Pré-candidato do PT ao governo de Goiás, o ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno diz que a candidatura dele sempre esteve condicionada à recusa da deputada federal Adriana Accorsi (PT) e da vereadora Aava Santiago (PSB), as duas chamadas por Lula ao Planalto em 8 de julho para discutir o palanque em Goiás. Sobre a reunião de que ficou de fora, responde que não há desprestígio: são elas que precisam explicar ao presidente por que não serão candidatas. "Se alguma delas disser que será candidata, com certeza o cenário é outro", afirma.
Na entrevista ao jornalista Domingos Ketelbey, Bueno detalha a chapa que vai à convenção do PT em 1º de agosto. Diz que a frente reúne sete partidos, confirma que a vice sai do PDT, que já apresentou dois nomes, e afirma que as duas vagas ao Senado seguem em debate entre PSOL, PCdoB, PSB e PV, com a palavra final da direção nacional. Aposta na transferência dos votos de Lula em Goiás, lembra que saiu de 3% para 9% nas pesquisas e crava o início de setembro como o momento em que os números mudariam.
O pré-candidato lista as obras federais no estado, cobra do governo de Goiás o mesmo balanço e diz que as contas estaduais acumulam ressalvas do Tribunal de Contas. Afirma que Ronaldo Caiado entregou as terras raras de graça aos Estados Unidos e defende uma parceria com a União para industrializar a exploração. Sobre a aliança com Marconi Perillo que ele próprio defendeu em 2025, diz que a pauta está vencida e que o ex-governador cometeu um erro. No bate-bola final, define Caiado, Daniel Vilela, Flávio Bolsonaro e Lula em uma frase cada.
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CRÉDITOS
Apresentação e roteiro: Domingos Ketelbey
Edição e design gráfico: Lucas Coqueiro
Styling e apoio técnico: Tainara Maia
Trilha sonora original: Starostin
Domingos Conversa é uma produção DK Jornalismo em parceria com a TV Capital.
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