O aumento expressivo de hospitalizações e mortes nos Estados Unidos, Reino Unido e Israel, impulsivado pela variante Delta, acendeu um alerta aos gestores e especialistas brasileiros. Cinco meses depois, os dados mostram pouco impacto da cepa indiana no cenário brasileiro, que, inclusive, tem os melhores indicadores do último ano.
Para entender estes efeitos, o Direto ao Ponto conversou com o médico Alessandro Pasqualotto, professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), e o virologista Fernando Spilki, que é coordenador da Rede Corona-Ômica, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que investiga quais cepas circulam no país.