maravilhas!”
Lá por não haver alívio da pressão sentida, nem Ele levantar uma pontinha do véu, nada impede que O louvemos continuadamente: “Ensina-me o Teu caminho. Dirige o meu coração, para que honre o Teu Nome.”
Aproveitemos assim para exercitar e tonificar a fé, reconhecendo que a “Sua bondade é grande para connosco.” E dada a nossa fraqueza não nos cansemos de Lhe pedir que nos fortaleça e conforte.
É quanto basta para nos sossegar e ajudar a fazer frente às feras e às insónias.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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