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"Tem um monstro do lado de fora do meu quarto, posso tomar um copo d'água?"
Sinais (2002) é uma obra que trabalha diversos temas, incluindo paternidade, alienígenas, fim do mundo e religião. O filme também consegue ser um thriller / drama com tons de comédia, onde o Mel Gibson aproveita a carga dramática de Graham, em um arco de retomada da sua religião, enquanto Joaquim Phoenix vive Merrill, um ex-jogador de baseball que leva uma leveza cômica para o filme.
Shyamalan é considerado um gênio por muitos, um diretor incrível que consegue falar com a câmera, mas que também é muito questionado por diversos filmes. O diretor é muito conhecido também por Sexto Sentido (1999), Corpo Fechado (2000) e A Vila (2004), onde ele se torna uma referência para filmes que apresentam um grande plot twist no final do filme.
O Enquadrando vem desfalcado nesse episódio, sem a presença de Gabriel Gaspar, mas substituído por Caio Gaudio, ao lado dos membros que já costumam fazer parte: Fabio Rangel, Rodrigo Carvalho e Daniel Cavalcanti. Nesse episódio você vai ouvir sobre:
- A Habilidade incrível de Shyamalan com a câmera;
- Interpretações mirabolantes sobre o filme;
- A bomba embaixo da mesa (Hitchcock) do Shyamalan;
- Religião e ETs
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"Quem cria cobra amanhece picado."
No 50º episódio do Enquadrando, o último de 2022, vamos celebrar a existência de um clássico nacional chamado Cidade de Deus (2002), justamente no ano em que ele completa 20 anos. Filme dirigido por Fernando Meirelles e Katia Lund, o clássico é extremamente marcante para a história do cinema brasileiro por construir um subgênero conhecido como "filme de favela".
Nesse episódio do Enquadrando, Fabio Rangel, Daniel Cavalcanti, Gabriel Gaspar (Acabou de Acabar) e Rodrigo Carvalho debatem sobre o filme, incluindo:
- polêmicas da produção;
- histórico do Rio de Janeiro;
- montagem do filme;
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"Eu vejo você." Avatar, de 2009, é um dos 4 filmes mais vistos da história do cinema, tendo sido responsável por uma verdadeira mudança nos padrões da indústria cinematográfica na última década. Um dos percussores com relação as exibições em 3D, 10 anos depois a produção ainda é a que melhor faz uso da técnica, demonstrando a habilidade de seu idealizador, James Cameron. Com a continuação chegando nos cinemas hoje, o Enquadrando desta se debruça sobre o diretor James Cameron, sua forma de contar histórias e as inovações técnicas trazidas por ele.
"A internet não é escrita a lápis, Mark. Ela é escrita a tinta"
A Rede Social (2010), filme dirigido por David Fincher e escrito por Aaron Sorkin, é uma obra a frente do seu tempo que impacta a audiência com diálogos verborrágicos. Embora o filme não tenha compromisso com a realidade dos fatos ocorridos, ele conta o nascimento de uma das redes sociais online que mais impactaram a história da humanidade, o Facebook.
Com a presença marcante de Jesse Eisenberg e o carisma de Andrew Garfield, o filme trabalha temas já anteriormente debatidos no Enquadrando, como por exemplo o machismo. Porém, o arco de Mark Zuckerberg é algo que merece uma grande discussão e esse episódio se aprofunda nesse personagem, buscando entender a complexidade dele e do roteiro de Sorkin.
Com a presença de Fabio Rangel, Daniel Cavalcanti, Rodrigo Carvalho e Gabriel Gaspar, o Enquadrando vem discutir diversos pontos sobre a obra, incluindo:
- A trilha sonora;
- O arco de Zuckerberg;
- A complexidade do roteiro;
- A alta sociedade;
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"Uma pessoa pode mudar qualquer coisa. Sua face, sua casa, sua família, sua namorada, religião, seu Deus. Mas existe uma coisa que ele não pode mudar. Ele não pode mudar a sua paixão..."
Juan José Campanella, através de uma direção que procura equilibrar o suspense policial e o romance, utiliza magistralmente o grande elenco desta produção, que conta com nomes como Ricardo Darín, Soledad Vellamil, Guillermo Francella, Javier Godino e Pablo Rago.
"Um pouco de loucura é a chave para nos dar novas cores para ver. Quem sabe aonde isso nos levará?"
La La Land: Cantando Estações (2016) é um musical que alcançou um amplo público e popularizou o gênero. As suas músicas marcantes, que misturam o jazz mas sempre com uma presença pop, juntamente com o casal de celebridades Ryan Gosling e Emma Stone, tornaram o filme um sucesso, atraindo um público gigante.
O filme é do diretor Damien Chazelle, que além de dirigir também escreveu o roteiro, sendo este filme mais uma obra extremamente autoral. Chazelle, que já se expressou muito com música em seu sucesso anterior de nome Whiplash (2014), conseguiu fazer de La La Land uma obra muito atual, mesmo remetendo-se a décadas anteriores, apresentando uma Hollywood com ar de década de 70.
O filme é uma grande homenagem a Hollywood, principalmente aos musicais e sua história. E nesse Enquadrando, Fabio Rangel, Rodrigo Carvalho, Daniel Cavalcanti e Gabriel Gaspar debatem sobre o filme, apontando suas percepções, contendo:
- Musicais e seus significados para o filme;
- Os sonhos que imaginamos e perseguimos;
- La La Land e suas cores marcantes;
- Completude e Ciclos;
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"Temos um pecador conosco aqui que deseja a salvação. Daniel, você é um pecador?"
There Will Be Blood (2007) (Sangue Negro), filme do diretor Paul Thomas Anderson, conta a história do petróleo nos EUA na visão de Daniel Plainview, um homem negativo cujo desejo é se afastar da humanidade. O filme trabalha dois personagens, um protagonista tenebroso que engana a todos com quem conversa, e o seu antagonista que não é tão diferente assim quando olhamos de fora.
Paul Thomas Anderson é um grande gênio, daquele tipo de diretor que segue a máxima de escrever seus próprios roteiros. Dentre suas principais obras, estão Magnólia (1999), Boogie Nights: Prazer Sem Limites (1997), O Mestre (2012), Vício Inerente (2014), Trama Fantasma (2017) e o recente Licorice Pizza (2021). É um diretor que vem da linha dos diretores de locadora, como Tarantino e David Fincher.
Nesse episódio do Enquadrando, Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho discutem suas análises sobre o filme de Paul Thomas Anderson:
- As relações religiosas com o personagem de Daniel;
- O pacing do filme;
- O significado dos closes;
- O Capitalismo e a história do petróleo
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"Não é o avião, é o piloto." _Maverick
Top Gun: Maverick (2022) é o maior blockbuster do ano (até o lançamento desse episódio). Ainda que os números não sejam tão grandes quanto blockbusters passados, é muito significativo para o retorno aos cinemas pós pandemia. Tom Cruise é o grande astro do filme e volta aos cinemas no papel de Maverick, um piloto fascinado pela velocidade, que agora se vê no papel de instrutor. Ainda que seja um blockbuster, o filme faz paralelos interessantes entre a história e alguns elementos do cinema presentes na metalinguagem.
Dirigido por Joseph Kosinski, o novo filme da sequência marca pela qualidade impecável técnica, que fica ainda mais poderosa quando o filme se passa na grande tela do cinema. O design e a edição de som são outros pontos fortes nesse blockbuster. E ainda que todos os aspectos técnicos sejam magníficos, Tom Cruise se apresenta de forma estupenda, superando as expectativas, e utilizando o máximo de sua carisma para dar a força que o roteiro do filme precisava.
Nesse episódio, Fabio Rangel, Rodrigo Carvalho, Daniel Cavalcanti e Gabriel Gaspar (Acabou de Acabar) debatem sobre o filme, levantando aspectos técnicos, teorias, discussões e fazem diversas comparações com o primeiro filme da sequência. Além disso, outros pontos se encontram nesse episódio, como:
- Cinema vs Streaming;
- Homenagem a Val Kilmer;
- Estrutura do roteiro para um filme de assalto;
- A guerra (ou não) em Maverick.
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