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O uso do pisca-alerta é o tema em destaque nesta edição do "Direção Segura". A intenção sobre o seu uso é justamente alertar os demais condutores para reduzir o risco de colisão traseira e engavetamento, quando a batida envolve múltiplos veículos. Mas existe o jeito certo de usar o dispositivo? O Inspetor da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES), Wagner Motta, fala sobre o assunto.
Nesta edição do “Direção Segura”, o Inspetor da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES), Wagner Motta, aproveita os dias que antecedem o feriado de Finados e detalha quais os riscos de ultrapassagem em faixas contínuas.
O tema desta edição do "Direção Segura" foi motivado por meio da sugestão de ouvinte Ronaldo. Ele mandou a seguinte mensagem: "Venho sugerir em especial ao Direção Segura uma matéria que acredito ser assunto de extrema importância. É sobre o grande aumento de motos (e motoqueiros) no trânsito e o impacto (e a guerra) que isto está causando. Sou motorista de aplicativo e passo a média de 10 até 12 horas por dia no trânsito e vejo a cada dia essa situação piorar. Os motoqueiros estão cada vez em maior número. Isto tudo está causando grande estresse e uma rivalidade perigosa no trânsito, ontem, inclusive ouvi de um outro motorista que se recusou a desviar o carro, atingindo de propósito o motoqueiro e que por incrível que pareça teve a concordância de vários outros motoristas, dizendo inclusive que estariam dispostos a fazer o mesmo. Mudanças que possam impedir por exemplo o elevado número de mortes de tantos motoqueiros ,em sua maioria muito jovens além do número que ficam feridos por muito tempo em recuperação ou mesmo mutilados para sempre, causando um gigantesco custo social e até mesmo financeiro para todo o país", ele aponta. Pensando nisso, nesta edição do "Direção Segura", O Inspetor da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Wagner Motta, fala sobre o assunto.
Nesta edição do "Direção Segura", o Inspetor da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Wagner Motta, traz como destaque que os números do balanço de 2023 do feriado de 12 de outubro nas rodovias federais do Espírito Santo apontaram diminuição no número de acidentes, feridos e mortos nas rodovias federais que cortam o estado. Este ano, com o recesso de quatro dias, abrangendo os dias 12 a 15 de outubro, houve o registro de um óbito e outras 29 pessoas que ficaram feridas em 24 acidentes no período. "No feriado da Independência deste mesmo ano, que contemplou os mesmos quatro dias de intervalo, foram registrados seis óbitos, 40 feridos e 25 acidentes, o que caracterizou para este feriado do Dia das Crianças uma queda de 83% no número de vítimas fatais, queda de 28% no número de feridos e queda de 4% no número total de acidentes", informa a PRF. Ouça a conversa completa!
Um levantamento da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES) aponta que no período de 1º de janeiro a outubro deste ano já foram recuperados, no Estado, 235 veículos roubados e/ou clonados por parte da PRF. Uma média de 26 veículos por mês, quase um por dia. Na semana passada, por exemplo, foram nove veículos clonados apreendidos. Nesta edição do "Direção Segura", o inspetor da PRF-ES, Wagner Motta, fala sobre o assunto e aborda como os motoristas devem proceder caso tenham um veículo roubado ou clonado. Ouça a conversa completa!
O que acontece se um motorista "guardar" uma vaga de estacionamento no trânsito. Este é o tema em destaque nesta edição do "Direção Segura". Cena comum em muitas cidades: uma vaga disponível para estacionamento de veículos em via pública está bloqueada com objetos como cones, cavaletes, cadeiras e até engradados de bebidas. Agir como se a pessoa fosse "dona" da rua, na tentativa de "privatizar" um espaço público para proveito próprio pode implicar em penalidades? Quem fala sobre o assunto é o Inspetor da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Wagner Motta. Ouça a conversa completa!
O assunto gera debates. Nem sempre a culpa por um acidente é de quem está ao volante e quem está a pé também pode ser responsabilizado pelo ocorrido? Este é o tema do "Direção Segura". Exemplo prático: a pessoa que atravessa uma avenida em lugar impróprio, como em local inseguro, é culpada pelo acidente de que foi vítima? O Inspetor da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES), Wagner Motta, esclarece. "O Código de Trânsito até prevê infração para o pedestre que descumpre normas de trânsito. Até porque existem normas de trânsito para pedestres. O que acontece é que ainda não existe regulamentação para essa punição, em como punir. Pega a carteira, o RG? Não existe essa regulamentação. Em contrapartida, ele pode ser responsabilizado pela esfera cível. Exemplo: a pessoa atravessando a rua, fora da faixa, de forma imprudente, e aí o carro veio e o atropelou. Civilmente, ele tem responsabilidades pela ocorrência", explica. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do “Direção Segura”, o Inspetor da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES), Wilys Lyra, responde a um questionamento comum aos ouvintes: qual a diferença entre as câmeras de radares de velocidade e as do Cerco Inteligente?
Depois de uma foto divulgada nas redes sociais de uma suposta multa por conta da raspagem do assoalho do carro na pintura da lombada, muito se especula se o motivo da multa é legítimo. Ou seja, será que raspar a parte inferior do carro realmente é uma infração? Este é o tema em destaque nesta edição do "Direção Segura". Quem explica é o Inspetor da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo, Wagner Motta.
Uma dúvida comum, principalmente nas redes sociais: em uma situação de trânsito, se não for apenas presunção de perigo ou o registro de um suposto em boletim de ocorrência, mas sim se um assalto, caso envolvendo armas e/ou um arrastão já estiver em andamento perto do motorista, ele pode desrespeitar leis de trânsito? Especialistas explicam que as leis de trânsito não permitem ao condutor alegar presunção de perigo ou quaisquer necessidades individuais (até mesmo de urgência) para desrespeitá-las. Por isso, tampouco é possível encontrar qualquer regulamentação dentro do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que permita a exclusão de penalidades sobre os motoristas infratores.
Este é o tema nesta edição do "Direção Segura". Quem fala sobre o assunto é o inspetor da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES), Wilys Lyra. Ouça a conversa completa!
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