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DOC SIPE episodes

  • A escola do Futuro

    Uma escola sem professores? Na escola do futuro, a inteligência artificial poderá permitir personalizar o ensino e adaptá-lo às faculdades de inteligência e apreensão de cada um (aprendizagem adaptativa). Os ensinamentos digitais podem até ser, um dia (longe), transmitidos por implantes cerebrais. Isso significa que a escola do futuro poderia prescindir de professores? É certo que é difícil imaginar ensinar sem o vínculo afectivo essencial com os alunos. No entanto, o papel dos professores pode ser profundamente transformado.

    6 min
  • Política pouco educativa

    Ali algures onde paira a discussão apresentada em forma de contra-ataque sobre assuntos de incontornável relevância à governação, aparece um tema denominado Educação o qual até se dá destaque pois afigura-se de conveniente encaixe nos programas eleitorais e que convém mencionar ainda que sob pena de ataque por sua omissão. Ora é sobre esta última que recai a minha atenção. A Educação!

    7 min
  • O meu copo ficou vazio

    Autonomia, colaboração, flexibilidade, inclusão, inovação foram apenas alguns dos termos que serviram para encher o copo de todos aqueles que surgiram associados ao novo poder na Educação desde 2015, apresentando como se fossem imensas novidades, conceitos e práticas que remontam a momentos diversos da evolução do pensamento educacional e pedagógico dos séculos XIX e XX. E assim se procurou dividir as águas de forma simplista, demagógica e maniqueísta entre “bons” e “maus”, “velhos” e “novos”, “inovadores” e “conservadores”, não hesitando em arregimentar considerações de natureza “moral” contra quem ousou criticar a deriva das políticas educativas para uma espécie de pensamento único que apresenta a “Educação do século XXI” como se tivesse apenas um caminho de sentido único e não como algo necessariamente plural.

    6 min
  • Deitem cá para fora!

    Acho que já é tempo de desmascarar a leviandade com que se tratou o ensino na última década e como chegamos até aqui... ao fim da linha! Onde não há ninguém satisfeito! Não é sequer uma questão de injustiça onde uns ganham e outros perdem. Ninguém está a ganhar e ninguém consegue passar esta mensagem cá para fora.

    7 min
  • Episódio 18. Basta de Palavras, Queremos Atos!

    O Ministério da Educação tem vindo sucessivamente a elogiar os Educadores e Professores.

    No entanto, os sucessivos agradecimentos não se têm traduzido em ações que resultem em alterações legislativas que conduzam às melhorias das condições de trabalho dos docentes.

    Ao fim de 10 anos consecutivos de perdas de direitos e após dois anos em que os professores DERAM TUDO, obtivemos como resposta do Governo às propostas de negociação, um silêncio cada vez mais ensurdecedor.

    Assim, exigimos:

    A ABERTURA URGENTE DOS PROCESSOS NEGOCIAIS

    BASTA DE PALAVRAS QUEREMOS ATOS!

    1. AVALIAÇÃO/ PROGRESSÃO - Fim das vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalões e recuperação integral do tempo de serviço;

    2. APOSENTAÇÃO - Regime de aposentação especial para todos os Educadores/Professores e viabilização da pré-reforma com salários justos;

    3. CONCURSOS - Colocação por graduação profissional em todos os momentos dos concursos e diminuição territorial dos Quadros de Zona Pedagógica;

    4. ULTRAPASSAGENS . Tempo de serviço igual, escalão igual e salário igual;

    5. HORÁRIOS DE TRABALHO - Redução da componente letiva por idade para a componente individual de trabalho e respeito pelas 35 horas semanais de trabalho;

    6. SUBSÍDIO DE DESLOCAÇÃO/ALOJAMENTO E DEDUÇÃO DAS DESPESAS em sede de IRS.

    O direito à negociação, (com diálogo e participação equilibrada de ambas as partes no encontro de pontes), a liberdade sindical e a greve foram conseguidos através de árdua luta nossa e dos nossos antepassados, muitas vezes à custa da liberdade e da própria vida.

    Liberdade de pensamento, democracia, justiça e solidariedade são valores pelos quais TEMOS DE LUTAR!

    VALE SEMPRE A PENA LUTAR - LUTA CONNOSCO - O SIPE és tu!

    3 min
  • Episódio 17. Os Vendilhões

    Andam os professores a falar de uma sociedade sustentável, sem os vícios do consumo desenfreado, a educar para uma política de reciclagem, de rosto ambiental, para virem depois, disfarçados de bons samaritanos, os business-men das marcas poluir a cabecinha dos anjinhos.

    6 min
  • Episódio 16. A Internacionalização em Aljustrel

    A participação nestes projetos ao longo dos anos permitiu ao agrupamento a melhoria de competências, de qualidade, de diversidade, de inovação e melhorou a imagem da escola em diversos níveis, sendo o mais importante a visibilidade que a escola tem a nível local e regional. Permitiu que alunos, que de outra forma não teriam a oportunidade, de interagir com parceiros estrangeiros, independentemente da situação socioeconómica do seu agregado familiar ou de razões de ordem linguística, tendo o agrupamento apoiado sempre os alunos com maiores dificuldades na participação.

    7 min
  • Episódio 15. A minha é melhor que a tua...

    É que isto não parece de adultos, senhores. Não num universo como o nosso, não num sistema que ainda não é igualitário, não quando ainda falta tudo num lado e sobra muito do outro, não enquanto não há trabalho entre público e privado, não enquanto há turmas enormes e turmas pequenas, não enquanto não há estabilidade do corpo docente. Não! Não se compare o incomparável, não se condenem escolas às “minorias” (palavra linda por sinal), aos “desfavorecidos” (outra), à população com dificuldades socio económica (mais uma), aos “menos capazes” (nem comento!) Não. Não se atribua à nota, o sinónimo de sucesso.

    7 min
  • Episódio 14. EVT - a disciplina que continua a faltar no currículo e que se quer fazer cumprir

    Passada quase uma década, o que mudou? Muito. Perderam imenso os alunos e o ensino das artes e das tecnologias, da criação, da arte, da técnica, de muitas e muitas práticas de referência que se perderam e do cada vez maior empobrecimento destas áreas do currículo. A disciplina de EVT foi inovadora quando surgiu, uma lufada de ar fresco e uma jovialidade no currículo. Hoje, mantém-se a sua riqueza, intacta, a sua pertinência e relevância. Uma década já se perdeu, quantas mais décadas se vão perder ao ignorar o fim da disciplina de EVT como um dos processos mais desastrosos que aconteceram no currículo? Estarão preparados para tal? Estará a sociedade atenta ao que se está a perder? São imensas as contradições e que nasceu e viveu o currículo de EVT sabe que o ensino baseado em problemas, a pedagogia centrada no indivíduo, muitas teorias que parecem ser a novidade, já o eram no início dos anos de 1990, quando vertidas no currículo da disciplina de EVT.

    10 min
  • Episódio 13. Alunos de Português Língua Não Materna - Filhos de um Deus Menor

    Ora aqui começam os problemas. Dificilmente as escolas conseguem criar grupos de 10 alunos aquando da formação de turmas, pois, nessa altura, não se sabe quantos alunos estrangeiros irão frequentar a escola, em que opções ou cursos se irão matricular e em que nível de proficiência linguística irão estar incluídos. Este problema agudiza-se em escolas secundárias, com muitas ofertas formativas, sobretudo cursos profissionais.

    9 min

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