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Enquanto o mundo registra queda nos casos de HIV, no Brasil o número de pessoas vivendo com HIV aumentou nos últimos anos, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.¹ Entre os fatores que demandam atenção estão as mudanças no perfil da epidemia, inclusive o crescimento da participação de pessoas com 50 anos ou mais entre os novos casos de infecção pelo HIV.¹
Mas o tratamento e a qualidade de vida de quem vive com HIV segue avançando. Hoje, quem faz o tratamento corretamente pode alcançar a condição de indetectável, ou seja, quando a carga viral está tão indetectável nos exames. Nessa condição, não há risco de transmissão sexual do HIV.²
Além disso, existem estratégias para prevenção e profilaxia do HIV, incluindo a PrEP (profilaxia pré-exposição), que consiste em tratamento antes de uma possível exposição ao HIV para reduzir o risco de infecção, e a PEP (profilaxia pós-exposição), que consiste em uma medida de prevenção de urgência que deve ser iniciada o mais rápido possível após uma potencial exposição ao HIV — preferencialmente nas primeiras duas horas e, no máximo, em até 72 horas.³ ⁴
Neste DrauzioCast, Drauzio Varella, a ginecologista Carolina Ambrogini e o infectologista Ricardo Kores explicam tudo o que você precisa saber sobre a prevenção combinada do HIV, a fim de reduzir o tabu nesse tema tão importante, e levar informações de qualidade e seguras.
Episódio com patrocínio da farmacêutica Blanver. Transformando Vidas.
Veja também: PrEP e PEP: como funcionam os medicamentos que protegem da infecção por HIV?
Fontes:
1. BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico HIV e Aids 2025. Disponível: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2025/boletim-epidemiologico-de-hiv-e-aids-numero-especial-dez-2025.pdf/%40%40download/file. Acesso: 5 out. 2026.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Tratamento como prevenção. Disponível: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aids-hiv/tratamento-como-prevencao. Acesso: 5 out. 2026.
3. BRASIL. Ministério da Saúde. Prevenção. Disponível: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aids-hiv/prevencao. Acesso: 5 out. 2026.
4. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição de Risco (PEP) à Infecção pelo HIV, IST e Hepatites Virais. Disponível: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/p/profilaxia-pos-exposicao-de-risco-pep-a-infeccao-pelo-hiv. Acesso: 5 out. 2026.
Quando falamos sobre saúde, o acesso à informação de qualidade é essencial para que as pessoas compreendam melhor possíveis fatores de risco, adotem medidas de prevenção e tenham mais conhecimento sobre os tratamentos disponíveis.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella e a infectologista Luana Araujo conversam com o diretor global de saúde do YouTube, Garth Graham, sobre o papel da plataforma de vídeos na democratização do acesso a informações confiáveis em saúde e como um espaço educativo e seguro para a família.
Para assistir à entrevista com legendas, acesse o nosso canal no YouTube.
Veja também: Como o Brasil gerencia o maior sistema de saúde pública do mundo?
Condição do desenvolvimento do cérebro que afeta mais de 2 milhões de brasileiros, o transtorno do espectro autista (TEA) se manifesta de formas diferentes em cada pessoa, e é por isso que a condição é considerada um espectro.
Essa diversidade de sintomas e comorbidades significa que pessoas diagnosticadas com autismo têm necessidades de apoio variadas. No entanto, mesmo com necessidades diferentes, todas têm os mesmos direitos, que devem ser respeitados independentemente da gravidade do caso.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella conversa com a psiquiatra da infância e adolescência Gabriela V. Stump sobre os sintomas, diagnóstico e tratamento do transtorno.
Veja também: O que é a nova categoria “autismo profundo”?
A vida digital mudou o jeito como nos relacionamos com os outros e com o trabalho. Esses estímulos constantes, que afetam pensamentos e emoções, levam cada vez mais pessoas a buscarem atendimento de saúde mental.
Estima-se que 12,7% da população brasileira conviva com a depressão, enquanto 26,8% relatam sofrer de ansiedade. São números expressivos e, por mais que a conversa sobre transtornos mentais tenha evoluído, ainda existe muito o que debater.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella discute as questões mais urgentes para a atenção psicológica dos brasileiros em 2026 com Karen Scavacini, psicóloga e fundadora do Instituto Vita Alere.
Veja também: Como os Agentes de Saúde contribuem para o cuidado da saúde mental da população
Muitas questões cercam a prática de exercícios e quem deseja ter um estilo de vida saudável: como manter uma boa alimentação a longo prazo, o que comer antes, durante e depois dos treinos, entre outras. De uma coisa, porém, ninguém tem dúvida: uma alimentação adequada é fundamental para a prática de atividades físicas. E, para alcançar isso, a nutrição esportiva é recomendada tanto para atletas profissionais quanto para amadores.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella e a nutricionista esportiva Monique Fonseca mostram por que uma alimentação equilibrada potencializa os resultados dos exercícios, contribui para a recuperação muscular e ajuda a reduzir a fadiga precoce.
Conteúdo produzido em parceria com a Smart Fit.
Veja também: Proteínas: o que você precisa saber antes de investir em suplementos
A gripe afeta cerca de 1 bilhão de pessoas por ano em todo o mundo. Mas seus efeitos podem ir além dos sintomas imediatos, como febre, dor no corpo, cansaço, tosse, nariz entupido e calafrios.
A doença também pode provocar consequências menos conhecidas, como risco aumentado de ataque cardíaco e AVC.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella conversa com o cardiologista Múcio Tavares sobre a relação entre gripe e saúde cardiovascular e a importância da vacinação no longo prazo.
Conteúdo produzido em parceria com Sanofi.
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Veja também: Por que o Brasil ainda luta para atingir a meta de vacinação contra a gripe?
O diagnóstico de câncer divide a vida em um "antes" e um "depois".
A partir desse momento, começa uma jornada complexa: exames, consultas, decisões difíceis, procedimentos invasivos, efeitos colaterais e uma avalanche de informações que precisam ser compreendidas justamente quando a pessoa está mais vulnerável.
Nesse cenário, contar com uma equipe de saúde preparada faz diferença. Mas e quando a consulta termina?
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella e César Filho, biólogo e fundador da Cecí, debatem os desafios do paciente oncológico e as inovações que podem melhorar a adesão ao tratamento e o acesso a informações de qualidade.
Conteúdo produzido em parceria com a La Roche Posay.
Veja também: Retorno ao trabalho após tratamento do câncer: desafios, adaptações e direitos
Nos anos 1970, uma pessoa diagnosticada com mieloma múltiplo tinha média de sobrevida de menos de 2 anos. Hoje, 62% dos pacientes chegam, em média, a 5 anos, e muitos vivem mais do que isso.
Terceiro câncer hematológico mais comum, o mieloma múltiplo afeta os plasmócitos, células responsáveis pela produção de anticorpos.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella conversa com a hematologista Vânia Hungria sobre a evolução no tratamento da doença e as novas perspectivas sobre o mieloma múltiplo.
A ciência avança quando o conhecimento circula.
#MultiplasChancesPraVida
Veja também: GMSI aumenta o risco de ter mieloma múltiplo?
No geral, anemia é um termo que engloba condições associadas à produção ou perda dos glóbulos vermelhos. Entretanto, existem tipos diferentes da condição, com causas variadas e tratamentos distintos.
Alguns dos tipos mais comuns de anemia são anemia ferropriva, talassemia, anemia aplástica e, também, a doença falciforme.
Mais comum na população negra, esta última afeta muito mais pessoas do que se imagina inicialmente: por ano, nascem cerca de 300 mil indivíduos portadores de doença falciforme pelo mundo.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella convida Marimília Pita, hematologista e fundadora do projeto Lua Vermelha, associação de pacientes com doença falciforme, para explicar tudo sobre o tema.
Veja também: Doença falciforme: Crises de dor prejudicam qualidade de vida do paciente
Cerca de 40 milhões de brasileiros saem da consulta médica sem entender a receita, não por causa da letra dos médicos, mas porque esse é o número de analfabetos funcionais no país.
Para essas pessoas, não existe um programa no sistema público de saúde que atenda às suas necessidades, deixando milhões sem conseguir seguir as orientações médicas ou ler a bula dos medicamentos.
Esse cuidado depende principalmente dos agentes de saúde e de médicos de família que se dedicam a olhar com mais atenção para essa população.
Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella conversa com o médico de família Lucas Cardim, criador da plataforma Cuidado Para Todos, sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas analfabetas durante e após uma consulta médica.
Veja também: Analfabetismo: milhões de brasileiros saem da consulta sem entender a receita médica
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