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Você já teve a sensação de estar vivendo uma vida que não parece sua?Em algum nível, todos nós usamos máscaras sociais. Adaptamos nossa fala, controlamos impulsos e ocupamos diferentes papéis conforme o contexto. Isso faz parte da convivência humana.Mas existe um ponto em que a adaptação deixa de ser saudável.Neste vídeo, explorarei o conceito de Falso Self, desenvolvido por Winnicott, para entender como uma defesa necessária pode, aos poucos, transformar-se em uma prisão subjetiva.Falarei sobre:* O falso self saudável e a vida em sociedade;* Como ambientes intrusivos favorecem sua formação;* A diferença entre adaptação e submissão;* A perda da espontaneidade e da criatividade;* O vazio de quem vive para corresponder às expectativas dos outros;* A escala que vai da máscara social ao falso self patológico.Psicólogo e Psicanalista: Saulo Durso FerreiraInstagram: @saulodursoferreirapsi
Quando o amor parece seguro, algumas pessoas finalmente conseguem descansar.
Outras começam a sofrer.
Neste episódio de "Sofrimento em Primeira Pessoa", acompanho a história de alguém que vive pequenas distâncias como grandes ameaças: uma mensagem que demora, uma resposta mais curta, uma noite em que o outro simplesmente está cansado.
O que para muitos é apenas um detalhe, para alguns pode ser vivido como sinal de abandono, rejeição ou perda iminente.
O objetivo deste vídeo não é diagnosticar ninguém, mas mostrar por dentro uma experiência subjetiva que aparece com frequência na clínica contemporânea.
Temas abordados:
• medo de abandono;
• testes relacionais;
• necessidade de confirmação;
• vergonha;
• raiva;
• funcionamento borderline.
Se você é psicólogo, psicanalista, estudante ou simplesmente se interessou pela experiência retratada, deixe sua reflexão nos comentários.
#Psicanálise #Borderline #Relacionamentos #Psicologia #SauloDurso
Neste primeiro episódio da série “Modos de sofrer - Uma escuta clínica da personalidade”, discuto uma questão cada vez mais presente na clínica contemporânea e nas redes sociais:o que acontece quando o sofrimento deixa de ser uma experiência… e passa a virar identidade?Hoje vemos crescer uma lógica em que diagnósticos, categorias e modos de sofrer começam a funcionar como formas de apresentação de si:“sou TDAH”,“sou borderline”,“sou autista”,“sou filho de pais narcisistas”.Mas qual a diferença entre identidade, identificação e fixação identitária?Neste vídeo, articulo Freud, Lacan, Vladimir Safatle, redes sociais, algoritmo, reconhecimento e o “tempo de compreender” para pensar como certos diagnósticos podem:• abrir possibilidades de elaboração;• ou funcionar como respostas antecipadas sobre quem alguém é.Uma discussão clínica — e não moral — sobre sofrimento, subjetividade e identidade na contemporaneidade.No próximo episódio:diagnóstico estrutural, transtornos psiquiátricos e organizações de personalidade — o que cada modelo tenta escutar?—Instagram:@saulodursoferreirapsiCursos e formações:Academia Freudiana
EPISÓDIO 1 — FANTASMASérie: Aprenda Lacanês — a formalização a partir de necessidades clínicasEste primeiro episódio inaugura a série Aprenda Lacanês a partir de uma tese clara:o que se chama pejorativamente de “lacanês” não nasce de obscurantismo, mas de impasses clínicos concretos, quando a linguagem disponível já não basta para operar com precisão.A proposta da série não é facilitar Lacan nem traduzi-lo para um vocabulário psicológico mais confortável. Ao contrário: trata-se de mostrar por que Lacan precisou formalizar, conceito por conceito, aquilo que insiste na experiência analítica quando o sentido já foi produzido, interpretado, compreendido e, ainda assim, não opera.Começamos pelo fantasma, porque ele marca um ponto decisivo na clínica:o momento em que a fantasia freudiana já foi decifrada, mas a repetição persiste.O paciente não está em falta de compreensão. Ele sabe. E justamente por isso, o saber já não produz deslocamento.Ao longo do episódio, percorro o caminho que vai:– da fantasia em Freud, enquanto cena imaginária interpretável,– ao fantasma em Lacan, enquanto estrutura inconsciente que assombra o sujeito para além do sentido.A distinção entre fantasia e fantasma não é terminológica nem filológica, ela marca uma mudança de registro clínico.IPC: O fantasma não é o que o sujeito imagina, mas o modo como ele está posicionado em relação ao desejo do Outro.
Descrição de uma sessão com um "Red Pill" e avaliação psicodinâmica
Algumas mães não deixam os filhos crescerem — e chamam isso de amor.Por trás dessa ternura melancólica, há uma recusa em perder: a mãe autoritária, o pai frouxo e o filho que vira espelho do seu vazio.A partir do livro O Inferno do Dever, analiso como essa estrutura dá origem à neurose obsessiva, se repete na histeria e se esgarça nos quadros limítrofes.Falamos da mãe que culpa, da que se vitimiza, e da que faz do filho seu parceiro simbólico.No fim, três vinhetas clínicas mostram como isso aparece no consultório — e o que o analista pode escutar além da obediência e da culpa.
Caso clínico retirado do livro "Introdução a uma Clínica diferencial das Psicoses" - Contardo Calligaris
Tópicos:
1- Como não levar calote?
2- Cobrar antes resolve?
3- Relação do Psi com o dinheiro.
4- O Psi e a Receita Federal
5- Cobrar quando o paciente falta?
6- Um Psi precisa de uma poupança e preparar sua
aposentadoria.
7- Faça um contrato de trabalho claro.
8- Algumas vezes não será possível iniciar um processo
por questões de contrato.
9- Atenção com pacientes que tem imprevistos o tempo todo.
10 - Não cobre mensal!!! Cobre por sessão.
11- Como reajustar o preço da sessão.
12- Quando falar o valor da sessão?
13- E quando o analista desmarca?
14- A primeira sessão é cobrada?
15- Por que cobrar por sessão?
16- Um recém-formado deve cobrar menos?
17- Os Psis precisam se unir para cuidar da profissão.
18 - As SUAS dificuldades na clínica.
19- Psi precisa emitir recibo?
20 Psi precisa de um Contador.
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