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Recentemente foi destaque no noticiário o caso de uma adolescente de 17 anos que foi encontrada dormindo dentro do porta-malas de um carro na Terceira Ponte, em Vitória. O veículo foi cercado pela Polícia Militar após uma denúncia de sequestro. Ao ser questionada pelos militares, a jovem relatou que havia escolhido ficar no espaço durante a viagem entre as cidades de Anchieta, no Sul do estado, e Serra, na Grande Vitória — um trajeto que dura, em média, 1 hora e 40 minutos — por considerar “mais adequado para dormir”. A adolescente disse, ainda, que havia sido autorizada pelos pais, que também estavam no veículo.
De acordo com o artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), "conduzir o veículo transportando passageiros em compartimento de carga, salvo por motivo de força maior, com permissão da autoridade competente e na forma estabelecida pelo Contran" é considerado infração gravíssima. Nesta edição do "Direção Segura", a Inspetora da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Ana Carolina Cavalcanti, fala sobre o assunto.
Nesta edição do "Direção Segura", o assunto em destaque é o comportamento do motorista ao volante. "Pequenos erros, grandes riscos". Você se considera um bom motorista? Alguns comportamentos podem parecer "inofensivos", que "todo mundo faz", mas que colocam em risco motoristas e passageiros. Usa o celular só pra dar uma "espiadinha"? Às vezes esquece a seta? Anda um "pouquinho" acima da velocidade? Então talvez existam comportamentos de risco que nem percebe mais.
A Inspetora da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Ana Carolina Cavalcanti, mostra que muitos sinistros não começam com uma conduta aparentemente “absurda”, mas com comportamentos cotidianos que foram sendo normalizados pelos motoristas: olhar o celular rapidamente, andar colado no veículo da frente, não usar a seta, exceder um pouco a velocidade ou utilizar o acostamento de forma inadequada.
Um grave acidente envolvendo um ônibus de excursão matou três pessoas e deixou outras 45 feridas na BR 262, em Ibatiba, Região do Caparaó, no Espírito Santo, na noite do último domingo (27). Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apontam que de janeiro a 15 de setembro deste ano, foram 291 sinistros na BR, com 112 graves, 405 feridos e 23 óbitos. No mesmo período, do ano passado, 241 sinistros, com 17 óbitos. Nesta edição do "Direção Segura", o chefe da delegacia da PRF em Viana, Marcel Haase, fala sobre as ocorrências na região.
"A BR 262 é uma rodovia que já está obssoleta, da década de 1960, com fluxo de veículos aumentando a cada ano. É uma rodovia turística, escoamento logístico, com foco em Minas Gerais, turismo interno. Cerca de 90% é de pista simples, sem duplicação, que aumenta o desafio de transitar por ela. Também temos muitas curvas, o tracejado implica em cuidados. Outra questão é que, por incrível que pareça, boa parte dela não pega sinal de Internet, o que dificulta o trabalho das instituições, em caso de acidentes.
Outro ponto é o excesso de áreas urbanizadas ao longo do trecho. A gente tem ali Domingos Martins, Marechal Floriano, Ibatiba, Venda Nova do Imigrante, o que potencaliza o risco de acidentes. Veículos e pessoas. E o desafio do dia a dia, com a prática do motorista. Não uso do cinto de segurança, uso de celular, que faz a ultrapassagem em local proibido (por ser pista simples acaba 'forçando' o motorista a querer fazer isso), dificuldade de iluminação. Temos vários pontos de dificuldade de transitar pela BR e as consequências de quando o motorista não faz a parte dele", explica.
Nesta edição do "Direção Segura", o assunto em destaque é o conjunto de regras para os ciclistas. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a bicicleta é considerada um veículo. Por isso, os ciclistas têm direitos de prioridade, mas também obrigações e regras de circulação nas vias públicas. Entre as normas de circulação para ciclistas, está a proibição de pedalar em calçadas no passeio público. Para usar a calçada, o ciclista deve desmontar e empurrar a bike, igualando-se ao pedestre. Sobre a sinalização é obrigatório respeitar o semáforo vermelho, placas de "Pare" e regras de preferência, por exemplo. A Inspetora da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Ana Carolina Cavalcanti, fala sobre o assunto.
Falar de trânsito não necessariamente significa falar de congestionamento, buracos na pista ou outros problemas de deslocamento. Algumas iniciativas adotadas na Capital contribuem para facilitar a circulação de moradores e turistas. Entre elas está uma regra que permite a conversão à direita mesmo com o sinal fechado, desde que não haja pedestres atravessando a faixa. Nesses casos, o motorista pode fazer a manobra sem ser multado. Mas nem todo mundo conhece essa possibilidade! Nesta edição de Direção Segura, a inspetora Ana Carolina Cavalcanti explica como funciona. Ouça a conversa completa!
Transitar pela faixa de rolamento e entrar repentinamente na pista são comportamentos comuns entre pedestres e que preocupam a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Nas rodovias federais que cortam o Espírito Santo, embora o número de atropelamentos tenha caído no primeiro semestre deste ano, o Estado registrou, em média, duas mortes por atropelamento por mês. Nesta edição do “Direção Segura”, a inspetora da PRF, Ana Carolina Cavalcanti, explica quais são os comportamentos de risco mais comuns entre os pedestres e orienta sobre o que pode ser feito para evitar acidentes e preservar vidas. Acompanhe!
Nesta edição do "Direção Segura", diante dos questionamentos dos ouvintes no último quadro, o assunto em destaque são as regras para estacionamento do carro em via pública. A Inspetora da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Ana Carolina Cavalcanti, esclarece as dúvidas. Vamos a elas!
Nesta edição do “Direção Segura”, o assunto em destaque são as regras para estacionamento em frente a garagem. A Inspetora da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES), Ana Carolina Cavalcanti fala sobre o assunto. E ainda, outra dúvida: posso estacionar na frente da minha garagem? Ela explica!
Nesta edição do "Direção Segura", o assunto em destaque é que estacionar o veículo em vagas reservadas, como para idosos e pessoas com deficiência, sem ter permissão para ocupar esse espaços é infração prevista no artigo 181, inciso XX, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com multa gravíssima. Quem fala sobre o assunto é a inspetora da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Ana Carolina Cavalcanti. Mas ele alerta.
Nesta edição do "Direção Segura", a inspetora Ana Carolina Cavalcanti, da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo, atende à dúvida enviada pelo ouvinte Júnior e explica como é feita a nomeação e a numeração das rodovias brasileiras.
A nomenclatura das vias federais (BRs) e estaduais segue uma lógica geográfica bem definida: enquanto a sigla indica a jurisdição, o primeiro algarismo define a categoria da via e os dois números seguintes apontam sua orientação em relação ao mapa do Brasil e a Brasília, seja no sentido radial, longitudinal, transversal ou diagonal.
Como funciona essa lógica na prática e o que cada número indica no trajeto? A inspetora detalha as regras de sinalização do país.
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