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1 Venham, cantemos para o Senhor!
3 Porque o Senhor é o Deus grande;
6 Venham e ajoelhemo-nos em adoração,
Se hoje ouvirem a sua voz,
Não há mal nenhum em relembrar a necessidade que em tempos tivemos de acampar no deserto, sobretudo se essas memórias nos empurram para diante. Recordar a boa mão de Deus sobre nós em épocas de crise catapulta-nos para palavras de gratidão, ao invés de nos afundar em lamúrias.
Mais, enche-nos de esperança que a Sua graça nos continuará a valer no presente futuro. Razão mais do que suficiente para nos (re)aproximarmos de Deus com um espírito musical. É certo que em determinados momentos só nos apetece estar em silêncio ou a chorar ao pé Dele, mas há também que encontrar ocasiões para extravasar a alegria que nos invade por ser Ele “o nosso Protetor e Salvador.”
Soltemo-nos na Sua presença, sem outro foco que não seja engrandecê-Lo através das estrofes do quotidiano. Deus é o maior, sem tirar nem pôr. Basta reparar nisto: “Ele tem na Sua mão as profundezas da terra e os píncaros das montanhas são Seus.
O mar pertence-Lhe, pois foi Ele que o formou; a terra firme é também obra das Suas mãos.” Uau! Como não O adorar a toda a hora? Sim, inclinemo-nos diante Dele, que nos criou e, apesar da nossa rebeldia cíclica, fez de nós Seu povo. Sim, agora “somos ovelhas do rebanho que Ele apascenta.”
Toca a demonstrar a admiração que Lhe temos por meio da obediência. Contrariemos a prática de gerações passadas que insistiram em andar desviadas e sem atinar com os Seus caminhos.
Verguemos a nossa vontade à Dele e o descanso interior será uma constante daqui até ao outro lado da eternidade.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.
By Meeting Point1 Venham, cantemos para o Senhor!
3 Porque o Senhor é o Deus grande;
6 Venham e ajoelhemo-nos em adoração,
Se hoje ouvirem a sua voz,
Não há mal nenhum em relembrar a necessidade que em tempos tivemos de acampar no deserto, sobretudo se essas memórias nos empurram para diante. Recordar a boa mão de Deus sobre nós em épocas de crise catapulta-nos para palavras de gratidão, ao invés de nos afundar em lamúrias.
Mais, enche-nos de esperança que a Sua graça nos continuará a valer no presente futuro. Razão mais do que suficiente para nos (re)aproximarmos de Deus com um espírito musical. É certo que em determinados momentos só nos apetece estar em silêncio ou a chorar ao pé Dele, mas há também que encontrar ocasiões para extravasar a alegria que nos invade por ser Ele “o nosso Protetor e Salvador.”
Soltemo-nos na Sua presença, sem outro foco que não seja engrandecê-Lo através das estrofes do quotidiano. Deus é o maior, sem tirar nem pôr. Basta reparar nisto: “Ele tem na Sua mão as profundezas da terra e os píncaros das montanhas são Seus.
O mar pertence-Lhe, pois foi Ele que o formou; a terra firme é também obra das Suas mãos.” Uau! Como não O adorar a toda a hora? Sim, inclinemo-nos diante Dele, que nos criou e, apesar da nossa rebeldia cíclica, fez de nós Seu povo. Sim, agora “somos ovelhas do rebanho que Ele apascenta.”
Toca a demonstrar a admiração que Lhe temos por meio da obediência. Contrariemos a prática de gerações passadas que insistiram em andar desviadas e sem atinar com os Seus caminhos.
Verguemos a nossa vontade à Dele e o descanso interior será uma constante daqui até ao outro lado da eternidade.
– Jónatas Figueiredo
Este devocional é parte de uma série que nos ajuda à reflexão sobre o livro dos Salmos. Um novo devocional todos os dias úteis. Lê ou ouve, faz de cada Salmo a tua canção a Deus.

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