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Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. MATEUS 11.28
Presos debaixo de seiscentos metros de rocha sólida, trinta e três mineiros chilenos estavam desesperados.
O colapso de um túnel principal selou a saída e os colocou no modo de sobrevivência.
Comiam duas colheres de atum, um gole de leite e um pedaço de pêssego — a cada dois dias.
Durante dois meses eles oraram pedindo que alguém os salvasse.
Na superfície acima deles, a equipe de resgate chilena trabalhava contra o relógio.
Projetaram uma cápsula de quatro metros de altura e perfuraram, primeiro, um buraco de comunicação, depois, um túnel.
Não havia garantia de sucesso.
Ninguém havia ficado preso debaixo da terra por tanto tempo e sobrevivido para contar.
Agora, alguém sobreviveu.
Em 13 de outubro de 2010, os homens começaram a emergir.
Um bisavô.
Também um mineiro de 44 anos que planejava se casar.
Cada um tinha uma história diferente, mas todos haviam tomado a mesma decisão.
Eles confiaram que alguém os salvaria.
Por que é tão difícil fazermos a mesma coisa? Achamos mais fácil confiar no milagre da ressurreição do que no milagre da graça.
(Bom dia-Max Lucado-Adaptado)
“O teu Nome, ó Senhor, dura perpetuamente, e a tua memória, ó SENHOR, de geração em geração.” Sl.135.13
Este versículo lido é na verdade parte de um Louvor ao Senhor, referindo seu Nome como Elyown, que significa aquele que está acima de tudo e de todos, aquele que perpetua para sempre.
O profeta Isaias é enfático em dizer sobre a fragilidade das coisas terrenas, e sobre a infalibilidade da Palavra de Deus,Ele diz:
*Seca se a erva, e murcha sua flor; mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente (Is.40.8)*.
De fato as nações vem e vão, grandes impérios e metrópoles são erguidas e depois abatidas, Reis e autoridades são constituídas e posteriormente tornam se pó,...cumprindo com as palavras de Cristo que diz: *Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras Jamais passarão.Mt.24.35*. Isto sem dúvida dá uma gloriosa esperança seguida de Paz e segurança aos que servem a Cristo, porque o Senhor é um Deus autossuficiente , é um Deus eterno ou seja Ele sempre estará como sempre esteve, velando pela sua Palavra para cumpri-la, nada de fato poderá intervir no cumprimento integral da sua Palavra e da sua vontade.
Podemos lutar com esperança e com muita confiança naquele que nos fez numerosas promessas, podemos também descansar nEle como diz o Salmos 4.8 Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro*. Ou então como disse Davi no *Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou Salmos 3:5
(Pr.Argeu Rocha)
Tem cuidado de ti mesmo...1 Tm 4.16a
Às vezes, as circunstâncias nos forçam a reconhecer a necessidade de paciência para nosso trabalho pastoral.
O que torna tão difícil ir mais devagar? São nossos anseios por algo mais do que um trabalho de pouca fama, nosso desejo de estar em todo lugar para todos, de saber tudo, consertar tudo: a tentativa de tomar o lugar de Deus.
O pastor, e também a maioria de nós, tem dois temores: (1º) as pessoas irão embora; (2º) nós seremos julgados como fracassados.
Esses dois temores cochicham em nossos ouvidos — mantenha as pessoas chegando e continue mantendo elevado o nosso índice de aprovação.
— são o caminho pra querer satisfazer as pessoas. Consequentemente, não é tarefa fácil dizer: “Chega disso!”
Jesus não curou todas as pessoas por onde passou. Por que queremos ser melhores que Ele?
Cada um de nós deve aprender a viver cada dia, sem que nada ou ninguém tenha sido consertado.
Às vezes, as circunstâncias nos forçam a reconhecer a necessidade de paciência para nosso trabalho pastoral.
Faça a si mesmo, uma pergunta com honestidade:
“Se eu pudesse realizar apenas UM ministério a Deus e ao próximo, qual seria?”
Qual é a minha grande paixão e vocação? Quando seguimos a nossa vocação, teremos seguidores.
Quando seguimos a nossa vocação, metade de nossa vida estará resolvida.
Este é o tempo que Deus nos deu, e não podemos desperdiçá-lo.
Enviado por Pastor Ademir T. Freitas (adaptação Pr.Argeu Rocha)
Pois o SENHOR é bom e o seu amor leal é eterno; a sua fidelidade permanece por todas as gerações.
SALMOS 100.5
Você é afetado diante da morte de alguém que você ama...
Por que o pesar se prolonga? Porque você está lidando com algo mais do que
lembranças: está lidando com amanhãs não vividos. Você não está apenas lutando
contra a tristeza: está lutando contra o desapontamento. Também está lutando
contra a raiva.
Ela pode estar na superfície. Pode estar no subterrâneo. Pode ser uma chama.
Pode ser um maçarico. Mas a raiva vive na casa da tristeza. Raiva de si mesmo.
Raiva da vida. Raiva do exército, do hospital ou do sistema rodoviário. Mas, acima
de tudo, raiva de Deus. Raiva que assume a forma de uma pergunta de duas
palavras: por quê? Por que ele? Por que ela? Por que agora? Por que nós?
Eu e você sabemos que não podemos responder a essa pergunta. Apenas Deus
sabe as razões por trás de seus atos. Mas aqui está uma verdade fundamental
sobre a qual podemos nos firmar: nosso Deus é um Deus bom.
“Tu, SENHOR, és bom. Bom e justo é o SENHOR” (Sl 25.7-8).
“Provem, e vejam como o SENHOR é bom” (Sl 34.8).
Deus é um Deus bom. Devemos começar aqui. Ainda que não entendamos seus
atos, podemos confiar em seu coração.
(Texto: Max Lucado)
“ Aquele que guiou o seu povo pelo deserto; porque a sua benignidade dura para sempre;.”Sl.136.16
O que notamos de interessante neste Salmo além de destacar toda soberania de Deus de uma maneira Geral, destaca se também tudo quanto fez pelo seu povo, não apenas livrando os da escravidão mas também guiando os pelo deserto
Vale a pena destacar que mesmo estando eles em pleno Deserto, Deus os Abençoou grandemente.
Vemos aqui alguns princípios que eu gostaria de chamar de bênçãos no deserto.
O termo Deserto muitas vezes é simbólico, há dificuldades, provações, privações, lutas e crises que o povo de Deus enfrenta na sua jornada de Fé e que chamamos de deserto.
Mas mesmo no Deserto Deus guia, orienta, sustenta, livra e protege.
Lembrando que antes do deserto eram um povo escravo em pleno deserto mesmo enfrentando grandes desafios era agora um povo livre.
Deus nos leva a alguns desertos não para nos castigar e sim para nos libertar.
*(Dt.29.5a E quarenta anos vos fiz andar pelo deserto; não se envelheceram sobre vós as vossas vestes, e nem se envelheceu o vosso sapato no vosso pé.)*
Objetivo do Senhor muitas vezes é nos provar, nos ensinar a depender dEle, porém jamais nos manda sós, Ele vai conosco.
E mesmo estando no deserto, em dificuldades Deus nos orienta através do seu Santo Espírito, como andarmos em integridade e santidade. *Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus (Rm 8.14).*
Devemos porém confiar no Senhor em sua direção.
Pois Ele estará com seus filhos na nuvem de dia e na coluna de fogo a noite e nunca nos desamparará.
(Pr.Argeu Rocha)
Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha
a vida eterna. JOÃO 3.16
O coração do problema humano é o coração do humano. E o tratamento de Deus é
prescrito em João 3.16.
Ele ama. Ele deu.
Nós cremos. Nós vivemos.
O versículo é um alfabeto de graça, um sumário da esperança cristã, sendo cada
palavra uma caixa-forte de joias. Leia o versículo devagar e em voz alta, e perceba
a palavra que prende a sua atenção.
“Deus tanto amou o mundo”. Poderíamos esperar um Deus movido pela ira. Um
que pune o mundo, recicla o mundo, abandona o mundo... mas um que ama o
mundo?
A afirmação de João 3.16, capaz de acalmar o coração, de tranquilizar a mente,
com peso capaz de fazer ou romper um acordo, é esta: Deus deu seu Filho... seu
único Filho. Nada de ideias abstratas, mas divindade revestida de carne. As
Escrituras igualam Jesus a Deus. Deus, portanto, deu de si mesmo. Por quê? Para
que “todo o que nele crer não pereça”.
(texto: Max Lucado)
E, quando já estavam no outro lado, dirigiram-se à terra de Genesaré, e ali atracaram Marcos 6.53
Jesus, repetidas vezes, mandava os seus discípulos para “o outro lado do lago, para o outro lado do mar”. Passar para o outro lado significa conhecer novas pessoas, novas realidades, novas situações. Jesus também trabalhava o emocional deles, colocando-os ora na prova de um mar revolto, ora em porto seguro, ora no meio das multidões, ora no isolamento de uma noite escura.
Se quisermos o milagre da grande pesca, temos que abrir mão do sossego da praia para irmos ao mar alto.
Temos sair do lado natural e irmos para o lado sobrenatural.
Temos que ver o “outro lado”, o lado do que sofre, do que nada tem, do que pensa e crê diferente de nós dos que tem uma cultura diferente.
Não é fácil Mas, por outro lado, andar com Jesus é muito bom, por que Ele nos faz crescer
(como uma criança que se solta das mãos do pai para dar seus primeiros passos).
Ele nos ensina a sermos versáteis
Nesta história, eles saíram para ir a Betsaida (“casa de pesca”), mas, devido à tempestade, acabaram aportando em Genesaré que significa (“jardim cercado”).
No entanto, Jesus com versatilidade fez ali mesmo em Genesaré o que iria fazer em Betsaida.
Ali mesmo quebraram as cadeias e libertaram as pessoas que estavam presas no “jardim cercado”.
Para andar com Jesus temos que abrir mão da segurança dos nossos planejamentos. (Você Planeja uma coisa Jesus pode fazer outra).
Confie os planos dele são bem melhores que os seus.
Por outro lado, é muito bom, por que Deus faz adaptáveis e com maior capacidade de sobrevivência neste mundo de constantes mudanças.
Is 64.8: “Somos o barro e tu o nosso oleiro… a obra das tuas mãos”
Aplicação: Num mundo em mudanças, quem fica rígido, e inflexível tende a quebrar se.
precisamos sempre rever nossos conceitos, a quanto tempo você não os revê?
Não podemos ser daqueles que dizem “eu nasci assim, vou morrer assim”.
ele quer nos levar ao aperfeiçoamento da vontade dele.
Então lembre se Nós somos barro e Ele(Deus é o oleiro) Deixa Ele moldar você.
DEUS TE ABENÇÕE.
[Jesus] passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. HEBREUS 4.15
O que diferenciava Jesus? Quando se trata de sua pureza de mente, recebemos
esta afirmação surpreendente: Cristo “não tinha pecado” (2Co 5.21). Pedro diz que
“Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca”
(1Pe 2.22). João viveu próximo dele por três anos e concluiu: “Nele não há pecado”
(1Jo 3.5).
Sua alma era imaculada e impressionante — foi o testemunho daqueles que o
conheceram. Seu irmão carnal, Tiago, chamou a Cristo de “o justo” (Tg 5.6). Pilatos
não conseguiu encontrar nele “motivo algum de acusação” (Jo 18.38). Judas
admitiu que, ao trair Cristo, traiu “sangue inocente” (Mt 27.4).
Cristo foi seguido por seus discípulos, analisado pelas multidões, criticado pela
família e investigado pelos inimigos, mas nem uma única pessoa pôde lembrar-se
de vê-lo cometer um único pecado. Ele nunca foi visto no lugar errado. Nunca disse
uma palavra errada. Jamais agiu da maneira errada. Ele nunca pecou. Não que não
tenha sido tentado, é bom destacar. Ele “passou por todo tipo de tentação, porém,
sem pecado” (Hb 4.15).
A luxúria o cortejou. A ganância o atiçou. O poder o chamou. Jesus — o humano
— foi tentado. Mas Jesus — o Deus santo — resistiu.
Aqueles que mais conheciam a Cristo falaram que sua pureza caminhava em
uníssono com sua convicção. E, porque ele não tinha pecado, sua mente era
imaculada.
(TEXTO: MAX LUCADO)
“E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados” (Marcos 11.25)
A falta de perdão tem se tornado uma grande armadilha, aprisionando muitas pessoas em um quadro de amargura e frustração imenso.
Sempre ouvimos que precisamos perdoar, mas na prática não é tão fácil assim, Se perdoar fosse fácil, não usaríamos a expressão liberar perdão.
Pensamos que ainda não sentimos de perdoar.
Porém o perdão não é um sentimento, nunca vamos sentir de perdoar ninguém, o perdão é uma decisão e, por outro lado, um processo.
A falta de perdão nos faz ligados ao ofensor.
Então cabe a nós decidir de que maneira queremos estar vinculados às pessoas que nos machucaram.
O ressentimento e o rancor nos tornam como que amarrados às pessoas que nos ofenderam, carregando esse peso até o ponto de todas as nossas forças se acabarem.
Perdão não significa fingir que nada aconteceu, mas sim uma decisão de renunciar a dor do orgulho ferido e entregar essa causa.
Perdão não significa que eu tenho de transformar a pessoa perdoada no meu melhor amigo para provar o perdão.
A melhor maneira de lidar com isso, é enfrentar a dor e resolver perdoar.
Não vale a pena carregar a mágoa e a amargura, esses sentimentos são tóxicos e criam raízes profundas na nossa vida.
Perdoar os outros é uma exigência para todos os cristãos e podemos ver em Marcos 11:25 que é essencial se também queremos ser perdoados.
Considere: Ao longo da vida, vamos precisar perdoar certas ofensas mais do que uma vez.
Texto do livro “Saúde Emocional –O Cuidado que Gera Crescimento” e adaptado- Pr. Argeu Rocha
Entendam isto: O Eterno, o seu Deus, é Deus de fato, um Deus em quem vocês podem confiar. Ele é fiel por mil gerações à sua aliança de amor leal para com os que o amam e obedecem aos seus mandamentos. DEUTERONÔMIO 7.9, AM
Deus faz promessas e nunca as quebra. A palavra hebraica para aliança, beriyth, significa “um acordo solene com força legal”.
Sua aliança irrevogável corre como um fio escarlate pela tapeçaria das Escrituras.
Lembra-se da promessa feita a Noé? “Estabeleço uma aliança com vocês: Nunca mais será ceifada nenhuma forma de vida pelas águas de um dilúvio; nunca mais haverá dilúvio para destruir a terra”.
E Deus foi adiante: “Este é o sinal da aliança que estou fazendo entre mim e vocês e com todos os seres vivos que estão com vocês, para todas as gerações futuras: o meu arco que coloquei nas nuvens. Será o sinal da minha aliança com a terra” (Gn 9.11-13). Todo arco-íris nos traz à mente a aliança de Deus. Curiosamente, astronautas que já viram um arco-íris do espaço nos dizem que eles formam um círculo completo. 4 As promessas de Deus são igualmente contínuas e infindáveis.
(texto: Max Lucado)
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