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Após ter sobrevivido ao labirinto burocrático que rodeia a terra do bacon e da xenofobia, um dos nossos heróis depara-se com obstáculo que o deixa, tal Luís Vaz de Camões, com um dos seus membros gémeos fora de combate. Só que desta vez os Lusíadas são a sua carteira, e o mar é feito de seguradoras desprovidas de empatia.
Vocês não pediram. Nós não queremos saber. A quem continua à espera do Santo Graal que é a possibilidade do episódio seguinte, sois do caraças (porque é que fazem isto a vocês próprios?).
Não é toda a revolução que tem a honra de usar cravos. Certos momentos cruciais na história da humanidade resignaram-se a recorrer a métodos menos épicos, menos Portugueses, para demarcar a queda de regimes e a ascensão de novas nações.
Neste episódio extra-agenda, um misterioso enviado especial viaja para viver de perto os actos daqueles que não mais quiseram apelidar-se de colonos. Algo que culminou na criação do maior bule de chá de sempre. Infelizmente, e porque nem tudo poderia correr bem, deu em chá salgado, o que melindrou muita gente vestida de vermelho.
Toda a gente tem gostos diferentes; é uma das coisas que nos torna humanos. A incrível variedade de música a que temos acesso na actualidade é uma das inúmeras facetas deste aspecto. Outra das facetas é o facto de o BOLO DE ARROZ SER DEFINITIVAMENTE O MELHOR BOLO QUE SE PODE COMER NUMA QUALQUER PASTELARIA DESTA NAÇÃO E NINGUÉM ME TIRA ISSO. CHUPEM.
"Não sei com que armas a Terceira Guerra Mundial será combatida, mas a Quarta Guerra Mundial será combatida com ovos e açúcar." - Alberto Umapedra
A casa de acolhimento Inverno da Vida fica no cimo da colina. Durante o dia, o sol bate em força no terraço virado para sul, para o areal. Quatro figuras reúnem-se todas as manhãs em torno de uma mesa de pladour. "E", diz um, solenemente. "Por", responde o outro. "Que", murmura um terceiro. "SKIBIDIBIDIBIDLABDLA", afirma o quarto. O grupo concorda. É um belo dia.
Ruas? Onde vamos, não precisamos de ruas. Ou de ouvidos. Este episódio do E Porque Não precisou de tanto pneu queimado a 88 milhas por hora, tanta dívida da DeLorean e tanto cientista maluco assassinado por terroristas que é provável que tenha quebrado a continuidade do espaço-tempo. De qualquer das formas, não queremos saber. Processem-nos, leis da física.
Nunca é tarde para nos reinventarmos. Neste episódio, o Pedro faz isso mesmo com um novo formato do tema sério - que rapidamente cede ao declive forçoso do caos; o Maia faz peito aos Jorges Jesus desta vida; o Guilherme inova em formas de exprimir o seu sofrimento; e o Luís oferece-nos vida para logo a seguir nos dar razões para a terminarmos.
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