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Nos últimos anos, a psicoterapia se tornou mais disponível: hoje é possível encontrar um psicólogo em poucos cliques, por valores muito baixos e, às vezes, para atendimento quase imediato. Isso parece, à primeira vista, uma democratização do acesso à saúde mental. Mas existe uma pergunta que precisa ser feita: quem sustenta o custo dessa acessibilidade? Quando a psicologia entra na lógica das plataformas, da disponibilidade permanente e do menor preço, não muda apenas a condição de trabalho do psicólogo. Pode mudar também aquilo que entendemos como cuidado.
Talvez a arte alcance lugares em nós que a razão não alcança. Uma música, uma cena, um personagem podem dizer alguma coisa que a gente ainda nem sabia que precisava dizer. Mas, em meio a tanta pressa e tanta necessidade de entender tudo, será que ainda conseguimos simplesmente sentir?
Quem inventou que aos 30 a gente já deveria ter tudo resolvido? Carreira, relacionamento, estabilidade, filhos, dinheiro… E o que acontece quando a vida não segue esse roteiro? Hoje vamos falar sobre a famosa crise dos 30 e por que ela pode dizer muito mais sobre nossos ideais do que sobre a nossa idade.
Vivemos um momento em que a masculinidade parece atravessar uma crise, marcada pela perda de referências tradicionais e pela dificuldade de sustentar novas formas de existir. Neste episódio, a gente reflete sobre os efeitos disso para os homens: como lidam com frustração, rejeição e perda de controle, e as diferentes respostas a esse vazio, desde discursos reativos até tentativas de restaurar poder.
Tem mulheres que sabem amar muito bem. Cuidar, sustentar, se doar, estar disponível.
Mas quando ficam sozinhas em casa num domingo, não sabem o que fazer com elas mesmas.
Como se tivessem aprendido a ser tudo pra alguém… menos alguém pra si.
Hoje a gente queria conversar sobre mudanças. Mas não sobre aquelas mudanças idealizadas, de começo de ano, de metas... A gente quer falar da mudança como ela realmente acontece na vida: com medo, com perda, com angústia, e quase nunca como uma decisão tranquila. Nossas redes sociais: @isabelabnchi e @marinaclara.psi
Hoje a gente quer falar desse momento meio estranho entre o fim e o começo de um ano, quando o cansaço bate, as expectativas crescem e parece que todo mundo precisa se reinventar de uma vez. Vamos conversar sobre metas, mudanças e essa pressão de começar diferente.
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Hoje a gente quer conversar sobre um fenômeno que está acontecendo bem debaixo do nosso nariz: pessoas buscando acolhimento, resposta e até aconselhamento… em máquinas. A inteligência artificial virou companhia, virou ‘ouvinte’. E aí fica a pergunta: o que acontece quando a gente confunde algoritmo com vínculo? Hoje, a gente vai falar de terapia com Inteligência Artificial. Dos perigos, dos equívocos e do quanto um sujeito precisa de outro sujeito.
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Será que existe mesmo uma abordagem certa pra cada demanda? Essa ideia de que certos problemas pedem certas terapias tem ganhado força nas redes, mas será que, quando falamos de sofrimento psíquico e transtornos mentais, dá pra encaixar o sujeito em uma lista de recomendações?
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O trabalho mudou de lugar. Hoje, ele também acontece nas telas, nos stories, nos vídeos, nas tentativas de se fazer ver. A produção de conteúdo virou parte do trabalho. E junto com ela, vêm a comparação, o cansaço… e essa sensação de que nunca é o bastante.No fim das contas, talvez a gente esteja trabalhando mais do que nunca e não estamos nos dando conta. E é sobre isso que iremos falar nesse episódio.
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