Eficiencialidade

Eficiencialidade

By Filipe BoniEducationArtsDesign
Download on the App Store

Eficiencialidade episodes

  • Os 5 Principais Erros em Projetos Sustentáveis

    <span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span>

    Adoramos dicas sobre o que FAZER para melhorar nossos projetos e deixá-los mais verdes.

    Mas você sabe quais são os principais erros em projetos sustentáveis?

    Desta vez, esse artigo possui o propósito de apresentar:

    • O que você NÃO deve fazer em um projeto;
    • Os erros mais comuns em projetos sustentáveis
    • E porque isso é um risco para todo o projeto e até sua carreira
    • Erro nº1 – Falta de planejamento

      Grande parte dos problemas se originam aqui. Não possuir um planejamento adequado, e principalmente, que esteja avançado o suficiente para acompanhar as etapas de projeto é um grande erro.

      É necessário ter clareza das metas que você deseja alcançar e quão tangíveis elas são para o seu tipo de projeto. A falta de conhecimento sobre o tempo de execução e o custo das metas sustentáveis são a principal causa da sua morte dentro do ciclo de um projeto, e é por isso que é o item nº1 dos principais erros em projetos sustentáveis.

      É preciso entender as técnicas e tecnologias que você deseja aplicar ou contratar alguém que possa fazer isso por você, para que nem o projeto, nem o orçamento, e nem a obra final venham a sofrer.

      Erro nº2 – Metas inatingiveis

      Encorajamos muitas pessoas a pensar grande, engrandecer seus objetivos e correr atrás de seus sonhos, mas é necessário entender as limitações do seu empreendimento.

      Não existe uma formula perfeita de ” tamanho único” para todos os casos.

      Incluir metas que estão de acordo com seu orçamento, tamanho e tipo de projeto é uma maneira de trabalhar de forma mais sustentável.

      Existem projetos que, para se enquadrar em uma categoria de mais pontos no LEED, podem tentar subverter regras — especificar mais do que o necessário em um projeto é um exemplo dessa subversão — e é por isso que é o 2º item da lista de erros em projetos sustentáveis. Não podemos ir contra aos princípios da sustentabilidade.

      E, falando em princípios de sustentabilidade, isso nos leva ao próximo ponto…

      Erro nº3 – Pegada de carbono

      Apesar de ser mais impactante em países Europeus — que mais dependem de combustíveis fósseis como o carvão mineral ou o gás natural — não pensar na pegada de carbono resultante é um dos principais erros em projetos sustentáveis, indo contra os princípios ambientais da sustentabilidade além de ser um desperdício de raciocínio.

      O principal objetivo da sustentabilidade — em toda a soma ambiental, social e econômica — é diminuir nossa pegada de carbono neste planeta.

      Quais os fatores que aumentam a pegada de carbono em um projeto mal planejado?

      • Re-trabalho: falta de compatibilidade entre os sistemas da edificação, o gasto acima do necessário para materiais, um tempo de obra maior para se adequar ao financiamento com um banco.
      • Redundância: o gasto adicional recorrente de explicações, retrabalhos ou compras adicionais. É o consumo de energia superior ao necessário para realizar uma atividade.
      • Equipamentos ineficientes: dimensionar um sistema para funcionar muito abaixo ou acima da sua capacidade.
        • Exemplo 1: um sistema de ar-condicionado que funcione abaixo de sua capacidade. Tornará o sistema mais caro, utilizando recursos desnecessários.
        • Exemplo 2: Um sistema de ar condicionado que funcione acima da sua capacidade. Irá gerar desconforto aos usuários, que irão abrir as janelas e gerar ainda mais consumo para o sistema.
        • Esses três itens aumentam a pegada de carbono do projeto e jogam energia diretamente no lixo, e por isso são nosso item nº3 dos principais erros em projetos sustentáveis.

          Erro nº4 – Não pensar no futuro

          Por mais chato que seja falar, o pensamento a curto prazo é um mal do brasileiro.

          Ainda pensamos como se vivêssemos em tempos onde a inflação era abrupta — e quem viveu nessa época dificilmente perderá esse sentimento de ter que sair correndo no supermercado para fazer compras e não ver seu dinheiro virando pó.

          Ainda não criamos totalmente em nosso país cultura de investir para o futuro.

          Além da obsolescência programada de todos os produtos atuais do mercado — que é importante ressaltar, não é exclusivo do Brasil — nosso pensamento imediatista faz com que nossos produtos não sejam de “qualidade para durar” e sim de “qualidade suficiente para vender e depois o problema passa ser do consumidor”.

          O pensamento sustentável prega que você deve pensar no legado que você está deixando para o outro, no presente e no futuro. Devemos pensar no que estamos deixando não somente para nossos filhos, mas para pessoas que jamais iremos conhecer. A ignorância deste fato é o 4º entre os principais erros em projetos sustentáveis.

          E o ultimo (e talvez o mais triste) dos principais erros em projetos sustentáveis – Propósito de Greenwashing

          Quando empresas e clientes se comprometem em trabalhar com princípios verdes, ambos aceitam investir dinheiro, trabalho e esforços pessoais nisso.

          E não há nada mais triste do que um profissional que se submete a esse tipo de proposta e se perde — ou simplesmente não procura — atingir esses resultados.

          É impossível saber em números reais quantos empreendimentos certificados pelo mundo usaram desse artificio para poder usufruir de um marketing poderoso que uma certificação sustentável traz.

          Já no Brasil, a falta de auditoria por alguns sistemas de certificação infelizmente deixa uma brecha para que esse tipo de projeto continue sendo comercializado sem nenhuma punição severa.

          Nossa única alternativa aqui é continuar instruindo nosso público cada vez mais, para que essa prática não frutifique por muito mais tempo. Se você conhece algum projeto que está usando de greenwashing para prosperar em terreno raso, por favor denuncie.

          O GBCI não pratica as auditorias de forma voluntária para certificações LEED, Edge, Gresb ou outras aqui no Brasil, mas se um projeto for denunciado, a auditória será realizada e os participantes serão punidos de acordo com o código de conduta da instituição.

          O e-mail para denúncia é: [email protected] e a instituição garante total sigilo sobre suas informações.

          O post Os 5 Principais Erros em Projetos Sustentáveis apareceu primeiro em UGREEN.

          19 min
        • 4 Tendências de Empregos Sustentáveis na Construção Civil em 2018

          Você sabe qual foi a taxa de crescimento de empregos sustentáveis pelo mundo?

          A verdade é que o número de empregos sustentáveis vêm crescendo de forma expressiva.

          Alguns setores — como o de energia solar — obtiveram um crescimento 12x maior que o restante da economia americana no último ano, enquanto setores como os de óleo e gás retraíram. Já no Brasil este crescimento foi de 2.493% entre 2016 e 2017, de acordo com a Bloomberg New Energy Finance.

          Já na área de construções sustentáveis no Brasil, este vem crescendo acima da média mundial. De acordo com o relatório de mercado de 2016 do World Green Building Council — que mede os setores da economia com planejamentos em construções sustentáveis para os próximos 3 anos — construções verdes farão parte de 47% do mercado brasileiro de Retrofit, 35% de residenciais de até 3 pavimentos e 33% de edifícios de uso misto, o que é uma média de 10% acima do nível mundial.

          Mas…quais as oportunidades de empregos sustentáveis em 2018?

          Devido ao otimismo do mercado, resolvemos apresentar 4 oportunidades de empregos sustentáveis para arquitetos e engenheiros em 2018. A última oportunidade da lista muitas empresas nem se tocaram que precisam — alguém precisa ir lá e apresentar a oportunidade para elas. Você está disposto?

          Oportunidade 1: Certificações ambientais dentro e fora do Brasil

          A internet cada vez mais vem construindo pontes e ampliando as possibilidades de comunicação. No trabalho, vem transformando profissões, como tarefas são executadas e também interfere sobre o que é o “nosso ambiente” de trabalho.

          A internet ampliou o nosso “local” e nessa expansão quebrou barreiras importantes dentro da construção civil. Você pode buscar trabalhos remotos em sites brasileiros ou fora do Brasil, como no Upwork. É um mercado pequeno, mas promissor.

          Grandes construtoras e escritórios de arquitetura pelo mundo já enviam para outros países tarefas como modelagem, compatibilização, simulações diversas ou mesmo revisão quanto as exigências de certificações ambientais.

          Seja pelo tempo ganho com a diferença de fuso ou custo beneficio devido a troca de moeda, qualquer que seja a tarefa que não exija reuniões ou visitas presenciais terá a tendencia de migrar para a internet para ser ofertada e negociada.

          Oportunidade 2: Consultorias em Sustentabilidade

          Apresentar soluções eficientes e sustentáveis em projetos fazem a diferença na hora da venda e também destaca o profissional. O que sabemos também é que projetar de forma sustentável exige um amplo conhecimento de ferramentas e normas técnicas, e as vezes o profissional ainda encontra-se nesta busca técnica.

          Uma solução que vem sendo destaque na industria da construção civil são as consultorias. Elas surgiram a alguns anos no Brasil e continuam crescendo, a medida que o conhecimento sobre seus benefícios e a demanda por construções sustentáveis e certificações também crescem.

          A consultoria pode ser aplicada em múltiplas etapas de projeto e algumas vezes acompanha o projeto da concepção a entrega das chaves.

          A maior procura por consultorias tem acontecido quando a equipe de projeto decide buscar uma certificação sustentável, como o LEED. Hoje acreditamos que isso esta mudando, clientes vem notando e procurando os benefícios de um edificação sustentável mesmo sem uma certificação.

          Oportunidade 3: Projetos próprios

          Arquitetos e engenheiros que realizam projetos podem aproveitar o benefício das estratégias sustentáveis para levar seu projeto mais longe, não só a nível de design, mas também a nível de desempenho.

          Compreender estratégias como a adequação ao clima, a captação de iluminação natural, projetar a iluminação artificial de forma econômica e confortável aos olhos do usuário, compreender partidos de eficiência energética, gerenciamento da água e o uso consciente de materiais — além dezenas de outras estratégias — são passos fundamentais para quem procura obter os melhores clientes do mercado, aumentar o reconhecimento profissional e o valor percebido por cada projeto.

          O projeto com base em desempenho é o futuro da arquitetura — muito mais do que linhas arrojadas ou a poesia da forma — e quem ainda não entendeu isso ficará para trás na concepção de empreendimentos de qualidade.

          Oportunidade 4: Gerentes de sustentabilidade

          Escritórios de arquitetura, construtoras, escritórios de engenharia e até empresas multinacionais começam a apresentar cada vez oportunidades para esses cargos, mas ainda é muito pouco.

          A sustentabilidade veio para ficar. É uma questão de qualidade de vida e de sobrevivência.

          A valorização das produções sustentáveis é algo que nossa sociedade está aprendendo rápido e isso está atrelado ao bem que nos faz saber que o que estamos investindo nosso rico dinheirinho está sendo produzido sobre um código de ética rígido, que beneficia tudo e todos durante o ciclo do conceito a desconstrução deste item.

          Portanto entender a cadeia de sustentabilidade e saber como melhor aplica-la para o determinado setor é importantíssimo.

          Dentro da construção civil, o gerente de sustentabilidade atuará, acima de tudo, como um propulsor de espaços de alto desempenho.

          Nos escritórios de arquitetura, irá coordenar e melhor entender a concepção da obra, visualizar economias de materiais, eficiência dos espaços, projetar com os pilares da sustentabilidade em mente e visualizando seus impactos ambientais.

          Nos escritórios de engenharia, irá se comprometer em não onerar os espaços com sistemas custosos e ineficientes, promover a interconectividade dos sistemas e o planejamento para manutenções inteligentes.

          Dentro do canteiro de obra o espaço para o gerente de sustentabilidade cresce ainda mais, pois ele precisara treinar as pessoas que irão trabalhar neste ambiente para que ele tenha um canteiro sustentável.

          Entre as oportunidades estão o pouco desperdício de materiais, auxílio nas compras — validando itens especificados quanto a sua qualidade e cadeia de produção — o gerenciamento dos resíduos da construção, o auxílio na fabricação e controle de documentos pertinentes a certificações, caso o empreendimento esteja engajado nesta busca.

          Empresas multinacionais como bancos, montadoras de carros, construtoras, industria de cosméticos e alimentícia vem investindo cada vez mais nesse setor sustentável, pois gera resultados econômicos de operação e é muito eficiente em seu marketing.

          Nestes setores, o gerente de sustentabilidade pode estar em áreas de expansão, controlando empreendimentos físicos da empresa como a decisão na escolha de imóveis, sua reforma, construções de pontos de venda e áreas administrativas. Pode estar ainda inserido diretamente no controle de produto, no marketing e cadeia produtiva.

          Encontrou algo para você entre as oportunidades de empregos sustentáveis? Espero que tenhamos ajudado!

          O post 4 Tendências de Empregos Sustentáveis na Construção Civil em 2018 apareceu primeiro em UGREEN.

          14 min
        • [Previsão] Tendências da Arquitetura para 2018

           

          Quais são as maiores tendências?

          Se você é um arquiteto, engenheiro ou tomador de decisão na área da construção civil, sabe que se antecipar a tendências é importante para a carreira. Mas quais seriam as maiores tendências da arquitetura para 2018?

          Então sem muita enrolação, cito as 4 maiores tendências que vão fazer a diferença neste ano — e até mesmo pra 2019:

          Residências com mais suítes master

          O setor imobiliário deixou de ser tão atraente para investidores, tanto pela limitada liquidez quanto por rendimentos abaixo de outras formas de investimento.

          O poder aquisitivo do brasileiro também diminuiu, gerando menos oportunidades em imóveis e até mesmo inviabilizando a operação para aqueles com menor poder aquisitivo.

          Uma consequência são filhos que poderiam comprar um imóvel para sair de casa, mas não encontram mais um bom custo-benefício na operação, permanecendo mais tempo na casa dos pais.

          Outro exemplo seriam pessoas que buscam estudar em lugares distantes mas não conseguem um apartamento dentro do seu orçamento.

          Uma consequência direta é que residências ou apartamentos com 2 ou mais suítes master começam a ser mais procurados — e valorizados. Estas unidades incentivam a economia compartilhada em conjunto com a privacidade de seus habitantes.

          Além dos fatores econômicos, esta possibilidade torna-se ainda mais possível pela popularização de sites como o Airbnb e similares, que tornam mais práticas a procura por imóveis e o compartilhamento sazonal.

          Iluminação Natural

          Com a evolução dos softwares, sistemas de esquadrias e também do conhecimento dos arquitetos e engenheiros, percebe-se uma mudança clara de pensamento e na evolução nos projetos com o foco na coleta de iluminação natural.

          Para lojas, os benefícios em rentabilidade são claríssimos e utilizados faz um bom tempo em grandes redes. Estudos como os da California Energy Comission comprovam que ambientes com boa iluminação natural proporcionam um aumento de 40% nas vendas em lojas.

          O retorno financeiro geralmente é rápido para qualquer tipo de edificação, e agora começa a ser mais visto no setor residencial, e este é o motivo de estar entre as tendências da arquitetura para 2018.

          Os benefícios para este setor são interessantes: a melhoria dos ritmos circadianos dos usuários, na qualidade de saúde no ambiente, na eficiência energética, na produtividade para quem trabalha em casa, além de que móveis e objetos simplesmente ficam mais bonitos quando banhados pela luz do sol.

          Obviamente precisa-se levar em conta a questão da distribuição e intensidade e as normas relevantes para a comprovação de resultados (algo que já falamos bastante em nossa série de 4 partes e em nossos cursos), mas a tendência é observarmos cada vez mais este aproveitamento.

          Automação/Tecnologia Embarcada

          Dispositivos inteligentes estão se tornando mais comuns e mais acessíveis, tanto em termos de facilidade de uso quanto de custo.

          Definitivamente, quem hoje está inserido e acostumado a tendências tecnológicas possui poder aquisitivo para esta aquisição — bem diferente de anos atrás — e por consequência um número crescente de casas estão sendo conectadas.

          O setor manteve-se totalmente estável em 2016 e 2017 e de acordo com uma pesquisa realizada pela GFK e disponibilizada pela Aureside, 57% da população brasileira acredita que tecnologias em smart home ganharão mais espaço e terão mais impacto sobre suas vidas nos próximos anos, conectando-se cada vez mais com a internet das coisas.

          Ainda não é comum encontrar uma casa que venha com esses sistemas já configurados, mas eles estão em alta e o processo de conversão de uma casa normal em um com dispositivos inteligentes interligados é muito mais eficiente do que costumava ser, além de acessível.

          Conectores sem fio começam a de tornar tendência na nova geração de celulares, gerando espaço para uma ampla gama de móveis com disponíveis de carga sem fio incorporados.

          À medida que esta tecnologia é refinada, novos móveis terão aplicações próprias, e em última instância, poderão funcionar a distância, o que significa que, com a infra-estrutura certa, um dispositivo pode ser carregado apenas por estar no quarto certo.

          Já a nível ambiental, veremos também cada vez mais a tecnologia caminhando para obter estes benefícios, como por exemplo dispositivos recicladores de lixo que podem ser embutidos no design de mobiliário de forma prática e acessível.

          Além disso, é algo que as pessoas simplesmente querem, conforme podemos ver nos resultados deste projeto do Indiegogo. É uma demonstração de que são tecnologias que vieram para ficar e é por isso que é uma das tendências da arquitetura para 2018.

           

          Certificações Ambientais

          Além de construtoras, escritórios de arquitetura e engenharia que buscam destacar os benefícios do seu trabalho entendem os benefícios das certificações — procurando cada vez mais conhecimento. Em nossa perspectiva, tivemos um salto de 316% em alunos procurando capacitação e matriculando-se em nossos cursos entre 2016 e 2017.

          Os sinais do mercado são claros: acordo com uma pesquisa realizada pela Engebanc Real Estate na cidade de São

          Paulo para imóveis comerciais, edificações com certificação de sustentabilidade registraram taxa de vacância de 20,6% no terceiro trimestre de 2017 (julho, agosto e setembro) contra 32% dos edifícios convencionais.

          Uma das razões principais é que empresas buscam uma economia com a logística de seus negócios, e prédios verdes apresentam taxas de condomínio entre 15 a 25% mais econômicas.

          A consequência é que todo o setor — inclusive o residencial — também começa a mostrar sinais de mudanças, e é por isso que esta é uma das tendências da arquitetura para 2018.

          Como um exemplo, levando em consideração construtoras brasileiras com potencial de inovação, no final de 2016/início de 2017 tivemos em Curitiba o lançamento do primeiro edifício residencial LEED Gold do país, o LLUM da construtora Laguna.

          Mas por que certificar afinal, e não realizar as estratégias por conta própria? Resumindo, certificar é uma demonstração por entidades de autoridade de que os níveis almejados em sustentabilidade foram atingidos, o que é bem diferente de se comunicar por si próprio. E por este motivo que o mercado vem exigindo capacitação profissional, principalmente na certificação LEED.

          Quer conhecer mais Tendências da Arquitetura para 2018?

           

          O post [Previsão] Tendências da Arquitetura para 2018 apareceu primeiro em UGREEN.

          20 min

        About Eficiencialidade

        From the publisher's feed

        Filipe Boni fala sobre Arquitetura e novos caminhos para o seu negócio. Vamos compartilhar insights, estratégias e idéias para você trabalhar com os projetos dos seus sonhos.