O Mestre e Margarida é uma obra-prima surreal e satírica do autor russo Mikhail Bulgákov, escrita entre 1928 e 1940, durante o auge do regime stalinista. O romance, no entanto, só foi publicado postumamente, em versão censurada nos anos 1960, e em sua forma completa apenas em 1973, mais de três décadas após a morte do autor.
A narrativa entrelaça três histórias distintas que se desenvolvem em planos diferentes. Na Moscou soviética dos anos 1930, o diabo aparece na forma do enigmático professor Woland, acompanhado por um bizarro séquito que inclui um gato falante chamado Behemoth, um assassino ruivo chamado Azazello e outros personagens sobrenaturais. Sua chegada desencadeia uma série de eventos caóticos que expõem a hipocrisia, corrupção e materialismo da sociedade soviética.
Paralelamente, somos apresentados à história do Mestre, um escritor atormentado que escreveu um romance sobre Pôncio Pilatos e Jesus Cristo, mas que foi perseguido pela crítica literária oficial e acabou internado em um hospício. Sua amante, Margarida, faz um pacto com o diabo para salvá-lo, tornando-se a rainha do baile de Satanás.
A terceira narrativa é o próprio romance do Mestre, que reconta o julgamento de Jesus (chamado Yeshua Ha-Notsri) por Pôncio Pilatos, apresentando uma versão humanizada e filosoficamente complexa dos eventos bíblicos.
Bulgákov combina magistralmente elementos de fantasia, sátira política, romance histórico e tragédia para criar uma obra que desafia qualquer classificação simples. Sob o disfarce de uma história fantástica, o autor faz uma crítica mordaz ao totalitarismo soviético, à censura literária e à perseguição aos artistas, enquanto explora temas universais como covardia, traição, redenção e o poder eterno da arte e do amor verdadeiro.
"O Mestre e Margarida" é considerado um dos maiores romances do século XX, uma obra de resistência cultural que demonstra como a literatura pode transcender a opressão política e falar verdades profundas mesmo nas circunstâncias mais adversas. A frase emblemática do livro – "Os manuscritos não queimam" – tornou-se um símbolo da indestrutiblidade da arte autêntica diante da censura e da repressão.O Mestre e Margarida" é uma obra-prima surreal e satírica do autor russo Mikhail Bulgákov, escrita entre 1928 e 1940, durante o auge do regime stalinista. O romance, no entanto, só foi publicado postumamente, em versão censurada nos anos 1960, e em sua forma completa apenas em 1973, mais de três décadas após a morte do autor.
A narrativa entrelaça três histórias distintas que se desenvolvem em planos diferentes. Na Moscou soviética dos anos 1930, o diabo aparece na forma do enigmático professor Woland, acompanhado por um bizarro séquito que inclui um gato falante chamado Behemoth, um assassino ruivo chamado Azazello e outros personagens sobrenaturais. Sua chegada desencadeia uma série de eventos caóticos que expõem a hipocrisia, corrupção e materialismo da sociedade soviética.
Paralelamente, somos apresentados à história do Mestre, um escritor atormentado que escreveu um romance sobre Pôncio Pilatos e Jesus Cristo, mas que foi perseguido pela crítica literária oficial e acabou internado em um hospício. Sua amante, Margarida, faz um pacto com o diabo para salvá-lo, tornando-se a rainha do baile de Satanás.
A terceira narrativa é o próprio romance do Mestre, que reconta o julgamento de Jesus (chamado Yeshua Ha-Notsri) por Pôncio Pilatos, apresentando uma versão humanizada e filosoficamente complexa dos eventos bíblicos.
"O Mestre e Margarida" é considerado um dos maiores romances do século XX, uma obra de resistência cultural que demonstra como a literatura pode transcender a opressão política e falar verdades profundas mesmo nas circunstâncias mais adversas. A frase emblemática do livro – "Os manuscritos não queimam" – tornou-se um símbolo da indestrutiblidade da arte autêntica diante da censura e da repressão.