O Primeiro Comando da Capital (PCC) é uma organização criminosa brasileira, originada no sistema penitenciário do estado de São Paulo em 1993. Inicialmente formada como uma facção para garantir a proteção de seus membros dentro das prisões, o PCC cresceu e se tornou uma das maiores e mais poderosas organizações criminosas da América Latina, com operações que vão além do tráfico de drogas, abrangendo extorsão, contrabando de armas, mineração ilegal e outros crimes ambientais.
Principais características:
• Atuação nacional e internacional: O PCC opera em várias regiões do Brasil, especialmente no Sudeste e Norte, e tem conexões com países da América do Sul, África e Europa.
• Hierarquia e disciplina: A organização segue um código rígido de conduta, com líderes influentes, chamados de “sintonia”, responsáveis por coordenar atividades específicas.
• Financiamento e poder econômico: Gera bilhões de reais anualmente, principalmente por meio do tráfico de drogas, mas também diversifica suas atividades criminosas, como mineração e exploração de terras indígenas.
• Ameaça às instituições democráticas: Sua expansão representa um desafio ao estado, infiltrando-se em áreas governamentais e explorando a falta de policiamento em regiões remotas.
Nos últimos anos, o PCC tem se infiltrado na Amazônia, onde explora recursos naturais ilegalmente, como ouro e madeira, afetando comunidades indígenas e agravando problemas ambientais. Além disso, seus conflitos internos e externos com outras facções, como o Comando Vermelho, têm contribuído para aumentar a violência no Brasil.
Leia a reportagem da Marina Dias no Washington Post:
https://www.washingtonpost.com/world/2024/12/16/amazon-pcc-cartels-indigenous-mining/
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