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Escolhido a dedo, o jovem Douglas Jorge, diretor de bateria da Portela, revela os toques dos instrumentos do segmento que aproximam as escolas de samba dos seus Orixás respectivos, e revela também suas andanças pelos quatro cantos do mundo divulgando, ensinando e encantando a quem quiser ouvi-lo.
O episódio de hoje aborda os novos horizontes dos desfiles das escolas de samba e os profissionais que estão diretamente ligados ao criativo não só na Marquês de Sapucaí, mas também nos projetos na quadra e eventos especiais. Para falar sobre isso, convidamos o Márcio Moura, diretor artístico da Unidos do Viradouro e o Márcio Dellawegah, diretor artístico e da Ala de Passistas da Imperatriz Leopoldinense.
Quem não vive a realidade do Carnaval acredita que os desfiles só começam no início do ano e terminam após o desfile. Nada disso! Nos barracões das escolas, também conhecidos como fábrica de sonhos, está a pleno vapor desde o final do carnaval passado. E é assim o ano inteiro, semana inteira e dias inteiros. No episódio de hoje falaremos sobre a construção dos carnavais, passo a passo, até chegar no espetáculo do desfile oficial.
O episódio de estreia da nova fase do Enredo Cultural consagra o absoluto protagonismo da carnavalesca Rosa Magalhães que nos deixou recentemente e pergunta qual papel a cultura brasileira reservará no futuro para a maior artista de nossa festa popular. Para isso, temos como convidados Felipe Ferreira, que foi aluno da Rosa na Escola de Belas Artes da UFRJ e pesquisou a respeito dos trabalhos da artista para a sua dissertação de mestrado e também o carnavalesco João Vitor Araújo que assinou junto de Rosa o último trabalho dela na Marquês de Sapucaí.
Luis Carlos Magalhães presta a sua homanegem ao Chico Buarque, que completou 80 anos de vida.
No episódio, Luis Carlos Magalhães traz convidados especiais para debater o soneto de Olavo Bilac, Música Brasileira. Afinal, a música brasileira é triste?
MÚSICA BRASILEIRA - OLAVO BILAC
Tens, às vezes, o fogo soberano
Do amor: encerras na cadência, acesa
Em requebros e encantos de impureza,
Todo o feitiço do pecado humano.
Mas, sobre essa volúpia, erra a tristeza
Dos desertos, das matas e do oceano:
Bárbara poracé, banzo africano,
E soluços de trova portuguesa.
És samba e jongo, xiba e fado, cujos
Acordes são desejos e orfandades
De selvagens, cativos e marujos:
E em nostalgias e paixões consistes,
Lasciva dor, beijo de três saudades,
Flor amorosa de três raças tristes.
Luis Carlos Magalhães volta ao tema do soneto de Olavo Bilac, A Flor Amorosa de Três Raças Tristes, confrontando com as críticas de Mário de Andrade e Renato Almeida, sobre a natureza triste da nossa música.
Luis Carlos Magalhães faz um passeio sobre os últimos programas, que trazem a contribuição indígena, europeia e africana para a formação da música brasileira.
No episódio, Luis Carlos Magalhães continua o cíclo das etapas para o desenvolvimento da música brasileira. Hoje ele vai falar da contribuição musical portuguesa.
No episódio, Luis Carlos Magalhães continua o cíclo das etapas para o desenvolvimento da música brasileira. Hoje ele vai falar da contribuição musical portuguesa.
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