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Neste episódio, antecipámos os amigáveis realizados pela seleção portuguesa frente à Suécia e à Eslovênia. Falamos também das últimas três seleções apuradas para o Euro 2024, passando também pela passerelle europeia dos novos equipamentos das diferentes seleções para as competições que se avizinham. Num episódio em que terminamos com o habitual momento musical a cantarolar This One’s For You, relembrando o Euro 2016, será que temos Portugal para o Euro?
Futebol + Rádio? PB, na Engenharia Rádio!
O conteúdo Palestra de Balneário #139 – Portugal para o Euro? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
O nosso poeta e locutor Vasco Tunesconii esteve à conversa com a autora Joana Caetano Gomes.
Convidamos os nossos ouvintes a conhecer as suas obras Sussurra-me Poesia (2022) e Mundos de Diana – Volume I (2023).
Encontra-se também disponível para consulta o seu Linktree em:
https://linktr.ee/joanacaetanogomes?utm_source=linktree_profile_share<sid=b128b355-eee0-4b57-a7a9-9071706824c0
Não percas o vigésimo sexto episódio deste que é o programa de poesia da tua Engenharia Rádio: Um poema de Tunesconii.
O conteúdo Um poema de Tunesconii #26 – “O Sussurro dos Nossos Mundos” com: Joana Caetano Gomes aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, embarcamos numa conversa que nos vai levar para debaixo de água, rumo ao mar profundo – mas não só!
Antes de mergulharmos, vamos a alguns números sobre o mar português? Temos uma linha de costa de cerca de dois mil e quinhentos quilómetros; uma das maiores zonas económicas exclusivas do mundo, a quinta a nível europeu, que se estende por 1,7 milhões de quilómetros quadrados e que representa 95% do território nacional; o triângulo marítimo que se situa entre Portugal continental e os arquipélagos da Madeira e dos Açores constitui 48% de todas as águas marinhas adjacentes ao continente europeu. Mais: temos em análise, pelas Nações Unidas, a possibilidade de alargar a plataforma continental para uma área superior a quatro milhões de quilómetros quadrados — o correspondente a quase 90% do mar da União Europeia e que, a receber parecer positivo, colocaria Portugal na décima sexta posição a nível mundial.
Se por um lado, temos pela frente, literalmente, um mar de possibilidades, por outro, temos também a responsabilidade de conhecer, defender, preservar e usar de forma sustentável o mar e os seus recursos. E, aqui, a ciência e tecnologia podem ter um papel fundamental. De acordo com a Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030, “O mar apresenta um enorme potencial para promover avanços no conhecimento científico. A investigação científica permite-nos identificar formas de proteger espécies e ecossistemas vulneráveis, de salvaguardar o património cultural e otimizar atividades económicas, funcionando como motor da inovação, que é fundamental para o desenvolvimento económico e a geração de emprego”.
Vamos descobrir de que forma? Neste episódio, Diana Viegas, investigadora do INESC TEC, explica-nos que soluções temos vindo a desenvolver, nomeadamente de robótica, para aumentar o nosso conhecimento acerca do mar, responder a desafios ambientais, promover o uso sustentável dos recursos e alavancar setores de atividade ligados ao mar, nomeadamente, setores emergentes, como são a aquacultura, as energias marinhas ou a monitorização ambiental.
Diana Viegas, Investigadora do INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #40 – O Mar de possibilidades aparece primeiro em Engenharia Rádio.
“Alumni a dar música” é uma rubrica musical em formato Podcast do Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio que traz todos os meses as escolhas musicais dos nossos Alumni. Na 44ª edição do “Alumni a dar música” temos a escolha musical da alumna Carolina Centeio Jorge.
Carolina Centeio Jorge
Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação (MIEIC)
PhD Candidate @ TU Delft | Interactive Intelligence
A playlist “ao vivo” de Carolina Centeio Jorge
“Escolhi maioritariamente músicas de artistas que fui vendo ao vivo, ao longo dos anos. Alguns de forma planeada, outros nem tanto.
Em 2012 fui ao meu primeiro grande concerto: o dos Coldplay. Como se pode ver na compra dos bilhetes para este último tour, os Coldplay marcaram uma geração, à qual sem dúvida pertenço. Apesar de já não ouvir frequentemente, músicas como “The Scientist”, “Yellow” ou “Fix you” vão sempre ser muito especiais para mim. Para esta playlist escolhi uma música menos conhecida, do tour de 2012, a “Us Against the World”.
Entrando em memórias de festivais, em 2014 rumei a Lisboa sozinha para ver os Arctic Monkeys, no seu tour do AM, no NOS Alive. Apesar de “Do I Wanna Know” ser a minha música preferida desse álbum, decidi-me por uma menos conhecida, a “Knee Socks”. Foi neste festival que fiquei a conhecer Lumineers, e na altura fiquei deliciada com a sensibilidade de Wesley Schultz a cantar “Classy Girl”. Mais tarde, em 2015 fui ao Primavera Sound no Porto, para ouvir Damien Rice, que nos prendou com muitas músicas que são preciosas, num espetáculo de um homem só. Desse concerto, escolhi a “The Greatest Bastard”. E continuando numa de festivais, voltei ao NOS Alive em 2018 para ouvir The National. Escolhi “I Need My Girl”.
Apesar do ambiente de festival ser especial, para mim não há nada como concertos mais íntimos. Em 2017 fui a um concerto no Hard Club dos Cigarettes After Sex, que ainda hoje continuam a ser das minhas bandas preferidas. As músicas são francamente parecidas umas com as outras, mas mais uma vez escolhi uma menos conhecida, a “Neon Moon”. Um ano depois estava em Barcelona a estudar, onde pude assistir, a Mallu Magalhães. A Mallu deu-nos a “Navegador”, que é uma declaração de amor próprio e independência, que me deu força nessa altura da minha vida. Passa mais um ano e estamos em Tóquio, 2019. Sempre adorei Metronomy e vi que eles iam dar um concerto numa sala pequena em Ebisu. Lá fui eu, sozinha, como a vários dos outros concertos que aqui refiro. Deles, escolho a “Monstrous”. Finalmente, não poderia não referir o concerto da Ana Moura a que fui há um ano, no início de 2023, estando já instalada na Holanda. Foi um clima de regresso a casa, com muita dança e felicidade. Desse tour, escolho a “Andorinhas”, e recomendo o álbum Casa Guilhermina todo!
Para terminar, escolhi a “Viagem” de Tiago Bettencourt, apesar de nunca ter ido a um concerto dele. Dedico a todos os estudantes e Alumni fora do país. “Faz essa viagem, meu bem. Que as tuas mãos livres venham cheias. Que teus pés descalços ganhem vidas, serenem no alívio dessa estrada.”
Playlist
Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio.
O conteúdo Alumni a dar música – The FEUP Alumni Playlist #44 – Carolina Centeio Jorge aparece primeiro em Engenharia Rádio.
O nosso poeta e locutor Vasco Tunesconii esteve à conversa com a poetisa Mati Velloso em Lisboa.
Convidamos os nossos ouvintes a conhecer os seus poemas, que também podem encontrar em formato online através do Instagram @mati.velloso.
Não percas o vigésimo quinto episódio deste que é o programa de poesia da tua Engenharia Rádio: Um poema de Tunesconii.
O conteúdo Um poema de Tunesconii #25 – “Vontade de ver” com: Mati Velloso aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, descodificamos, bit a bit, o uso de tecnologia para identificação de informação não confiável.
Porque, se fosse clickbait, provavelmente teríamos escrito algo como: Não vai acreditar no que um grupo de investigadores portugueses descobriu. Já se cruzou com títulos deste género, quando navega nas redes sociais? O que costuma fazer? Clica ou continua o scroll? Neste episódio vamos, bit a bit, perceber como é que a tecnologia nos pode ajudar a identificar informação não confiável, em contexto de redes sociais (clickbait pode encaixar naquilo que é considerada informação não confiável – explicamos de que forma neste episódio do Science Bits).
Em 2018, um grupo de investigadores do MIT deu a conhecer os resultados de um estudo sobre a propagação de notícias falsas através das redes sociais, em particular, no Twitter. Os investigadores concluíram que, nesta rede social, as notícias falsas circulavam mais rapidamente do que as notícias verdadeiras. Segundo este estudo, teriam mesmo mais 70% de probabilidade de serem retweetadas do que as histórias reais. Além disso, os investigadores perceberam que, na origem desta disseminação, estavam sobretudo contas geridas por pessoas e não pelos chamados bots.
Alguns meses após a divulgação deste estudo, o Eurobarómetro revelou que menos de metade dos inquiridos portugueses – 46% – se afirmava capaz de identificar notícias que deturpam a realidade ou são mesmo falsas – um número abaixo da média da União Europeia, que era, na altura, de 58%. Numa edição de 2022 do Eurobarómetro, questionados sobre se estariam confiantes em identificar a desinformação e as notícias falsas, 12% dos inquiridos portugueses disse sentir-se muito confiante – 6% nada confiante.
Certo é que termos como desinformação, fake news ou clickbait fazem hoje parte do nosso vocabulário. E, mesmo conscientes daquilo a que se referem e da facilidade com que nos podemos cruzar com relatos, notícias, artigos que não correspondem à realidade, nem sempre parece ser tarefa fácil concluir sobre a veracidade da informação. É neste contexto que investigadores do INESC TEC têm vindo a trabalhar no desenvolvimento de soluções que visam apoiar os cidadãos na identificação de desinformação. Será que as máquinas nos podem ajudar a perceber por que determinadas informações, notícias ou fontes são não confiáveis?
Álvaro Figueira, investigador no INESC TEC e docente na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, e Nuno Guimarães, investigador no INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #39 – As redes sociais, a informação não confiável e a IA (pode confiar, este título não é clickbait) aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Luís Saldanha é licenciado em Criminologia pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto. É atualmente Coordenador Nacional da Juventude da Cruz Vermelha.
O episódio iniciou-se com uma pequena reflexão sobre os motivos que impulsionam um sentido de comunidade mais pronunciado durante a época natalícia. Uma análise deste tema revela que, para além das tradições culturais e religiosas desta época, a empatia e a compaixão também são catalisadores importantes desse espírito.
Neste contexto de entreajuda, a Cruz Vermelha assume um papel fundamental. Foi então discutida a missão central da instituição – a promoção da dignidade da condição humana, conceito definido por Luís como “todos os fatores que afetam a capacidade de uma pessoa participar plenamente na sociedade”.
Para otimizar o impacto da Cruz Vermelha, é crucial gerir eficientemente os recursos disponíveis, aderindo aos sete princípios fundamentais da instituição: humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade. Estes princípios orientam todas as atividades da organização, garantindo que os recursos sejam distribuídos de forma equitativa e eficaz, de acordo com as necessidades mais prementes.
Posteriormente, uma análise comparativa entre atuações locais e globais revela vantagens e desvantagens em ambas – enquanto intervenções locais podem ter um impacto imediato e mais visível nas comunidades, ações globais permitem enfrentar desafios de uma escala maior e abordar questões estruturais que afetam a humanidade como um todo.
No entanto, independentemente da abordagem escolhida, é importante reconhecer a responsabilidade moral de contribuir para o bem-estar coletivo. A recusa em doar tempo ou recursos financeiros a instituições de caridade pode ser vista como uma falha ética, especialmente quando se considera a abundância de recursos disponíveis em muitas sociedades.
Foi também discutida a natureza humana de atos altruístas, destacando a possível inevitabilidade de motivos egoístas que ultimamente justificam tais atos. No entanto, foi salientado também que o impacto destas ações é sempre extremamente positivo, independentemente dos fatores que as despoletem.
Para aqueles que desejam contribuir para a Cruz Vermelha, existem diversos mecanismos disponíveis. Por um lado, indivíduos podem entrar em contato através do website da instituição para encontrar a delegação mais próxima do seu local de residência ou fazer doações diretas para apoiar tanto a Instituição como um todo ou projetos específicos. Da mesma forma, empresas podem colaborar com a Cruz Vermelha por meio de parcerias corporativas, patrocínios ou programas de responsabilidade social corporativa.
Finalmente, é crucial garantir que as doações sejam direcionadas de forma eficaz e transparente. Websites como thelifeyoucansave.org ou givewell.org oferecem recursos valiosos para avaliar a eficácia das organizações de caridade e garantir que os recursos sejam alocados da maneira mais impactante possível.
Esperemos que gostem! Não se esqueçam de nos seguir nas redes sociais:
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António Salgado
Eduardo Rodrigues
Ricardo Cabral
O conteúdo Erro de Pandora #10 – Um caminho para a dignidade com Luís Saldanha aparece primeiro em Engenharia Rádio.
“Alumni a dar música” é uma rubrica musical em formato Podcast do Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio que traz todos os meses as escolhas musicais dos nossos Alumni. Na 43ª edição do “Alumni a dar música” temos a escolha musical do alumnus José Carlos Coutinho
José Carlos Coutinho
Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação
Engenheiro de software @ Sport Data Valley
As escolhas musicais de Zé Carlos
“A primeira música que escolhi faz-me lembrar a minha infância. Quase todos os dias, o meu avô ia-me levar à Academia de Música depois da escola. Ao abrir a porta, o CD “20 anos de Rui Veloso” já soava nas colunas do carro, a passar o “Chico Fininho”, mas também outros temas como “Máquina Zero” e “Não Há Estrelas no Céu”. É deveras curioso que uma música sobre um viciado em heroína seja parte da infância de alguém, mas, para um menino inocente, “depois de mais um chuto nas retretes” significava que o homem estava chateado e decidiu desferir um pontapé numa latrina.
A segunda música, “These Colours Don’t Run” dos Iron Maiden, foi aquela que me introduziu ao Heavy Metal no início da minha adolescência. Uma escolha controversa para os fãs da banda, dado que não é nem de perto nem de longe, um clássico; mas é também uma escolha controversa na minha vida. Ser “o gajo do heavy metal” num colégio religioso repleto de “betos” não me trouxe popularidade nenhuma, tendo de me refugiar nos amigos da academia de música para sobreviver à adolescência.
A minha terceira escolha é uma música do séc. XVI, “Tourdion”, e representa a minha passagem pelo Coro Juvenil da Academia de Música, durante os tempos do ensino secundário. Cantámos esta e muitas outras na baixa do Porto (a Londonderry Air deleita as velhinhas inglesas/irlandesas) para angariarmos dinheiro para as mini-tours à Bélgica e a França. Foram tempos tanto de muita felicidade como de desgostos amorosos, mas a companhia de um grupo que, passados 10 anos, ainda hoje se encontra, não tanto para cantar, mas mais para comer bem e pôr a vida em dia.
Chegado aos anos da faculdade, apresento a minha quarta música: a “Balada da Despedida”. Muito do meu tempo na FEUP foi consumido em praxe. Foram tempos muito intensos e repletos de desafios: muitas diretas, muitas discussões, muito choro, muito stress. Mas nunca na vida experienciei um sentimento de companheirismo tão forte como então. Foram tempos maravilhosos que já não voltam, como a música contempla.
No meu último ano do curso, fiz Erasmus em Enschede, na Holanda, país onde vivo ainda hoje. Era a primeira vez que ia viver sem os meus pais, ainda por cima num país que não o meu, por isso estava extremamente ansioso. No entanto, rapidamente fiz um grupo de amigos ao chegar lá, e tudo correu às mil maravilhas. Apesar de ter sido um tempo de emancipação, nunca me esqueci da minha cidade natal, onde estão a minha família e os meus amigos. A minha quinta escolha, “Porto Sentido”, é um regresso ao Rui Veloso e à minha cidade natal, e é uma música que ainda hoje não consigo cantar porque me falha a voz.
Por fim, escolhi “Tribute”, dos Tenacious D: um tributo aos ausentes sempre presentes, em particular uma pessoa que me achava muito chato e que partiu demasiado cedo.
Reconheço que esta não é a playlist cujas músicas combinam melhor, mas espero que, juntamente com este texto, consigam trazer à vida as memórias que aqui vos contei!”
Playlist
Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio.
O conteúdo Alumni a dar música – The FEUP Alumni Playlist #43 – José Carlos Coutinho aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Attention: This program contains strong language and tons of bass, enjoy the show!
Sejam bem-vindos à #88 sessão da SlowDem’ Vibes!
Novo episódio, novas estreias, novos sentimentos… Prometemos uma viagem cheia de emoções e sonoridades dos quatro cantos do mundo… uma experiência que não vão querer perder!
Setlist:
K’shore – Maybe ft. Lepani (00:00:20)
João Pedro Moreira & Gustavo Pereira
O conteúdo SlowDem’ Vibes #88 – Mental frequencies aparece primeiro em Engenharia Rádio.
A banda portuense de rock The Blindspot lançou no passado dia 14 de fevereiro o seu primeiro EP, State of Blindness, produzido com o apoio de Bruno Silva.
Depois de várias atuações ao vivo, divulgam o seu primeiro trabalho, State of Blindness. São Gil Costa na voz, João Soares na guitarra acústica, Guilherme Carvalho na guitarra elétrica e Rodrigo Freitas no baixo. O EP estará disponível nas plataformas digitais e em CD. Caracterizam-se como uma banda de rock/folk, que aborda temas presentes em diferentes momentos da história mundial, usando as inspirações e estilos de cada um nas suas composições.
O EP é composto por seis faixas:
Podem também seguir os The Blindspot no instagram, para novidades e futuros concertos!
Rodrigo Freitas
O conteúdo State of Blindness, primeiro EP dos The Blindspot aparece primeiro em Engenharia Rádio.
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