E Agora, TI?

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By E agora TINewsTech News
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E Agora, TI? episodes

  • Santa Casa da Bahia aposta em governança de dados para ganhar eficiência

    Uma das mais antigas instituições de saúde do país, a Santa Casa da Bahia vem investindo no desenvolvimento de novas aplicações tecnológicas há anos. Essa jornada, no entanto, criou uma ampla complexidade nos sistemas de TI da organização – especialmente entre aqueles que apoiam a tomada de decisão clínica.

    Para enfrentar esse desafio, a Santa Casa iniciou um projeto com objetivo de atingir a plenitude de sua governança de dados, buscando ganho de eficiência e um ambiente mais simples para colaboradores usuários de TI.

    Neste episódio do podcast 'E agora, TI?', Mônica Bezerra, diretora Corporativa de Tecnologia e Operações da Santa Casa da Bahia, conta detalhes sobre os desafios e resultados do projeto, desenvolvido em parceria com a InterSystems.

    20 min
  • Mater Dei reduz horas extras e ganha eficiência com dados e IA

    Garantir a segurança assistencial de pacientes internados em diferentes unidades da rede mineira de hospitais Mater Dei, além de melhorar a gestão de escala dos profissionais. O projeto, chamado Compartilhe e feito em parceria com a consultoria A3Data, já conseguiu resultados substanciais como a redução de 85% das horas extras e retorno sobre investimento (ROI) em dez meses de 22,5%.

    Em entrevista ao E Agora, TI, ⁠José Henrique Dias Salvador⁠, diretor de operações da Rede Mater Dei, conta como a criação da plataforma foi motivada pelas dificuldades de gestão de escala dos colaboradores, principalmente no período crítico da pandemia de COVID-19, que ampliou as já altas taxas de ocupação das unidades.

    A plataforma concebida pela A3Data usou dados de ocupação e registro de ponto da rede e oferece dashboards atualizados em tempo real para auxiliar na tomada de decisão.

    20 min
  • IA com voz realista aprimora experiência de clientes da TIM

    TAIS: esse é o nome da assistente virtual baseada em inteligência artificial da TIM e utilizada para atendimentos telefônicos. Desenvolvida pelo Cognitive Experience Center da TIM, a IA usa voz sintetizada, capaz até de entonações humanas, para melhorar a experiência de atendimento dos clientes. 

    A solução foi desenvolvida com base em recursos da Microsoft Azure integrada ao IBM Watson. A solução transforma textos em diálogos realistas, abandonando o padrão robótico comum em URAs. Os clientes que entram em contato com a operadora ouvem uma voz semelhante a humana, mas produzida pela tecnologia.  

    “Em algumas informações mais longas, por exemplo, onde a gente precisa enfatizar uma oferta ou mostrar certa consternação com algum problema que ele [o cliente] vem passando, a robotização perdia essa capacidade de entregar essa empatia”, explica Olímpio Fernandes, diretor do Cognitive Experience Center da TIM. 

    A TAIS começou a funcionar em 2020, com 10% dos atendimentos usando voz sintetizada. No ano seguinte, chegou a 26%. Em 2023, 100% dos atendimentos passaram a usar voz neural personalizada. Já foram mais de 107 milhões de chamadas atendidas usando o recurso. 

    18 min
  • Lola Cosmetics aposta em BI e supera em 34% metas de crescimento

    A indústria de cosméticos e de beleza é extremamente competitiva e, para se destacar nesse mercado, é preciso investir em tecnologias que possibilitem uma melhor gestão de seus processos e de suas informações.

    A Lola Cosmetics, empresa brasileira que nasceu em 2011 com uma pegada jovem, sustentável e com a proposta de democratizar produtos para todos os tipos de mulheres, acredita muito nessa máxima.

    Chegou um momento que a Lola decidiu trazer mais inteligência para o seu negócio, com a intenção de atingir sua meta de crescimento e apostou em uma solução de business intelligence (BI). É exatamente esse projeto que o podcast E agora, TI? aborda nesta semana.

    Pedro Taguchi, diretor de Operações da Lola Cosmetics, conta na conversa o desafio da empresa e os resultados para os negócios, que tem investido fortemente em tecnologias para se destacar no mercado.

    16 min
  • Seguros Unimed investe em data lakehouse para usar dados de forma inteligente

    No mercado há 33 anos e com mais 2 terabyte de informações dos clientes, a Seguros Unimed tem investido no uso de ferramentas para impulsionar análises e garantir a melhor experiência para os clientes. O mais recente passo nessa jornada foi a parceria com a AWS para processar e disponibilizar dados a partir de um data lakehouse, utilizado pelas áreas para inovar em diferentes frentes.

    Ao lidar com dados em cinco áreas de negócios - Saúde, Vida, Odontologia, Previdência (aberta e fechada) e Ramos Elementares (com seguros patrimoniais e

    de responsabilidade civil médica), a Seguros Unimed identificou a necessidade de melhorar a gestão de seus recursos e se adequar às normas da Lei Geral de
    Proteção de Dados (LGPD) a partir do uso de tecnologia de ponta, associada a ferramentas open source, conhecidas pelos custos mais atrativos.

    A partir do projeto, a empresa passou a usar dados de maneira mais centralizada e padronizada, diminuindo os custos – um dos principais objetivos do projeto –, obtendo todos os outros ganhos possíveis e mantendo em conformidade com a LGPD, configurando uma significativa melhoria na governança.

    “O projeto nos abriu portas para contar, por exemplo, com uma precificação mais inteligente e sob medida para o beneficiário para que o cliente se sinta com o seguro certo para ele”, explica o diretor-executivo de mercado e tecnologia da Seguros Unimed, Wilson Leal.

    No podcast 'E agora, TI?', o primeiro da temporada de 2023, Leal revela detalhes do projeto, bem como cifras de redução de custos e melhorias para os clientes.

    18 min
  • Como o Licks Attorneys usou IA para aprimorar estratégias judiciais

    Big data e inteligência artificial (IA) usados para aumentar chances de sucesso de um escritório de advocacia em processos judiciais e de pedidos de patentes. Esse foi o caminho trilhado pelo Licks Attorneys, escritório de advocacia carioca com atuação em diversas capitais brasileiras, além do Japão, e especializado em causas de propriedade intelectual.

    A empresa está usando algoritmos desenvolvidos em plataformas da Microsoft, e que utilizam tanto dados exclusivos, de causas anteriores, como informações públicas dos principais tribunais brasileiros e internacionais. Com isso o escritório consegue estabelecer padrões de decisões proferidas pelo Poder Judiciário e em processos administrativos que transcorrem no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

    Segundo Otto Licks, sócio fundador do escritório Licks Attorneys, os sistemas foram desenvolvidos para oferecer informações estratégicas sobre grande número de decisões, e auxiliam no desenvolvimento de teses. Isso tem aumentado as chances de sucesso dos casos do escritório.

    Licks é o último entrevistado dessa temporada do podcast E Agora, TI? Até o ano que vem!

    20 min
  • Como a BP usou IA para reduzir as faltas dos pacientes em exames?

    Com o objetivo de reduzir o índice de faltas de pacientes que agendavam exames diagnósticos, e que para alguns exames específicos chegava a 20% do total, a área de medicina diagnóstica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo – levou adiante um projeto inovador. O Smart Schedulling, feito em parceria com a GE, adotou algoritmos preditivos de inteligência artificial (IA) para prever que pacientes tinham mais risco de faltar e, com isso, adotar medidas pró-ativas.

    O MVP de inovação foi executado durante o primeiro semestre desse ano. O objetivo do hospital paulistano era, primeiro, evitar que os pacientes deixassem para depois os cuidados com a própria saúde. Em segundo lugar, reduzir os desperdícios decorrentes dessas faltas, afinal as máquinas ficavam ociosas.

    “[A inteligência artificial] se paga. É o tipo de projeto que já dá para colocar números e mostrar um ‘payback’ [retorno] interessante”, diz ao IT Forum a diretora executiva de tecnologia e inovação da BP, Lilian Hoffmann. “A IA tem muitas potencialidades, e cabe a nós CIOs encontrar usos que convençam o investimento.

    Entre os agendamentos de exames monitorados, o projeto chegou a reduções de “no show” de 17% para 10%. A ocupação das máquinas de exames subiu de 74% para 81%, graças ao remanejamento de horários possível com a solução. Nos seis meses de teste, 774 exames adicionais foram realizados, com incremento de quase R$ 410 mil de janeiro a julho de 2022.

    16 min
  • Como a Algar Telecom apostou em uma assistente virtual para apoiar seu crescimento

    No primeiro semestre de 2021, a Algar Telecom lançou a CORA, uma assistente virtual que tinha o objetivo de apoiar a expansão das operações da empresa de telecomunicações e TI do Grupo Algar. Através da automação, a ideia da assistente era fazer comunicações internas de modo proativo em demandas relacionadas ao Centro de Operações de Rede (COR) da Algar Telecom.

    Um ano após sua implantação, o projeto CORA cresceu e foi transformado. Hoje, o COR passou a ter uma atuação analítica e preventiva e os técnicos de campo ganharam mais autonomia e agilidade na resolução de falhas operacionais através da CORA. Em abril deste ano, o projeto também foi reconhecido pelo prêmio Executivo de TI do Ano de 2022, organizado pela IT Mídia.

    Neste episódio do 'E agora, TI?', Wendel de Melo, diretor de Tecnologia e Redes da Algar Telecom, conta sobre como a Algar expandiu a CORA ao longo do último ano e meio e como tem usado a inteligência artificial para gerar ganhos operacionais para a companhia.

    "Hoje, do total de ordens de serviços que são geradas para nosso time trabalhar, 80% delas são abertas automaticamente pela CORA", contou. "Ela faz um pré-diagnóstico, o que ela consegue resolver, ela resolve sozinha, se não consegue, ela gera uma OS".

    16 min
  • Como a Fini ganhou 15% de produtividade em seus armazéns?

    A The Fini Company, ou simplesmente Fini, é uma empresa espanhola muito conhecida do grande público. Detém um grande portfólio de guloseimas, e também fabrica suplementos vitamínicos. Identificou uma oportunidade importante de melhoria: substituir o sistema legado e complicado que controlava a armazenagem de seus produtos por um outro, conectado ao ERP, e que permitisse ganhos de eficiência.

    Para falar do projeto o E Agora, TI? dessa semana conversa com Rodrigo Razé, gerente executivo de TI da The Fini Company.

    14 min
  • Como a Mitre alcançou 90% de resolutividade em chamados de TI?

    Com faturamento aproximado de R$ 1,8 bilhão apenas em 2021, a incorporadora e construtora paulistana Mitre Realty tinha um desafio: aprimorar os índices de satisfação dos clientes com os serviços prestados pela área de TI. Não só conseguiu índices elevados de aprovação como estabeleceu bases para projetos futuros e inovadores.

    É o que revela Aline Pontes, gerente de infraestrutura e governança de TI da Mitre, ao podcast E Agora, TI? As soluções tecnológicas implementadas para aprimorar os processos de governança de TI e tiveram resultados satisfatórios, zeraram contratempos e atrasos em obras. Segundo a empresa, não há mais falhas na comunicação com os departamentos graças às soluções implementadas.

    Entre os mais de 1.200 chamados registrados pelo departamento por mês, 90% são resolvidos. Nas construções, atrasos se tornaram praticamente nulos, pois é a área de TI que registra a compra de material, efetua pagamentos e controla a infraestrutura.

    11 min

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