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“Não há cavalaria. Ninguém aparecerá magicamente e salvará você no final.”
Capitão Fantástico (2016) é uma obra cinematográfica que acompanha a jornada de uma família excêntrica e única desafiando as convenções da sociedade. Ben, um pai dedicado e apaixonado por filosofia, educa seus seis filhos em meio a uma floresta isolada, afastada da civilização.
O diretor e roteirista de Capitão Fantástico é Matt Ross, entregando uma narrativa poderosa e provocadora, explorando temas sociais e filosóficos com sensibilidade e profundidade.
O Enquadrando vem com a formação contendo Fabio Rangel (@fabiomrangel), Rodrigo Carvalho (@_rodcarvalho), Daniel Cavalcanti (@daniaoc) e Caio Gaudio (@caiogaudio). Nesse episódio de hoje, você encontra:
- Discussões sobre paternidade;
- Seria um filme conforto?
- A atuação de Viggo Mortensen;
- O Enigma da Mãe no filme.
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"Nunca matei ninguém na minha vida. As decisões cabiam a eles."
Jogos Mortais (2004) marcou uma geração se tornando uma grande influência para filmes de terror, e criando um vilão marcante, capaz de manter uma franquia rentável.
O filme conta a história de dois homens que se encontram presos em um jogo por um serial killer, e precisam investigar o que está acontecendo para tentar escapar.
Dirigido por James Wan e escrito por ele em parceria com Leigh Whannell, Jogos Mortais (2004) foi capaz de catapultar a carreira de seus autores, que foram responsáveis por diversas outras franquias como Invocação do Mal (2013), seus spinoffs, A Freira (2018), Annabelle (2014) e Sobrenatural (2010).
O Enquadrando vem com a formação contendo Fabio Rangel (@fabiomrangel), Rodrigo Carvalho (@_rodcarvalho), Daniel Cavalcanti (@daniaoc) e Caio Gaudio (@caiogaudio). Nesse episódio de hoje, você encontra:
- A Influência de Se7en;
- A inversão do gênero policial;
- A sujeira do filme;
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"Mamãe ainda está com raiva de papai." _ Bill
Kill Bill vol. 2 (2004) é a continuação da vingaça da noiva, agora assumindo o nome de Beatrix Kiddo. Após quase morrer durante seu casamento, perder seu bebê e ficar 5 anos em coma, a noiva vai em busca de vingança contra o seu ex-grupo de assassinos de aluguel.
O filme é a segunda parte da saga Kill Bill, onde Tarantino inclui muitos dos elementos que o fizeram gostar de cinema, e aqui nesse filme, ele vai desconstruir esses elementos. O roteiro foi construído em parceria entre Tarantino e Umma Thurman.
O Enquadrando falou de Kill Bill vol. 1 no episódio #68, e agora volta com com a continuação dessa conversa. Ambos contam com a presença de Fabio Rangel (@fabiomrangel), Rodrigo Carvalho (@_rodcarvalho), Daniel Cavalcanti (@daniaoc) e Caio Gaudio (@caiogaudio). Nesse episódio de hoje, você encontra:
- A morte e renascimento da noiva e Beatrix;
- A mudança da estética em comparação com o primeiro filme;
- A relevância da música para esse filme;
- Representação do signo masculino no cinema.
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"Você apenas tem que lutar por si mesmo; ninguém vai te salvar. Isso é apenas a vida, certo?"
Battle Royale (2000) é um filme que tem um conceito bem simples: um grupo de estudantes do ensino médio é forçado a lutar entre si até a morte em um evento televisionado, com a última pessoa em pé ganhando sua liberdade. Sua influência pode ser vista em muitos filmes, programas de TV e livros subsequentes que adotaram conceitos semelhantes, incluindo a franquia de grande sucesso Jogos Vorazes. Trabalhando diversas questões sociais, como violência, opressão e rebelião, o filme destaca os aspectos mais sombrios da natureza humana e levanta questões sobre a moralidade, os instintos de sobrevivência e as consequências da pressão social.
O filme é baseado no romance “Battle Royale” de Koushun Takami, publicado em 1999, e se tornou um best-seller no Japão. O sucesso do livro levou à sua adaptação para um longa-metragem logo no ano seguinte, dirigido por Kinji Fukasaku, com a participação de Kenta Fukasaku no roteiro, ao lado de Takami.
- Battle Royale: um sistema de controle;
- O Fascismo presente no filme e suas referências;
- As controvérsias em Battle Royale;
- O que Battle Royale influenciou?
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"Seria diferente. Se pudéssemos dar outra chance."
"As ideias vivem para sempre; humanos, nem tanto"
Barbie (2023) foi lançado recentemente, levando milhões de pessoas aos cinemas. O filme conta a história da boneca que precisa encontrar na realidade a sua antiga dona e entender as suas crises existenciais.
O filme é dirigido pela Greta Gerwig, que vem com uma linguagem de grande alcance para o seu primeiro blockbuster. Com roteiro de Greta e seu marido, Noah Baumbach, o filme consegue unir humor e drama. Apresenta também pitadas de musical, em uma fantasia capaz de quebrar a quarta parede diversas vezes e ainda assim não te distanciar do filme. E o principal motivo desse distanciamento não ocorrer é a pauta que o filme traz: o patriarcado.
Com a presença ilustre de Nathalie Martins, o Enquadrando vem discutir o filme com a presença de Fabio Rangel, Rodrigo Carvalho e Caio Gaudio. Na discussão, pode-se encontrar:
- O Feminismo e o Patriarcado;
- O perigoso arco do Ken;
- Referência de 2001 e a Barbie como marco na sociedade;
- A cena da praça e seus detalhes;
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"Eu acordo todas as manhãs querendo não saber a resposta para essa pergunta" _ Jamal
Quem quer ser um Milionário? (2008) conta a história de Jamal, um garoto que cresceu na periferia de Mumbai e está a uma pergunta de ganhar 20 milhões de rúpias. Para provar que não está trapaceando no jogo, ele conta a sua história para seus torturadores.
O filme é um romance baseado na obra de Vikas Swarup cujo nome é Q&A, e foi transformada em roteiro por Simon Beaufoy e dirigido pelo renomado diretor Danny Boyle. É muito clara a inspiração de Boyle para a obra: Cidade de Deus (2002). Porém, há muitas diferenças na forma como a pobreza e os contrastes sociais são apresentados nos dois filmes, distanciando as obras. Além disso, uma polêmica sobre a co-diretora Loveleen Tandan ainda coloca mais dúvidas sobre esse filme: embora ela tenha co-dirigido o filme, não foi creditada.
O Enquadrando vem nesse episódio com Caio (@caiogaudi0) na formação no lugar de Gabriel Gaspar (@cinemagaspar). Juntamente com ele, Fabio Rangel (@fabiomrangel), Daniel Cavalcanti (@daniaoc) e Rodrigo Carvalho (@_RodCarvalho) analisam essa obra, e discutem sobre:
O Manifesto Uma Estética da Fome de Glauber Rocha;
A estrutura do roteiro, pontos de virada e construção do romance;
As relações de Jamal com o divino;
A obra é moralista?
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