Assim como o remédio, a disciplina é difícil de ser engolida, mas é necessária para a cura. Zedequias e Israel foram repreendidos e entraram em cativeiro por um período determinado por Deus. Apesar da sujeição iminente aos babilônios ter sido uma grande humilhação para Israel, o povo poderia ter aceitado a disciplina de Deus e tirado melhor proveito daquela situação por meio da cooperação. Um espírito de arrependimento teria dado continuidade ao bom relacionamento que o rei Zedequias mantinha com o rei da Babilônia, sendo assim uma forte testemunha da providência e cuidado de Deus. Infelizmente, a tendência humana de evitar o castigo e buscar alternativas se torna uma tentação irresistível. Falsos profetas ofereceram uma solução mais agradável para o cativeiro que se aproximava, dizendo que Deus quebraria o jugo do rei da Babilônia e que, dentro de dois anos, as coisas voltariam ao normal. Ellen White declarou que Satanás tirou vantagem das circunstâncias por causa da rebeldia do povo, e levantou falsos profetas, tanto em Jerusalém como em Babilônia, para dar a mensagem que as pessoas queriam ouvir. Esses falsos profetas não puderam suportar a disciplina de Deus e fabricaram a ideia de que ainda assim poderiam vencer o inimigo. A lição desta semana enfoca a disciplina transformadora de Deus e a teimosia do coração humano.