A disputa mais acirrada das presidências do Congresso, nesta quarta, 01, se dará no Senado. Lá, o desfecho do duelo entre Rodrigo Pacheco (PSD-MG), candidato a novo mandato à frente da Casa, e o ex-ministro Rogério Marinho (PL-RN) tem potencial para definir os próximos passos do bolsonarismo na oposição a Lula. O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) também é candidato, mas muitos o consideram linha auxiliar de Marinho e apostam em sua desistência na última hora. "O que temos no Senado é um confronto entre Pacheco, que foi, o tempo inteiro, uma barreira aos arroubos antidemocráticos do ex-presidente Jair Bolsonaro. No outro lado, temos Marinho, que tem boa imagem e é um homem sério, mas representa o bolsonarismo - que, principalmente depois do 8 de janeiro, é a expressão do golpismo. Então é o confronto entre democracia e uma extrema direita golpista", opina Cantanhêde.
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