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Para mim esta fotografia retrata na perfeição quem é a Eliana Tomaz aos meus olhos!
Uma mulher que tem o fazer no corpo, sempre com a estética e a funcionalidade na mente, e onde o design de interiores é intrínseco à sua vida. Nunca procurou ser isto, ou aquilo, mas sempre foi espaço, dimensão, empatia.
No momento em que sabemos que ficaremos até 2022 em teletrabalho, nunca foi tão significante o seu pensar o espaço, o seu integrar esta nova forma de viver em casa.
Num momento em que os nossos lugares nos sustentam de forma tão profunda, a disciplina de design de interiores nunca foi tão relevante. Perceber que as nossas paisagens externas interferem de forma afiada na nossa paisagem interna, é abrir uma porta ao equilíbrio, ao bem estar.
Hoje partilho uma das conversas mais inspiradoras que tive sobre design de interiores. Não só por ter o privilégio de ouvir em primeira mão toda a vivência da Eliana, mas sobretudo por me ter aberto ainda mais o horizonte a um propósito tão intimo, tão necessário, tão transformador.
Design de interiores é empatia, é transmutação, é liberdade, é cultura, é beleza, é arte, é mudança. Design de interiores é manifestar o ser no espaço, e permitir ter um lugar seguro que nos catapulta rumo ao nosso maior potencial.
Permitam-se a abrir um pouco mais o vosso horizonte, e sejam bem vindos, bem vidas, a Eliana Tomaz.
Quando nos entregamos à arte, e ao poder da sua exploração em nós e nas nossas vivências, percebemos o impacto que tem na construção do nosso EU. Integrar a arte na arte de ser é colocar-nos à prova, é reflectir, é ver muitas vezes realidades que nos chocam, que nos apaixonam.
Na 2ª parte desta conversas vamos em encontro claro desta potência que é a arte. Desde uma viagem pela crua realidade do ser refugiado, submergindo nas várias camadas de todas essa vida, à expansão de emoções que nos cravam a vida ao longo do tempo. Toda esta viagem com base (claro!) nos objectos.
É impossível distanciar a Maria dos objectos, e de toda a sua carga história, social e emocional que acoplam. É impossível distanciar a Maria do que já foi vivido, e do potencial que há em desenvolver uma nova visão, uma nova vida pelas suas mãos.
Se ainda não ouviste a primeira parte desta intensa conversa, recomendo vivamente que o faças! Esta é a continuação de uma história que começa e acaba no ser artista.
Sejam bem-vindos, bem-vindas ao ser Maria.
No caminho da construção de nós próprios, do nosso ser, da nossa razão há inúmeras dimensões desafiadas, concretizadas e perdidas. No caminho da construção da identidade há todo um mundo a desbravar que a Maria ilumina, não só pelo seu nome, mas sobretudo pela sua dimensão.
Senti desde sempre em falar com ela, em conhecer mais sobre todo o palco que está por de trás do pano, que naturalmente este quadrado digital nos impõe.
Foi muito, foi enorme, foi cheio.
Esta é uma conversa livre, generosa e com uma entrega do seu mundo interno, e das suas crenças que se manifestam em expressão artística. Esta é uma conversa com palavras cheias, onde não é possível ouvir no tempo linear da vida. Esta é uma conversa de escuta, de risos (muitos) e reflexão.
O EMPATHY apresenta aqui a primeira parte de uma conversa, onde as várias dimensões do eu da Maria confluem. Nestes primeiros minutos há um abrir das portas para o seu intimo, para a sua raiz. Há pormenor, há sentimos, há arte,
Entrem e deliciem-se com a sensibilidade da sua vida em forma de palavras.
No meio da criação instantânea, do ter em segundos, da saturação das áreas, elevam-se estruturas e espaços ao ritmo da Terra.
Bárbara materializa esse ritmo com as mãos, corpo e alma construindo sinergias entre o Homem e a Natureza. É arquitecta, eco-trolha e sobretudo uma doçura que fala, de uma das suas grandes missões, com toda a entrega.
Observar o seu trabalho, inspira-me a ver para além do betão e do tijolo. Inspira-me a criar com o corpo, a usar as paisagens que me rodeiam como alicerces que me ajudam a erguer partes de mim.
Bio arquitectura é muito mais do que materiais, estruturas, paredes... É aprender a respeitar, escutar, esperar... É cocriar um organismo vivo que nos sustenta, é saber observar todos os sinais e oportunidades que a terra dos dá.
Hoje entrego ao EMPATHY um pouco da Bárbara, e abro a porta para que possam espreitar o belo trabalho que faz na DE BARRO Arquitectura!
Mariana é um pedaço de natureza onde cada palavra sua segue cantada até nós.
Senti muito de a trazer ao EMPATHY pela sua força em dizer sim ao chamado de um lugar. Em dizer sim a si própria!
Mesmo sem nada a amparar, seguiu com tudo até Aljezur...e tudo começou a surgir! Pelas suas partilhas é impossível não sentir o impacto que as paisagens que nos rodeiam têm em cada acção nossa, na nossa vida. É impossível não sentir o vibrar da Terra, a brisa do Algarve ou mesmo o fluir da água na sua energia, em cada palavra sua...
Mariana, esta força da natureza que se expande na @pujahealing e nos presenteia aqui com pouco da sua dimensão.
Espero que gostem tanto de ouvir esta conversa como eu gostei de a viver.
A Margarida chegou até mim como uma flor silvestres que brota do chão semdar aviso prévio de chega. Mas ali nasce e fica, linda apenas por ser.
Mesmo antes de a conhecer já tinha um pedaço dela na minha casa em reflexos de azul, violeta, rosa e amarelo.
É impossível ficar indiferente ao brilho que esta Mulher emana. Com o seu fluir de intuição, toca-nos de forma intima pelas suas palavras e pela sua arte. A Margarida inspira-me a se. Inspira-me a fluir, a ser mais eu... Sem regras, sem amarras...apenas a ser.
Apesar de se dar ao mundo já a algum tempo, ainda só acabou de chegar.
Sejam bem-vindas e bem-vindos a um pedaço desta grande dimensão que é Margarida Atelier.
É urgente resgatar este, que foi durante muitas gerações, momento de conexão a nós próprios.
É urgente deitar a baixo a ideia de que é necessário vestes próprias, penas na cabeça, e músicas tribais para presenciar este momento.
Um ritual é um estado de presença. É o momento em que acordas e respiras... em que comes e sentes cada sabor e textura...é o momento em que danças e expressas toda a tua energia interna, ou que colocas os pés na terra e sentes toda a sua profundidade. Pode ter a dimensão de uma cerimónia, ou a simplicidade de um toque no peito.
Um ritual é apenas presença e intenção.
Deixate levar por todo o flow que vai dentro do teu corpo e ritualiza a vida, usando o teu espaço como sustentação dessa manifestação. Ele existe para isso mesmo, para te ajudar a seres em qualquer das tuas vertentes e expressões
Cria esse lugar seguro para simplesmente deixares o mental de fora, preparares um altar e manifestares.
Verás a potência te entregares ao silêncio interno, ao vazio. De te entregares ao Amor Próprio.
Não quero mais ser arrastada pelos ritmos impostos, pela agenda, pela dificuldade em parar.
Passados vários meses bem-vindos, e bem-vindas (bem-vinda Eu :P) de volta!
Numa altura onde mundo está virado de pernas para o ar, um momento de suspiro para reflectir sobre o acto de ser (artista).
Larguemos o dominio do medo sobre a nossa vida, sobre as nossas criações. Façamos e honremos toda a amplitude de vitórias e erros que é a oportunidade de dizer SIM ao sentir.
Digamos mais vezes SIM!
Sara, uma mulher do Norte, que através do seu olhar audiovisual cria a arte de dar movimento à arquitectura!
Apaixonada pela beleza dos edifícios, e das pessoas que os criam, é com convição que acredita que não pode haver um fosso entre a arquitectura e a vida das pessoas. Ambas estão inteiramente ligadas, criando em conjunto o ritmo do nosso quotidiano.
Com grande generosidade e serenidade no discurso, recebeu-me no seu gabinete e compreendi claramente que é impossível separar Sara da magia dos processos de criar arquitectura.
Confiada por grandes nomes do Espaço arquitectónico para criar a sua visão sobre as suas obras, Sara já fez muito mas ainda agora começou! Neste episódio, irão ouvir frequentemente a palavra "arquitectura", pois no fundo essa é a força motriz da Building Picture.
Sejam benvindos a este episódio, à Building Pictures, e, sobretudo, à Sara Nunes.
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