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O evento contará com a presença de especialistas que irão nos brindar com uma mesa de debates onde farão uma análise do papel de Celso Furtado como pensador e homem da cultura.
Rosa Freire d'Aguiar é jornalista, editora e tradutora, responsável pelos arquivos de Celso Furtado.
Inês Patricio é economista graduada pela UFRJ, com doutorado em ciência política pelo IUPERJ, professora aposentada da UFF e estudiosa de longa data da obra de Celso Furtado.
Saturnino Braga é engenheiro, ex-senador da República, ex-prefeito do Rio de Janeiro e foi aluno e discípulo de Celso Furtado.
O evento conta também com a participação artística especial de Kátya Teixeira, cantautora, além de nosso mestre de cerimônias Silvio Tendler e o poeta e ator Eduardo Tornaghi, com a leitura de nossa pensata da semana.
Canções - Interprete Kátya Teixeira
1- Beradero ( Chico César);
2- Dois Sertões (Ronaldo Pereira e Poli Brandani).
Marta Skinner é economista, graduada na UFRJ, mestrado e doutorado em Ciências Politicas pelo IUPERJ, atual IESP, professora do curso de Pós Graduação em Comércio Exterior do Instituto de Economia da UFRJ , professora aposentada da Universidade do Rio de Janeiro(UERJ), aonde foi vice diretora e diretora da Faculdade de Economia. Professora titular aposentada da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e do IBMEC.
Lecionou no departamento de Economia da PUC -RJ e Coordenou o Programa de Estudos Estratégicos da UFRJ e UERJ. Marta possui publicações em livros e revistas especializadas além de ser integrante do grupo Resistência Carbonária, um coletivo em defesa da democracia e do estado de direito.
O evento conta também com a participação artística especial de Anabel Andrés, cantora, além de nosso mestre de cerimônias Silvio Tendler e o poeta e ator Eduardo Tornaghi, com a leitura de nossa pensata da semana.
Canções - Interprete Anabel Andrés
1-Medicinal (somos lama) - Anabel Andrés;
2- Pra espantar o mal (Anabel Andrés).
Celso Amorim é o diplomata de carreira que mais tempo permaneceu no trânsito das relações internacionais, na história da diplomacia brasileira. Escritor, intelectual, grande analista de temas que vão desde política exterior até a arte e a cultura. Em 2010, foi considerado pela Foreign Policy Magazine como um dos 100 maiores pensadores globais, ocupando a sexta posição. Em 2009, a mesma revista se referiu a ele como "o melhor Ministro de Relações Exteriores do mundo". Foi Ministro da Defesa entre 2011 a 2014. "Acting Globally, Memoirs of Brazil’s Assertive Foreign Policy", seu último livro foi publicado nos EUA, conta com endossos de Kofi Annan e Noam Chomsky. Celso Amorim é também membro do Conselho da Internacional Progressista, um coletivo global de forças progressistas em defesa dos valores democráticos e do estado de direito. O evento conta também com a participação de artistas convidados, além de nosso mestre de cerimônias Silvio Tendler e o poeta e ator Eduardo Tornaghi, com a leitura de nossa pensata da semana.
O antropólogo e escritor brasileiro Luiz Eduardo Soares, é um renomado especialista em segurança pública. Defende a unificação das polícias militar e civil e legalização das drogas. É considerado um "militante antifascista" pelo Ministério da Justiça, que monitorou em segredo 579 nomes. Além da palestra com o cientista político, o ator Eduardo Tornaghi faz a habitual leitura de narrativas poéticas e o músico João Carlos Luz e seu Clarinete abre e encerra o evento tocando ritmados chorinhos e MPB.
Um grupo de artistas surdos defende a inclusão da comunidade surda na arte. Teatro Bilíngue de Base é apenas o começo. “Não se quer uma arte que use da língua de sinais como simples objeto estilístico. Se quer movimentos legítimos, profundos e não utilitaristas”. Os artistas e a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Sueli Fernandes, querem muito mais; querem mostrar ao público que por intermédio da língua de sinais é possível emocionar, sensibilizar, interagir e fazer arte com muito talento. No décimo segundo encontro dos Estados Gerais da Cultura contamos com Sueli Fernandes, organizadora do projeto, artistas surdos, o professor da UFRGS, Dr. Cláudio Mourão (literatura e saraus,), Gabriela Grigolon Silva (atriz e poeta), Rhaul de Lemos (tradutor e intérprete de Libras da UFPR) e Jonatas Medeiros (Tradutor e intérprete de Libras UFPR).
Boaventura de Sousa Santos é um sociólogo português, um dos mais renomados pensadores do mundo contemporâneo no campo da sociologia política e social. É professor catedrático jubilado da Universidade da Faculdade de Economia da Universidade Coimbra e Distinguished Legal Scholar da Universidade de Wisconsin-Madison. Além de extraordinário pesquisador, é poeta e segundo sua própria biografia, descreve a poesia como companhia inseparável junto ao seu "labor acadêmico e intelectual público".
Eduardo Moreira é escritor, engenheiro, dramaturgo e ex-banqueiro. Este último fato mostra a guinada que deu em sua vida ao trocar uma carreira lucrativa no mercado financeiro, por outra menos lucrativa, mas de sucesso. Passou a escrever livros sobre experiência como banqueiro e ensinar as pessoas sobre as artimanhas deste mesmo mercado que rejeitou profissionalmente. Se define como um revolucionário, de esquerda, que defende um mundo mais justo e igualitário.
Defensor das línguas indígenas necessárias à preservação da diversidade dos idiomas tradicionais brasileiros, José Bessa Freire é Doutor em Literatura Comparada, coordenador do Programa dos Povos Indígenas (UERJ) e professor no Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UNIRIO). Autor de "Rio Babel, A História das Línguas na Amazônia", entre outros livros e artigos publicados no Brasil e no exterior.
Carol é advogada, professora de Direito Internacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), escritora, membro da ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia), representante jurídica do Grupo de Puebla além de várias outras entidades nacionais e internacionais pela defesa do estado democrático de direito. Nessa palestra e debate Carol aprofunda a questão do lawfare como instrumento de perseguição política e de dominação econômica, social e ideológica das grandes potências sobre nações cuja democracia ainda não está consolidada.
Pedro Serrano, Professor Titular de Direito Constitucional da PUC/SP, membro da ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) e um dos mais atuantes juristas na defesa dos direitos humanos e do estado de direito, conversa conosco sobre a importância da arte e da cultura no combate às injustiças e ao autoritarismo atual.
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