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Elemento Gente episodes

  • #19 Especial para meninas boazinhas
    Para meninas boazinhas: um olhar sobre MAID, socialização feminina, registros infantis e transgeracionais.
    Esse episódio é, também, uma travessia compartilhada sobre os novos rumos do Teia Elementar e do Elemento Gente na próxima temporada.
    Preparades? Simbora!!!
    Ah, se esse episódio faz sentido para você, compartilha nas suas redes, me fala o que te tocou, marca a gente e vamos seguir tecendo juntes. Apresentação: Carolina Maia Instagram: @teia.elementar Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr Carolina Maia - Psicóloga Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    31 min
  • #18 Mulher(es), beleza e feminilidade com Maria Carolina Medeiros
    Nesse episódio, Maria Carolina Medeiros vem nos mostrar que a beleza não é questão de gosto. É um processo histórico e social cujos significados, construídos culturalmente, nos sinalizam (ou melhor, impõem), os padrões de beleza e feminilidade que oferecem espaço social a (algumas) mulheres.
    Professora, pesquisadora, doutoranda em Comunicação na PUC-Rio, Carol pesquisa narrativas sobre mulheres e socialização feminina e compartilha, generosamente, conosco muitas referências, reflexões e inquietações quanto aos marcadores sociais que, ainda hoje, norteiam os conceitos de beleza e definem noções de autoestima e autocuidado.
    Ela abordou aqui muitas das inquietações que me rondam, todos os dias, como mulher e psicoterapeuta, ao viver e testemunhar o impacto destrutivo que o refinamento desses discursos vêm exercendo na vida emocional das mulheres.
    A limitação dos espaços e formas de socialização, ainda configuram, no micro e no macro, impedimentos significativos às (re)existências femininas, em amplos aspectos.
    Questionar o que reproduzimos automaticamente pode ser um primeiro passo para se comprometer com as transformações que almejamos.
    Ouça também:
    Pra Dedéu Podcast:
    EP24: Bem na foto, a que preço?
    EP18: Sobre fetiches
    EP06: Sobre O mito da beleza
    Indicações da Carol:
    História da beleza no Brasil, de Denise Bernuzzi de Sant´Anna.
    O segundo sexo, Simone de Beauvoir.
    Minha história das mulheres, Michelle Perrot.
    Os usos do erótico, texto de Audre Lorde.
    Artigo da Djamila Ribeiro: Negar o erotico como forca vital e impor mulheres a papel de submissas
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Instagram da Carolina Medeiros: @mariacarolinamedeiros
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    1 hr 2 min
  • #17 O que é de quem no Neoliberalismo com Nataly Simon
    #vaidarcerto #estudeenquantoelesdormem #construindomeuimperio são algumas das # que evidenciam um processo econômico, político, social e subjetivo que começou há algumas décadas.
    “A economia é o método, mas o objetivo é transformar o espírito”. Ficou conhecida a fala da Primeira-Ministra da Grã-Bretanha, Margareth Thatcher, que a partir de 1979 se comprometeu com uma reforma econômica que institucionalizou práticas de menor intervenção estatal e maior autonomia ao indivíduo.
    Ideais de sucesso, estabilidade e segurança financeira pautados nos discursos do mérito, do esforço pessoal como caminho de superação e êxito profissional, os incentivos ao empreendedorismo, são apenas alguns dos exemplos que nos mostram como a retórica neoliberal funciona: a valorização do si mesmo que se pauta na capacidade produtiva, de desempenho, como sinônimo de liberdade individual, pode até ser sedutora a primeira vista, mas sustenta também, o desamparo estrutural, as relações de trabalho abusivas, hierarquizadas e precarização dos salários.
    No capitalismo neoliberal, refinam-se as estratégias de exploração, vende-se uma percepção romantizada de trabalhar para si como caminho de prosperidade e status social. Ao mesmo tempo, individualiza-se o cuidado, testemunhamos o transbordamento da premissa produtivista para todas as áreas da vida em que a pessoa se torna empresa e produto.
    Longe de nos questionar sobre essa dinâmica adoecedora, pipocam as soluções e fórmulas para concertar as pessoas, reduzir ansiedades, melhorar o desempenho e investir em adaptar, otimizar, resolver, alcançar, potencializar. As palavras e os processos perdem seus significados e a vida racionalizada, automatizada se sobrepõe aos afetos.
    Nesse episódio, recebemos Nataly Simon, do @climaperestroika para conversar sobre esse tema e nos convidar a uma ótica ampliada sobre gestão do sofrimento. Nat trabalha no aprofundamento e discussão desse assunto através do Clima, do Tensão e das aulas abertas Namastrêta.
    Vem com a gente que tá massa!
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Instagram da Nataly Simon: @climaperestroika
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    1 hr
  • #16 Notas sobre racismo com Izabel Accioly
    Qual a importância de validar a raiva no que se refere ao racismo?
    Nesse episódio incrível, a maravilhosa Izabel Accioly nos convida com maestria a uma conversa franca, intensa e muito mobilizadora sobre Raiva, Racismo e Silenciamento.
    A evitação dos incômodos fala de fragilidade(s). Fortalecer recursos internos para olhar o incômodo como aliado, no sentido do crescimento e da transformação pede o confronto cotidiano consigo. E com outre(s).
    E ai, bora?
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Instagram da Izabel Accioly: @afroantropologa
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga
    Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    57 min
  • #15 Relações virtuais, isolamento e novas configurações com Priscilla Costa
    "Com quantos gigabytes
    Se faz uma jangada
    Um barco que veleje
    Que veleje nesse infomar..." Estar em relação é, necessariamente, mergulhar no desconhecido. Entre ondas de intensidade e calmaria, que como a tábua das marés, expande e se recolhe, as relações também decorrem como dança em encontro, distanciamento, necessidade, vontade, desejo e consternação. No eterno desafio de aprender a navegar, a gente refina autopercepção, o que de fato buscamos, para que horizonte estamos olhando e onde estamos dispostes a ancorar - ou não. Falar de relação não é simples, mas pode ser sim, muito quentinho e aconchegante. É assim essa conversa com a psicóloga de adultos, casais e queridíssima Priscilla Costa @priscillacdv. Chegue junto, pegue um chazinho, prepare o coração e bora!
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Instagram da Priscilla Costa: @priscillacdv
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga
    Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    49 min
  • #14 Psicoterapeutas: As dores, processos e enfrentamento de quem cuida com Cíntia Lavratti
    Receber Cíntia Lavratti, além de uma imensa alegria, é se preparar para uma conversa franca e profunda. E assim foi. 
    Nesse episódio, falamos sobre a experiência de oferecer presença, escuta e testemunhar a intensificação das tantas dores vividas em tempos tão áridos.
    Coletiva e individualmente, as vulnerabilidades e os imensos abismos que nos separam, em alguma medida, começaram a nos sinalizar necessidades outras. 
    Reavaliar formas de viver, prioridades, ampliar a percepção de nós e além de nós, é uma entre as muitas semeaduras que essa conversa nos traz.
    Em um ofício tão conhecido como solitário, fortalecer as nossas redes de encontro (mesmo que virtuais), de troca, acolhimento e suporte se tornou essencial para que nós, psicoterapeutas, pudéssemos seguir nos colocando a serviço.
    Um episódio sensível, muito bonito e forte demais. Só agradeço a Cíntia por tanta generosidade e pela Presença (com P maiúsculo) maravilhosa!
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Instagram da Cíntia Lavratti: @cintialavratti
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga
    Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    1 hr 2 min
  • #13 Quando o corpo pede um pouco mais de alma: Pausar pra quê? com Wanne Belmino
    Temos de deixar de ser uma sociedade orientada para coisas e passar rapidamente a ser uma sociedade orientada para as pessoas”.
    O que seria isso, afinal?
    Nesse episódio belíssimo, Wanne Belmino nos conta sobre a sua vivência de reconhecimento, aceitação e cultivo do seu ritmo interno, das pausas como caminhos de cuidado e transformação.
    Para acolher a necessidade de pausas, é necessário que a gente revisite os nossos registros de sucesso, de competência, de responsabilidade e até mesmo que possamos encarar com honestidade o regozijo de “ser uma pessoa muito ocupada”, de não parar, de dar conta de tudo e de todes como sinônimo de força e, principalmente, de êxito social.
    Quem está ganhando com a sua exaustão?
    E aí, bora para as conversas?
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Instagram da Wanne Belmino: @wannebelmino
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga
    Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    1 hr 10 min
  • #12 Menina, a felicidade...
    O pensamento conservador nunca aceitou verdadeiramente o direito das mulheres sobre suas próprias vidas, seus desejos de realização profissional, e muito menos a obrigada afetiva dos homens na criação dos filhos. 
    (Rosiska Darcy de Oliveira)
    Felicidade e bem estar são, afinal, para quem?
    Simbora nessa conversa construir juntas?
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga
    Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    🌱 Psicoterapia
    🌱Círculos terapêuticos
    31 min
  • #11 Psicologia&Marketing Consciente com Ana Cecília
    Acordar cansada, lista infinita de atividades, culpa por não conseguir fazer "tudo" que estava previsto, desconforto no corpo, dores crônicas, irritabilidade, descontentamento, insatisfação...e quando você finalmente pausa: o que acontece? Pode parecer estranho, mas eu sei que muita gente vai se identificar com a culpa por diminuir o ritmo. Por descansar de vez em quando. Longe de propor esgotar esse assunto, tão amplo e contemporâneo, o convite aqui é que a gente possa começar a questionar esse ritmo adoecedor - e profundamente frustrante - que a gente adota como modelo de vida e, o pior, de sucesso e competência. Com a tecnologia a serviço da disseminação de informação, que tipo de conteúdo a gente anda consumindo e permitindo que nos influencie? Para conversar sobre isso, a mentora e psicóloga Ana Cecília, da @revire.psicologia chega junto nesse episódio compartilhando da sua experiência, das transformações que o essencialismo trouxe para um ritmo de vida e de trabalho mais consciente e alinhado com o que ela acredita e com quem ela é. Foi uma conversa muito massa. Vale conferir!
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Instagram Ana Cecília: @revire.psicologia
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga
    Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    🌱 Psicoterapia
    🌱Círculos terapêuticos
    57 min
  • #10 Desejo, consumo e saúde mental nas mídias sociais
    "Mas agora que chegou a minha vez, você vem me dizer que acabou a festa?" Existe um desejo de que essa condição de consumo da vida se estenda por tempo indeterminado, sem que a máquina de fazer coisas precise ser desligada.
    Nós sabemos que precisamos renunciar as coisas que estão estragando nossa vida no planeta, o problema é que as pessoas querem renunciar a elas por outras coisas mais novas e bonitas" 
    Nesse trecho, o filósofo e líder indígena Ailton Krenak toca em um ponto essencial do que esse episódio traz como reflexão: saúde mental (e sentido de vida) não é item de consumo.
    E muito menos, tem a ver com o que é bonito, palatável, adaptável.
    Endossar a ideia de um ser humano de "alta performance", produtivo economicamente, que não pára, não desiste até alcançar a meta é contribuir para a formação de sujeitos entorpecidos, obedientes, exaustos e impossibilitados de pensar criticamente essa realidade. 
    A gente tem medo do incomodo, pois ele pode prejudicar a nossa performance. A gente cala e oculta as discordâncias, pois elas nos fazem diferentes.
    E segue se quebrando para ser ...igual a todo mundo. E sabe o que é mais estranho? A gente achar que isso é normal.
    Apresentação: Carolina Maia
    Instagram: @teia.elementar
    Edição e Publicação: Nicolle Vieira | @nickvrr
    Carolina Maia - Psicóloga
    Terapeuta do Ser Gestalt terapeuta
    🌱 Psicoterapia
    🌱Círculos terapêuticos
    30 min

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