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1 Senhor, Deus da minha salvação,
3 Porque a minha alma está cheia de angústias
6 Puseste-me num profundo abismo,
13 Mas eu, Senhor, logo de madrugada clamo por ti,
15 Desde a minha mocidade que sou fraco, doente,
Há noites que parece que nunca mais terminam. Pior, quando chega a manhã o cenário não melhora. A crise prolonga-se sem fim aparente.
O nosso pedido de ajuda a Deus parece cair em saco roto. Oramos de todas as maneiras e feitios e nada. A escuridão adensa-se e não se vislumbra escapatória. O cansaço generaliza-se e só apetece mesmo baixar os braços, entregar os pontos e deitar a toalha ao chão.
A vontade de desaparecer é enorme de tão baixa estar a auto-estima. A elevada sensação de rejeição leva-nos a fecharmo-nos ainda mais em copas e a fugir de relacionamentos. A vitimização acaba por ser o passo seguinte, sendo que em última instância nos insurgimos com Deus.
Chegamos a acusá-Lo de também Ele não nos ligar nenhuma e de inclusive ser o responsável por os nossos "amigos" terem dado de frosques. Sentimo-nos encurralados pelo sofrimento e invadidos pela indignação. Na ausência de soluções resta-nos desabafar com Deus.
E depois de deitar tudo cá para fora é voltar a fazer o mesmo. Sim, persista-se em orar, sobretudo quando não surgem respostas palpáveis. Insistir no diálogo com Deus é um extraordinário ato de fé. Podemos não perceber patavina do que Ele esteja a cozinhar, mas ao menos dizemos-lho.
Nem que seja em ato de desespero. E quando as trevas parecem ser o desfecho da conversa, eis que bem lá no nosso fundinho sabemos que Deus é o único que pode desfazê-las e alumiar-nos a alma.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Senhor, Deus da minha salvação,
3 Porque a minha alma está cheia de angústias
6 Puseste-me num profundo abismo,
13 Mas eu, Senhor, logo de madrugada clamo por ti,
15 Desde a minha mocidade que sou fraco, doente,
Há noites que parece que nunca mais terminam. Pior, quando chega a manhã o cenário não melhora. A crise prolonga-se sem fim aparente.
O nosso pedido de ajuda a Deus parece cair em saco roto. Oramos de todas as maneiras e feitios e nada. A escuridão adensa-se e não se vislumbra escapatória. O cansaço generaliza-se e só apetece mesmo baixar os braços, entregar os pontos e deitar a toalha ao chão.
A vontade de desaparecer é enorme de tão baixa estar a auto-estima. A elevada sensação de rejeição leva-nos a fecharmo-nos ainda mais em copas e a fugir de relacionamentos. A vitimização acaba por ser o passo seguinte, sendo que em última instância nos insurgimos com Deus.
Chegamos a acusá-Lo de também Ele não nos ligar nenhuma e de inclusive ser o responsável por os nossos "amigos" terem dado de frosques. Sentimo-nos encurralados pelo sofrimento e invadidos pela indignação. Na ausência de soluções resta-nos desabafar com Deus.
E depois de deitar tudo cá para fora é voltar a fazer o mesmo. Sim, persista-se em orar, sobretudo quando não surgem respostas palpáveis. Insistir no diálogo com Deus é um extraordinário ato de fé. Podemos não perceber patavina do que Ele esteja a cozinhar, mas ao menos dizemos-lho.
Nem que seja em ato de desespero. E quando as trevas parecem ser o desfecho da conversa, eis que bem lá no nosso fundinho sabemos que Deus é o único que pode desfazê-las e alumiar-nos a alma.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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